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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Fim da leitura do contexto contemporâneo e início da poesia espiritualista.

Fim da leitura do contexto contemporâneo e início da poesia espiritualista.

Com o propósito de se conscientizar de seu tempo a Poesia Imparcialista realizou a leitura do contexto contemporâneo entre 2008 e 2015. O Imparcialismo deixa o engajamento na leitura do contexto, e marcha para a poesia esotérica espiritualista, que sempre foi à razão da conscientização dessa literatura dentro desse tempo de conceitos de liberdades exacerbadas, exploração de tudo em nome do consumismo, dos prazeres, dos vícios e dos desejos. O contexto contemporâneo está chegando ao seu ápice, A Sociedade do Prazer está entrando na fase de opressão, fundamentalismo e ditadura das liberdades sexuais.
A poesia Imparcialista agora envereda para um mundo  interior.

J.Nunez 

Criação de mercado ou engajamento em uma causa.

Criação de Mercados

O capitalismo e a industrialização
É a exploração de tudo como mercado e público consumidor:
Igrejas, padres, crianças, velhos, jovens, culturas e grupos sexuais...
São todos públicos consumidores e possíveis clientes.

Não importam se o mundo está se tornando um inferno,
Até mesmo o inferno pode ser comerciável!

Salomão Alcantra
J.Nunez  


terça-feira, 2 de junho de 2015

O Imparcialismo: O caminho da unidade interior



O caminho da unidade interior

O imparcialismo deixa a leitura do contexto
E aprofunda na consciência que é a unidade interior,
A filosofia imparcialista. 

O grande objetivo do imparcialismo é a unidade,
A unidade é o caminho perfeito...
Há dois caminhos,
O da direita,
O da imparcialidade
E o da esquerda.

O caminho da unidade é o caminho da vigília,
Da observação, da imparcialidade,
Do julgamento, do silêncio e da revolução.

São três caminhos, o três é impar,
O número um é impar e a unidade...
Começamos encontrando a unidade interior
Que é a consciência de si mesmo a todo instante.
O caminho da imparcialidade, da unidade interior
Pode ser aprofundada Infinitamente...
Até escutar a voz de Deus.

Octávio Guerra
J.Nunez

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Poesia Imparcialista



Canto ao silêncio

O som de um Blues me dá a sensação de existir 
E ter algum sentimento humano,
Essa materialidade e aquele céu.
O triste som de um Blues 
Me diz que eu ainda sou gente.

A música é todo o meu materialismo,
O som do Blues, a poesia do Pessoa, a filosofia de Nietzsche.
As palavras me fazem compreender, 
Feito Adão, é preciso dar nome as coisas e aos sentimentos,
Quanto mais palavras eu sei, mais eu posso decifrar-me
E dar nome aos meus sentimentos.  

O pensamento é um desperdício do tempo,
Que não existe para a alma,
Logo o pensamento é o desperdício de si mesmo
E dessa grande oportunidade de estar em silêncio.

Das grandes virtudes, amo mais a serenidade.
Entre as grandes virtudes
Estão à compaixão e a humildade cristã,
Camuflando a minha “Vontade de Potência”
A fraqueza que existe nos dignos de compaixão
Esconde a vergonha, o ódio, o ressentimento e a gratidão.
No fundo do homem que não vive de auto-piedade
Há uma imensa  “Vontade de Potência”

É uma miséria existir pensando e agindo
Segundo os instintos e os desejos,
Feitos plantas rolantes no deserto.
Amo mais o silêncio dos homens, a voz do vento,
E o som de uma ave de rapina ou agourenta, 
Amo muito mais os meus momentos de solidão e silêncio,
A voz do verbo mora no silêncio.

Desligue essa música, deixe esse livro,
Esqueça a palavra, não escute o vento,
Nada é mais importante que o silêncio...
Tudo mais é profano diante...
O Verbo que nasce do silêncio.

Carlos Ferreira Santos
J.Nunez

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