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Mostrando postagens de Dezembro 7, 2014

POESIAS IMPARCIALISTAS : Pawel Kuczynski e o novo caminho para a Arte

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CNVO COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE OMITIDA

CNVO COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE OMITIDA VERDADE OMITIDA
Comissão da Verdade, Depois da Ditadura Militar no Brasil Já aconteceu tanta atrocidade Que a tal Comissão Nacional da Verdade Perdeu a força e o sentido diante da omissão De nossas verdades e atrocidades atuais.
A comissão da verdade deveria Se estender até o governo atual Que se coloca apenas como vítima, Quando na verdade era oposição Querendo derrubar o governo Fosse ele Militar ou não.
CNVO Devemos fazer agora a  COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE OMITIDA. 
Octávio Guerra J.Nunez

11-12-2014

Sociedade dos prazeres, da prisão, da ditadura das liberdades e dos direitos

Contra-senso
Tempo de tirania que não aceita dualidade. Tirania das liberdades e dos direitos. Não aceitamos a contrapartida Não aceitamos a oposição; Queremos guerra sem guerra e paz sem paz; Queremos atos sem consequências; Queremos a guerra sem reação do inimigo! Queremos direitos sem ponto de vista contrário; Queremos um paraíso de relativismo absoluto e impossível; Queremos condenar, ofender, julgar sem ser julgado... Queremos prazeres sem limites; Ignoramos a escravidão e as consequências do vício, Queremos equilíbrio na balança sem o contra peso,   Construímos discursos e terminologias para santificar tudo.
A paz feita em contratos e palavras adequadas Está com os dias contados,  Não dão mais conta de manter a paz; É o fim do discurso!
Otávio Guerra
J.Nunez


Parafrasendo

Poesia Imparcialista: o absurdo visto com naturalidade, fazendo assim, uma crítica a partir dessa falsa permissividade...

Namoros Contemporâneos
Ela sempre namorou menina, Foi namorar menino; Deu tudo errado! Ficou grávida. Sempre falei que menino é perigoso...
Salomão Alcantra J.Nunez

A Sociedade do Prazer subjuga tudo ao desejo e ao vício....

Poliamor
A sociedade do prazer, Dos discursos mirabolantes, E dos entretenimentos sexuais Com seus termos “politicamente corretos”, (Como se um termo correto estivesse acima da realidade)  E pudesse santificar, estruturar e dignificar tudo; Agora inventou o poliamor, Que não pode ser confundido com polisuruba ou polisexo, Com nada que avilta o poliamor.
Temos que parecer dignos! Mas aos olhos de quem? Se a sociedade do prazer está construindo   Uma sociedade sem conceitos de pecados e sem abstinências.
No fundo ainda temos medo da bestialidade e da insanidade social... Apesar de toda a nossa frouxidão entre as pernas, E da permissividade em nossos vícios e desejos, No entanto, termos politicamente corretos, não nos salvará de sermos depravados.
Albano Morais
J.Nunez

Poesia Esotérica Imparcialista: Poesia esotérica

Poesia Esotérica Imparcialista: Poesia esotérica: . Um fantasma patético... Preso dentro de uma parede densa Colidindo em uma multidão de átomos Feito um fantasma tão compacto Qu...