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Mostrando postagens de Fevereiro 22, 2015

Poesia: Entre as coisas simples

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Entre as coisas simples

Entre as coisas simples Quero a sabedoria de quem sabe e pronto, A vida de quem vive sem esperar Muito mais que o agora; Os meus propostos ficam nas mãos de Deus.
Entre as coisas simples Quero a mística de quem vive o silêncio Como religião e metafísica.

Entre as coisas simples Quero minha alma Aberta para a espiritualidade Como uma janela aberta para o vento da noite E o sol da manhã. Natural como essas coisas naturais.
Entre as coisas simples Quero que meu materialismo Seja o essencial para a vida.
Entre as coisas simples Quero o seu amor,   A amizade de alguns companheiros E o alimento que partilhamos...
Francisco Medeiros J.Nunez




Venezuelização

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Poesia lição de espera

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Boi e moenda
Estou aprendendo a esperar... Minha vida é a paisagem da janela: A brisa, a chuva calma, boa e fina molhando o chão.
Estou aprendendo a esperar Minha vida é uma pedra ao relento Sendo esculpida, lentamente, pelo vento, a chuva e o sol.
Minha vida é um riacho de água fria ao sol, clara e mansa. Minha vida é um dia chuvoso; Bom para dormir, ficar em casa e esperar o sol.
Minha vida é uma vila interiorana Cavalos e carroças nas estradas, Pessoas de boa índole e boa prosa, Alma aberta à fé, aos céus, a natureza E a compreensão de meus semelhantes.
A desarmonia na alma faz do paraíso tedioso; Sempre esperei tempestades trazendo mudanças ligeiras. A vida está me ensinando a esperar com calma, A lenta e grande transformação.
Perdi, nessa manhã,  A agonia das grandes esperanças. Aprendi a ser na alma, uma pedra ao relento... Nas mãos de Deus, da natureza e do destino.    
Estou aprendendo com a constância De um boi lento, calmo e forte girando a moenda. Estou aprendendo com o homem do campo Que “gost…