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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Minimalismo Social




















O Minimalismo Social

Minimalismo social
É o essencial,
É o equilíbrio ambiental,
É o que está ao alcance de sua realidade,
É uma nova vida e vivência,
É a consciência
De que temos a ilusão de necessidade,
Criada pelo sistema capitalista.

O minimalismo social,
Começa quando deixamos as bagagens
E vamos levando pelo caminho o que é essencial
Nos direcionando para o humanismo,
Para o ambientalismo, para o espiritual
E para a integração consigo mesmo.

Eu sou um minimalista social,
Porém na arte um imparcial...

Octávio Guerra
J.Nunez


Poesia de Albano Morais

Sóbrio

Dessa vez ele estava sóbrio....
Começamos falando de igualdade.
Estamos de acordo que a mulher no poder
Está se mostrando, realmente, igual aos homens,
Pelo menos quando se trata de ditadura e corrupção...

Bêbado, ele sempre me pareceu afogar algo
Que nunca pude identificar o que,
Mesmo porque ele sempre se mantinha bêbado.
Quando embriagado pude verificar
A baixa auto-estima, uma  autopiedade 
E uma lamentação de seus fracassos...

Me disseram um dia que a baixa auto-estima é uma forma de orgulho,
De querer ser muito mais do que é, sabendo que não é... 

Ele, um dia, por acaso, sóbrio...
Se mostrou surpreendentemente orgulhoso, arrogante e vaidoso...
Então ficou fácil perceber que ele afogava e curtia
Seu orgulho e sua vaidade no álcool...
Dei-lhe uma moeda e disse:
_ Vai beber porque você é melhor bêbado...

Ficou fácil perceber que ele é igual a mim
Que afogo meus fracassos em outras formas de vícios...


Albano Morais
J.Nunez

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Sociedade do Prazer, dos entretenimentos, dos vícios dos desejos e de um deus moldável e nivelado segundo suas vontades.

Carnavalescos

O que podemos esperar de uma sociedade 
Que eleva as liberdades sexuais, os desejos e os  entretenimentos acima de tudo!...
Uma sociedade em que todos os valores devem se moldar a esses desejos!

Precisávamos de uma “cara” para nos apresentar ao mundo.
Aceitamos os nossos estereótipos de país da corrupção,
Dos estádios de futebol, verdadeiro esgoto de fugas e frustrações pessoais e sociais,
Aceitamos os estereótipos de que somos o puteiro do mundo,
De que somos carnavalescos com todas as libertinagens sexuais.

Esses estereótipos se tornaram "a nossa cara" para o mundo,  
Graça a nossa negligência, passividade e conveniência com as orgias, vícios e corrupções.
A nossa frouxidão moral deixou as portas abertas para toda forma de lascívia;
Agora, a família de valores religiosos é obrigada a engolir
Com toda a demagogia e hipocrisia do mundo...
Agora a família cristã se tornou presa do que antes negligenciou.

Apresamos em dizer que não nossos preconceituosos,
Antes qualquer posicionamento sobre um determinado assunto;
Com alguns ajustes teóricos e alguns malabarismos de idéias
Acabamos a favor e até cúmplices de atos que na verdade repudiamos.

Aceitamos todas as libertinagens sexuais,
Todos os vícios e formas de entretenimentos
E justificamos o nosso apoio com aquela frase feita:
“ninguém tem nada a ver com a vida de ninguém”
Porém quando o governo quer cuidar, com recursos públicos,
Dessas pessoas que viveram “intensamente” toda forma sexo e vícios, não aceitamos!
Logo, não é bem assim!

Até aceitamos, porém desde que não sejamos obrigados
A pagar pelo passado de vícios e orgias dos outros.
Essa situação é semelhante a um pai de família correto
Que deve pagar a conta dos prostíbulos e das bebedeiras que ele nunca foi.   

Somos hipócritas, ou nunca pensamos
Que é tolerável em sociedade alguns indivíduos promiscuo e fora da lei,
Porém uma sociedade inteira com os mesmos vícios, é catastrófico.  

Albano Morais

J.Nunez

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Poesia de Abílio Santana

Um Casal

Eles sorriam com um amor
E uma amizade de causar inveja
E cobiça daquela felicidade a dois.

Como é bonito um casal que se dá bem!
Sorriam, falavam e se olhavam
Como se o mundo fosse apenas eles dois...
Tudo isso como se fossem grandes amigos
E almas gêmeas no amor e na amizade.

Eles provocam o mundo insinuando
Que a plenitude do amor
Se realizar entre os opostos
Que se encaixam perfeitamente...

Eles são elegantes e bonitos como os cisnes brancos;
Estou mais acostumado aos amores de porco espinho
E aos cachorros desavergonhados nas ruas...

Nunca quis ser sublime na vida...
Mas sei contemplar o que é santo e sublime
Com um nascer e um por de sol, ou um amor assim...
Sempre me contentei em ser gente,
Sem grandes hipocrisias, sem grandes demagogias...
Não sou nada!
No entanto me salvo com essa consciência de ser nada!
Essa sapiência de ser frouxo nos sentidos,
Na moral e na importância...
Permissivo, pedinte, passivo aos sentidos,
As sensações, aos sentimentos e aos desejos...    

Não tenho mais idade para poesia de amor clichê...
Eles não são clichês, eles são provocantes,
Ofensivos (para esses modernismos) e revolucionários
Com esse amor atemporal e de uma verdade imutável...

Abílio Santana
J.Nunez


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