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Mostrando postagens de Maio 31, 2015

Fim da leitura do contexto contemporâneo e início da poesia espiritualista.

Fim da leitura do contexto contemporâneo e início da poesia espiritualista.
Com o propósito de se conscientizar de seu tempo a Poesia Imparcialista realizou a leitura do contexto contemporâneo entre 2008 e 2015. O Imparcialismo deixa o engajamento na leitura do contexto, e marcha para a poesia esotérica espiritualista, que sempre foi à razão da conscientização dessa literatura dentro desse tempo de conceitos de liberdades exacerbadas, exploração de tudo em nome do consumismo, dos prazeres, dos vícios e dos desejos. O contexto contemporâneo está chegando ao seu ápice, A Sociedade do Prazer está entrando na fase de opressão, fundamentalismo e ditadura das liberdades sexuais. A poesia Imparcialista agora envereda para um mundo interior.
J.Nunez

Criação de mercado ou engajamento em uma causa.

Criação de Mercados
O capitalismo e a industrialização É a exploração de tudo como mercado e público consumidor: Igrejas, padres, crianças, velhos, jovens, culturas e grupos sexuais... São todos públicos consumidores e possíveis clientes.
Não importam se o mundo está se tornando um inferno, Até mesmo o inferno pode ser comerciável!
Salomão Alcantra J.Nunez  

O Imparcialismo: O caminho da unidade interior

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O caminho da unidade interior
O imparcialismo deixa a leitura do contexto E aprofunda na consciência que é a unidade interior, A filosofia imparcialista. 
O grande objetivo do imparcialismo é a unidade, A unidade é o caminho perfeito... Há dois caminhos, O da direita, O da imparcialidade E o da esquerda.
O caminho da unidade é o caminho da vigília, Da observação, da imparcialidade, Do julgamento, do silêncio e da revolução.
São três caminhos, o três é impar, O número um é impar e a unidade... Começamos encontrando a unidade interior Que é a consciência de si mesmo a todo instante. O caminho da imparcialidade, da unidade interior Pode ser aprofundada Infinitamente... Até escutar a voz de Deus.
Octávio Guerra J.Nunez

Poesia Imparcialista

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Canto ao silêncio
O som de um Blues me dá a sensação de existir  E ter algum sentimento humano, Essa materialidade e aquele céu. O triste som de um Blues  Me diz que eu ainda sou gente.
A música é todo o meu materialismo, O som do Blues, a poesia do Pessoa, a filosofia de Nietzsche. As palavras me fazem compreender,  Feito Adão, é preciso dar nome as coisas e aos sentimentos, Quanto mais palavras eu sei, mais eu posso decifrar-me E dar nome aos meus sentimentos.  
O pensamento é um desperdício do tempo, Que não existe para a alma, Logo o pensamento é o desperdício de si mesmo E dessa grande oportunidade de estar em silêncio.
Das grandes virtudes, amo mais a serenidade. Entre as grandes virtudes Estão à compaixão e a humildade cristã, Camuflando a minha “Vontade de Potência” A fraqueza que existe nos dignos de compaixão Esconde a vergonha, o ódio, o ressentimento e a gratidão. No fundo do homem que não vive de auto-piedade Há uma imensa  “Vontade de Potência”
É uma miséria existir pensando e agindo Segundo o…