Consciência de corpo

Depois de meio século
Tem gente que ainda pensa que pode dar certo,
Ainda tem gente para gritar: _ Viva o Ditador!
Tem muito mais gente
Para festejar a morte do Ditador.
Tem gente para acreditar em outro messias,
Em outro salvador.

Minha poesia em meditação é unidade,
Minha poesia no cotidiano é consciência
Na matéria, no corpo e na alma.
Sou o imperador, o salvador e o messias
De mim mesmo.
Não quero ser mais nada!

A minha poesia me faz ditador.
Eu  gosto mesmo é do meu império,
Eu gosto mesmo é de sentir que existo,
De saber quando me movo,
Quando falo e quando respiro...

Eu não gosto de mandar e nem ser mandado,
Porém me alegra muito
Ser eu imperador
Do meu corpo de minha alma.

J.Nunez


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