Postagens

Mostrando postagens de Novembro 23, 2014

Fim da poesia Imparcialista de leitura do contexto histórico.

Fim do engajamento na poesia social Imparcialista
A leitura do contexto contemporâneo  Fica para quem quiser!..
Deixo essa poesia mundana... Deixo o contexto histórico; Houve mais perdas do que ganhos, O trabalho está feito,  compreendi  o nosso tempo!
A poesia engajada na leitura desse tempo Consumiu minha alma, O meu espírito místico e devoto  E meus olhos para o altar do crucificado. 
Deixo o pensamento! Quero o  silêncio e a contemplação  De Deus em todas as coisas! Meus olhos se voltam para  os iluminados.

José Nunes Pereira

As premissas contemporâneas apontam para a conclusão do relativismo absoluto...

Premissas Contemporâneas
“Le Brésil n’est pas un pays serieux”  “O Brasil não é um país sério” Seja de quem for, de Charles de Gaulle Ou de Carlos Alves de Souza Filho, Embaixador do Brasil na França, Tanto faz, é obvio que o Brasil não é um país sério.
O Brasil nunca foi sério. Talvez o mundo não seja mais sério, Talvez o mundo ainda seja sério Segundo as conveniências do lucro...
A nossa seriedade Está sendo moldada pelo interesse pessoal. Certo ou errado, justo ou injusto, sério ou não Agora é uma questão de conveniência...
Enquanto escrevo um homem pede uma bebida: Sem que ninguém o pergunte, começa a falar da sua vida: _ “Perdi todos os princípios e toda a vergonha” Pensei: Se ele pagar a bebida É porque não perdeu, ainda,  Todos os princípios e toda a vergonha. Ainda lhe resta o princípio de não apanhar...
As nossas premissas apontam Para a conveniência e os relativismos niveladores.
Para Aristóteles: 1ª premissa, 2ª premissa = conclusão. Para a Sociedade dos Prazeres:

A Igreja na sociedade dos entretenimentos.

Igreja diversão
Nada mais é sério... Igreja entretenimentos.
Ritmos, pastores e padres Para todos os gostos Frouxidão dos princípios.
Quebra da pedra fundamental, Criação de um deus deformável, Destruição da estrutura, Morte da verdadeira religião.
Albano Morais
J.Nunez