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Mostrando postagens de Abril 19, 2015

Teatro das Marionetes

“Todo mundo deva atuar no teatro de marionetes da vida e sentir o arame que nos mantém em movimento.” Schopenhauer
Teatro das Marionetes
As marionetes acordaram, Nas ruas das cidades elas correm por todos os lados Para realizar suas rotinas, Elas entram no clube das marionetes, Elas saem dos estádios e dos teatros das marionetes...
Eu também me apreço para cumprir cegamente meu cotidiano. As marionetes,  em cada circunstância, São manipuladas por uma força, um demônio, uma coisa invisível...
Se as marionetes fizessem uma  revolução e tomasse o controle, Os dias das marionetes não se dividiriam Em circunstâncias controladas por essas coisas invisíveis, Os dias e as horas das marionetes Não seriam fragmentados em inconsciências. Teriam em seus dias e em suas horas Uma continuidade de consciência infinita.
Murilo Santiago J.Nunez  


Poesia sobre liberdade.

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A liberdade é um cárcere
Foi uma luta para ser! Uma tentativa louca, Uma encenação tosca, Uma ilusão tola, Um peso morto, Por fim! Ser isso ou aqui  é uma prisão...
Tudo são prisões dentro de prisões. A liberdade, por fim  É um cárcere dentro de um cárcere. O horizonte é a próxima grade.
Foi uma luta para ser! Agora o que eu mais gostaria É de não ser qualquer coisa!
Quero apenas o silêncio sagrado, Existir dentro do tempo e do espaço Consciente que existo... Quero apenas estar aqui, Como aquelas estrelas no céu Dentro do silêncio  das noites. O que eu desejo agora, é apenas  Desenroscar minhas asas presas nas rotinas do dia. Jonas Corrêa Martins 
J.Nunez

Globalização da fofoca...

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Caiu na rede
O povo tá falando! A fofoca, o diz-que-diz era na cerca, Na janela, na cidadezinha, na vizinhança...
Agora a fofoca É na janela virtual, é globalizada, E o estrago do mexerico é gigantesco...
A notícia é fofoca sobre celebridade, É a vida alheia Que não me acrescenta nada...
A filha da vizinha caiu na rede Caiu na boca do mundo, Caiu na boca povo... Já dizia o ditado: Caiu na rede é peixe...
Salomão Alcantra J.Nunez


Poesia Esotérica Imparcialista: Poesia esotérica imparcialista

Poesia Esotérica Imparcialista: Poesia esotérica imparcialista: Hefesto Vulcano, regente esotérico de touro. É do deus Hefesto a forja, O poder, a criação, a beleza e a força... Poeta sob...

Poesia de amor clássico

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Revoada Igual aos pássaros em revoada, Todas as  manhãs, deixava  nossa  morada E partia  solitário na multidão. Todas as tardes eu voltava para casa Com muita alegria no coração Porque eu tinha à certeza De que você estava  a minha espera. Um dia eu voltei para o nosso lar Você não estava, tinha ido embora Sem fazer alarde, sem avisar; Havia partido na revoada. Por que não me disse o que sentia Que eu deixaria tudo e partiria Com você e seu bando em revoada Bateria asas, colocaria o pé na estrada.
José Nunes Pereira  

Precisamos de heróis, ídolos e semi-deuses..

Heróis Modernos 

É primitivo , é clássico!
Precisamos de heróis, ídolos e semi-deuses...
Estão, quando não temos, os inventamos,
Escolhemos a sua melhor imagem!
Escondemos suas fraquezas de caráter...
O herói é a essência do que temos de melhor...
É o que melhor nos define como um povo! 

Nós brasileiros, precisamos de  heróis...
Precisamos inventá-los!
Mas haja tapetes 
Para esconder as debilidades de nossos heróis inventados.

Se um dia me inventarem como herói, 
Aconselho que antes de tudo 
Abram uma cova bem funda para enterrar 
Minhas frouxidões de caráter. 

Salomão Alcantra
J.Nunez