Tudo é efêmero..

A Construção do Efêmero

Tenho que aprender sozinho;
Não tem ninguém para me dizer
Que a vida é sonho e trabalho,
Mas que o sonho e o trabalho são efêmeros.

Não tem ninguém para me explicar
Qual a razão desse sacrifício de construir,
Quando todas as coisas são como a névoa.
Sinto o gosto e o desgosto
De sentir que tudo é efêmero...

Não sei como me agarrar
E dar importância as lutas da vida,  
Sentido que tudo afunda
Nesse mar de insignificância...

Por alguns momentos na vida
Apego-me a uma luta qualquer,
Até que me vem esse sentimento
De que tudo é passageiro.

Tenho que descobrir sozinho
Que há um sentido maior,
Uma significância e uma eternidade
Nesse mundo cotidiano e fastio,
Ou como atingir a perenidade e a espiritualidade
Nessa construção do efêmero cansativo e cotidiano.

J.Nunez



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