Nem todos nadam contra a correnteza.

O descaso social, centenário, que acontece no Brasil,
Explode agora em forma de crime.
O marginal criminoso  não sabe reivindicar  os seus direitos através de protestos,  até mesmo porque desconhecem esses direitos,
E não compreendem  à fundo sua própria condição dentro do sistema. Ai está o grande perigo para à sociedade em todos as classes sociais.
A sociedade impõe dificuldades para determinados grupos sociais,
alguns indivíduos desses grupos, com muito esforço, consegue
superar as barreiras impostas.
Devemos considerar que nem todos os excluidos do direito de mobilidade social estão dispostos a nadar contra a correnteza,
por esse motivo o sistema teve oferecer o mínino para que ocorra
uma estabilidade social e um controle na marginalidade.
Muito longe dessa ideia de vítimas da sociedade, coitadismos e palanque para políticos, devemos rever a ideia de que a marginalidade se compate com violência, morte de prisão.
Seria muito mais complexo olhar à marginalidade com a ótica
 que mostra, claramente, que devemos investir na educação
e na distribuição de renda, na mobilidade social de modo definitivo, objetivo e concreto.
A marginalidade, quase sempre, ocorre como o caminho mais fácil para o indivíduo que nasce dentro de um contexto de marginal.

José Nunes


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