Postagens

Mostrando postagens de 2015

Malabarismo teórico

As Verdades
Os conceitos, ideologias e crenças Seguem linhas de pensamentos; Se acaso não encaixar,  se precisar; Se faz malabarismo teórico.
As verdades só têm um lado, O nosso lado, E se adaptam aos nossos interesses e desejos.
A moral está subjugada a cultura e ao tempo. A verdade não aceita adaptações e conveniências... A nossa verdade deve transcender à moral, Os conceitos, as ideologias  e as crenças...
Nossa verdade deve surgiu da comprovação pessoal. As crenças são  preguiçosas,  E nos pousam do trabalho e do sacrifício do autoconhecimento.  
J.Nunez

Dentro do livro da vida Ou dentro do livro da eternidade

O Livro da Vida
Dentro do livro da vida Ou dentro do livro da eternidade Tenho minha própria página Que é escrita hoje  E amanhã apagada e reescrita com os acertos, Ou nunca, efetivamente,   Será uma nova página no Livro da Vida.
Não tomo partido nas histórias da vida, Nas notícias, nos cotidianos,    Que definitivamente, não posso mudar; Tomo partido na minha própria historia No meu Livro da Vida.
Na página de hoje E de muitos dias da minha vida Eu quero aprender a escutar: Pode falar, estou escutando E só quero ouvir...

J.Nunez

Idealizações e ilusão

Imagem
Narciso


Idealizações e ilusões 
Imaginamos e idealizamos As pessoas ao nosso gosto e modos Depois culpamos os outros Por eles não serem, exatamente, Como idealizamos e imaginamos. Quando devíamos culpar a nós mesmos Por nossa inconsciência Que confunde imaginações e idéias Com a verdade e a realidade.

J.Nunez

Crenças e sonhos

Crenças e sonhos
A minha perspectiva e o meu sonho Sabe tanto da verdade e do futuro Quanto as minhas crenças E as minhas idéias têm certezas e sabe da vida, Da morte e da verdade.
Meus sonhos e minhas crenças se equivalem em ilusões e desconhecimento. Tenho certeza apenas das coisas que vi e vivenciei; Por isso minha espiritualidade é trabalho e prática.

J.Nunez

A doutrina da Grande Rameira

A Rainha das Rameiras
A Rainha dos bonecos, A rainha das marionetes Ordena que dancemos, Que bebamos,  que comamos, Que façamos sexo sem distinção Se somos homens ou mulheres , Que cometamos todos os excessos... É tempo de entretenimentos, Prazeres carnais, desejos, entorpecimentos e vícios... Ela mesma, a Rainha dos Bonecos, A Grande Rameira,                                     Vai dançar enlouquecida e embriagada   De todos os excessos...                             Ela pede que ordenemos que catequizemos aos outros  Em suas verdades, em suas doutrinas diabólicas...
Pensei no Natal, Esse que não se renova no mundo, Esse que é mesmice, comilança, Consumismo e redundância, Mas eu sei que o Natal espiritual É eterna renovação No coração do homem místico.
J.Nunez




Poesia esotérica

O Caçador de Demônios
Prender à mente, dominar à mente É como capturar e colocar um país Atrás das muralhas do silêncio ditador.
A mente é um mundo interior e particular, Ando por esse mundo, Luto para me manter  consciente dentro da mente; Sou o caçador de meus próprios demônios Dentro de meu interior.
Saio de dentro de um pensamento ou de um sonho, Mato uma legião de demônios lascivos, Outra legião de demônios cobiçosos E deles tomo a consciência que me roubaram...
Demorei vinte anos para compreender  Que não adianta prender e capiturar a mente inteira. É preciso deixa-la livre e manter a consciência  Dentro desse mundo interior E sair à caça dos demônios.
Quanto  todos forem mortos , a mente estará livre, E será dentro de mim, um lugar de virtudes, paz, amor e eternidade... Sou o caçador de demônios dentro de minha mente.
J.Nunez  






Hipocrisia da hipocrisia, Demagogia da demagogia, Negligência da negligência:

Pregador Relapso
Hipocrisia da hipocrisia, Demagogia da demagogia, Negligência da negligência : Prego como errado o que alimento sem saber que alimento. Prego a fidelidade e o amor E alimento à novela que fala traições; Prego a castidade e alimento a prostituição e o sexo no filme; Prego o amor e alimento o ódio no discurso político; Prego a caridade e alimento a desigualdade social; Prego a humildade e estou sempre de último modelo; Prego a verdade e teorizo à mentira; Prego a paz enquanto faço à guerra; Prego a simplicidade e alimento à vaidade querendo parecer humilde; Prego a virtude e pratico o vício; Prego a verdade e a coragem, mas me dobro diante à mentira; Prego a firmeza de conduta e a potência, Mas  aceito à frouxidão e a fraqueza; Prego o trabalho enquanto bocejo de preguiça; Prego a certeza cheio de dúvidas; Prego a imparcialidade e sou parcial comigo mesmo; Condeno os outros e justifico meus erros; Bêbado, prego a sobriedade e o equilíbrio; Prego o que não pratico, pratico o que não prego.

Sistema padronizante

A vila
Vou, a pé, por essas ruas Que é contramão para os carros... Vou na contramão da Rua São Romão Vou na contramão da Avenida  juscelino Kubitschek, Vou na contramão da vida.
A vila não é a mesma... Antes essas casas tinham pomares, hortas, quintais de terra, Galinhas e patos...Agora essas casas são calçadas, E seus proprietários criam cachorros Que levam aos médicos de cachorros.
A comida agora está enlatada,  nas prateleiras dos supermercados, Que só podem ser obtidas se compradas,  De preferência  na grande Rede de Supermercados...
Vivemos em um sistema padronizante, A indústria e o comércio das tecnologias E as compras nas grandes redes comerciais Criaram, de propósito, A ilusão de que somos todos iguais, ricos!
J.Nunez

Poesia: De bicicleta

Imagem
De bicicleta
Vou de trem, de carro,   A cavalo, a pé ou de bicicleta... Quanto mais rápido eu vou Menos percebo à vida, Mais rápida ela passa, Menos aprendo, Menos observo.
Eu vou de bicicleta, Eu vou a pé, E a vida passa lentamente, Percebo as flores nos quintais, Digo “bom dia” a um estranho, Caminho por outros bairros, Percebo outras casas, Falo com os vizinhos, Mudo de rua E vou na contramão dos carros.
Vou de bicicleta, vou a pé, E a vida passa lentamente; Consigo aprender, posso observar à paisagem, Conheço pessoas, tomo um banho de chuva, Ou dos primeiros raios de sol.
J.Nunez

A sociedade relativista

Relativismo dos Erros

A sociedade relativista faz parecer natural E ainda justifica seus erros com o relativismo dos erros; Considerando um erro sem grandes estragos Equivalentea um erro catastrófico, Como é o caso da corrupção política que está falindo o Brasil Para o pensamento relativista É equivalente ao erro de alguém que dá prioridade a um amigo, A um parente, a um filho, em uma termina situação.
Sabemos perfeitamente Que essa imparcialidade é impossível Para os nossos sentimentos Com relação aos nossos amigos, irmãos e parentes... É claro que primeiro acolhemos nossos filhos Depois o filho dos outros.
J.Nunez  

Espiritualidade não é inclusão social...

Corrupção das Almas
Espiritualidade não é inclusão social... Espiritualidade é um caminho interior, Seja para a luz, seja para as                trevas,                                                                                                        
Não há meio termo, Nos planos da alma não há inclusões. O pecado e a impureza são condenados e purgados... A religião frouxa está incorrendo na corrupção das almas Quando aceita o pecado com a “boa intenção” de incluir indivíduos E para que ela, (a igreja) seja aceita pela sociedade dos vícios, Dos entretenimentos, dos desejos e dos prazeres.
J.Nunez

Para saber da corrupção...

Imagem

RELATIVISMO E IMPARCIALISMO

Imagem

RELATIVISMO E IMPARCIALISMO

Imagem

Modernismo, pós modernismo e relativismo.

Imagem
Modernismo, pós modernismo e relativismo.
Começamos o  modernismo com a desvalorização do passado e da estrutura, Com a soberba e a pretensão de um adolescente  Em busca de auto-afirmação  e da liberdade, Caimos na exacerbação da modernidade, que foi a pós-modernidade.
Agora estamos vivendo, em um novo contexto, as conseqüências do que foi ser moderno Mais as teorias do relativismos religiosos, sentimentais, culturais e sociais... O relativismo é um modo de sermos, fugirmos dos conflitos,   Justificarmos as liberdades, as inclusões sociais, Os conflitos individuais e de grupos, considerando tudo a mesma coisa dentro de um Nivelamento e um relativismo destruidor da estrutura e da identidade.
O Imparcialismo é um movimento artístico, Filosófico e literário que propõe a observação e a leitura desse tempo.

J.Nunez

RELATIVISMO: O NOVO CONTEXTO

Tempos de relativismo
Já praticamos o Modernismo, Agora estamos no tempo do Relativismo Nascido do desejo de liberdade exacerbada.
Agora é tudo a mesma coisa! Não temos parâmetros para nada... Tudo é arte! Até “Exploração Anal” é arte
A palavra preconceito é redundante... É preconceituoso quem tem opinião diferente dá nossa, Logo estamos certos e os outros estão errados... Se afirmamos que o outro está errado somos preconceituosos. Então ficamos assim correndo atrás do próprio rabo.
Para não ser preconceituoso é preciso que não afirmemos nada, Que aceitemos à opinião do outro sem retrucar..., Que não coloquemos qualquer condição para o outro. Para que funcionem as idéias contemporâneas De direitos, liberdades e inclusão É necessário que entremos de vez No relativismo e no nivelamento absoluto.
A religião e a espiritualidade, Na sociedade dos entretenimentos e das liberdades, Não deve impor suas condições, Deve ser reduzida à inclusão social; Desfazer seus propósitos elevadíssimos De virtudes, pure…

Brasil: A Grande Pátria Bolivariana

Imagem
Simón Bolívar (Foto: Arquivo Google)



A Grande Pátria Bolivariana
Foro de São Paulo, Hugo Chávez E sua "Grande Pátria Bolivariana": Idéias de Simón Bolívar De transformar a América, descoberta pelos Espanhóis, Em uma Grande Pátria... Partindo da unidade cultural e lingüística que há entre esses países. Nós, somos Brasileiros, falamos Português, temos outra história, Somos descendentes de Portugal e do Cristianismo. Segundo as teorias mais modernas Somos descendentes de Judeus Cristãos Novos, Negros, índios...

J.Nunez

Poesia Receber Amigos

Imagem
Receber Amigos
Com a naturalidade de uma porta que se abre E de um vento que recebo em meu rosto, Quero receber os amigos, Os parentes e os estranhos Sem armas de ataque, Sem posição de defesa Sem os ornamentos do orgulho e da vaidade.
Quero te encontrar, Quero te receber em minha casa Com a calma, a serenidade na alma E a felicidade de dois irmãos: Desarmados e de coração aberto.
Vou desarmado ao encontro Das pessoas que ainda não conheço. Vou desarmado, se tiver que dominar,   Que seja a mim mesmo...
J.Nunez

Poesia Sino dos Ventos

Imagem
Sino dos ventos Na madruga o latido de cães E  o som do sino dos ventos; Trago dos sonhos para à meditação E para a poesia, os  túmulos, Os cemitério  E a simbologia da morte. A minha filosofia de vida É  o esquecimento e a vingança da vida... Me agarro à consciência de existir Sem essas memórias e esse intelecto. O esquecimento destrói Tudo que somos Quando não temos À consciência de existir Muito além Dessa efemeridade do intelecto ... A vida nos deixa correr solto..., Logo depois das ilusões Do intelecto e do materialismo, A vida nos espera  Para se vingar.  E se vinga! J.Nunez