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Mostrando postagens de Abril 26, 2015

Modernidade e insanidade

Sintomas de loucura
No pátio das insanidades Falo comigo mesmo E ainda respondo...
Crio situações nas dimensões mentais E as discuto e as soluciono. Bastaria que eu perdesse o contato Com a minha realidade física, E pronto!...
Seria eu um louco  Caminhando de um lado para o outro Aqui no pátio das insanidades, Em meu mundo particular e mental.
Basta um passo e a fronteira de saber, Minimamente, quem eu sou, E pronto! Sou um louco.
Vejo multidões no pátio dos insanos, Criando lógicas e razões Dentro de suas mentes enlouquecidas, Dentro de suas  insanidades modernas. 
Murilo Santiago J.Nunez

Poesia de SAULO MENEZES CASTRO

A eternidade da beleza
A beleza da flor Se perpetua em outras flores, A beleza da mulher Se perpetua na beleza de outras mulheres. A beleza dos corpos se afunda na genética E se propaga eternamente.
Sem precisar da beleza hereditária, A grande ambição da beleza É perpetuar a própria juventude e formosura... Igual a uma linda feiticeira.
A beleza não seria frívola Se ela se eternizasse no individuo, Igual em uma deusa do amor e da beleza.
Saulo Menezes Castro
J.Nunez

Poesia Social

Corrupção
Eu o conheci entre nós, veio a essa ruela escura De prostitutas, viciados e ladrões Recordar seus dias de homem do povo. Ele me reconheceu e me recebeu com um grande abraço; Ainda é aquele homem carismático e fervoroso, Porém não brada mais aquelas ideologias marxistas, Não fala mais de Lênin e Stalin. Perguntei a ele onde estava aquele outro homem Cheio de ideologias, ética, moral e utopias... Ele me respondeu com resposta pronta: “_ Não há moral, ética e ideologia que o poder e o dinheiro não corrompa. O poder, meu amigo, traz a vaidade e o orgulho Que nos dá o direito de satisfazer nossos caprichos e desejos a custa do povo.” Certamente  não era o mesmo homem,  No entanto ele se dignifica com sua imparcialidade consigo mesmo.
Entramos em um bar, ele pediu que o dono  baixasse a porta, Puxou uma cadeira, pediu duas cervejas e continuou a mesma conversa. Meu amigo, Abílio, somente os santos “mortos para o pecado” Podem ser incorruptíveis, qualquer um pode ser corrompido Pe…