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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 18 de outubro de 2014

A ditadura do daltonismo social é cínica,

A Ditadura do Daltonismo Social

A ditadura do daltonismo social é cínica,
É capaz até de dizer que vê o que de fato não vê,
No entanto, impõem a você
O que lhe é apropriado para o momento.

Diz coisas que são convenientes aos seus interesses,
Você enxerga outra coisa e outras cores;
Para não contraria a ditadura daltônica,
Você concorda com as cores impostas,
Porém sua consciência não se deixa enganar.

Octávio Guerra

J.Nunez

Sociedade dos vícios, dos desejos, dos prazeres e das promiscuidades santificadas.

A Sociedade sem Parâmetros

A imposição, na Sociedade do Prazer,
De seus vícios, de sua liberdade sexual,
De seus desejos e de seus prazeres.

Faz com que atitudes
Como fazer que não vê,
Hipocrisia, demagogia e vista grossa,
Para a promiscuidade e todas as degenerações,
Seja a única saída para os homens de valores religiosos,
Espirituais e morais em uma sociedade relativista.

Capaz de santificar todas as degradações
A ponto de perdermos totalmente a consciência
Do que é sensato, puro, digno, sublime, superior
Equilibrado, humano, moral, ético, estruturado, bem e mal...  

Albano Morais

J.Nunez 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O povo brasileiro espera mudança!...

Mudança na política 

O povo brasileiro espera mudança!...
Mudança de DONO,
Porque o burro é o mesmo.

No Brasil ninguém se importa
Se jogam merda no ventilador,
Aqui é quarto de hotel,
Casa de ninguém,
Colônia do mundo.

Salomão Alcantra

J.Nunez

terça-feira, 14 de outubro de 2014

O Imparcialismo, dualismo e absolutismos

Dualismo

Dualismo são forças opostos
Que criam outro caminho:
O Imparcialismo.

Holística do bem,

Holística do mal.

Absolutismo do mal
Absolutismo do bem.

Os absolutismos são 

As duas face da dualidade...

O caminho é o meio da bifurcação na estrada. 

Na vertical que sobe 
Ou na vertical que desce. 

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez  

Poesia dualista de Juscelino Andrade

Impotência

Simpatia, trejeitos e gestos afeminados;
Às vezes deixava escapar
Um olhar impotente e triste,
Olhar de desejos e sonhos impossíveis.

O outro passa todos os dias por essa rua;
Leva uma criança pela mão.
Hoje, a sua esposa linda,
De cabelos negros que alcançam a cintura,
Veio ao encontro deles ali na esquina.

Ele contempla a cena mais sublime do mundo
Com um olhar de contemplação e ódio de si mesmo.
Seu corpo sente toda impotência
Diante da vida, da paixão e da realidade.

A loja amanheceu fechada...
Um corpo foi encontrado três dias depois.
Rumores de que ele tenha sido morto por um garoto de programa.

Juscelino Andrade
J.Nunez




domingo, 12 de outubro de 2014

Poesia Imparcialista

Migalhas

A mulher e os filhos foram embora.
O cachorro velho, sujo e fiel
Ficou seguindo meus passos
E dormindo ao pé da cama.

Minha felicidade é nivelada
À migalha e caridade.
Fiquei satisfeito com a visita
De uma velha amiga;
Feia, no entanto, um belo sorriso na cara
Que não chega a compensar ela por inteira.

Tenho aquela educação de bêbado;
Criada a partir de um sentimento de inferioridade
Que a vida desregrada me deu de presente.

Tenho aquele exagerado agradecimento
De um menino miserável
Fuçando sua lata de lixo a procura de comida.

Tenho esse modo desajeitado de um patético
Com vergonha de si mesmo.
Tenho um sentimento de abandono suicida
Que não me redime da culpa de suicídio.

O cachorro parece querer me fazer sentir superior:
Come das migalhas que caem da minha mesa,
Balança o rabo exageradamente agradecido.


Juscelino Andrade

J.Nunez  

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