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Mostrando postagens de Outubro 12, 2014

A ditadura do daltonismo social é cínica,

A Ditadura do Daltonismo Social
A ditadura do daltonismo social é cínica, É capaz até de dizer que vê o que de fato não vê, No entanto, impõem a você O que lhe é apropriado para o momento.
Diz coisas que são convenientes aos seus interesses, Você enxerga outra coisa e outras cores; Para não contraria a ditadura daltônica, Você concorda com as cores impostas, Porém sua consciência não se deixa enganar.
Octávio Guerra
J.Nunez

Sociedade dos vícios, dos desejos, dos prazeres e das promiscuidades santificadas.

A Sociedade sem Parâmetros
A imposição, na Sociedade do Prazer, De seus vícios, de sua liberdade sexual, De seus desejos e de seus prazeres.
Faz com que atitudes Como fazer que não vê, Hipocrisia, demagogia e vista grossa, Para a promiscuidade e todas as degenerações, Seja a única saída para os homens de valores religiosos, Espirituais e morais em uma sociedade relativista.
Capaz de santificar todas as degradações A ponto de perdermos totalmente a consciência Do que é sensato, puro, digno, sublime, superior Equilibrado, humano, moral, ético, estruturado, bem e mal...  
Albano Morais
J.Nunez

O povo brasileiro espera mudança!...

Mudança na política 
O povo brasileiro espera mudança!... Mudança de DONO, Porque o burro é o mesmo.
No Brasil ninguém se importa Se jogam merda no ventilador, Aqui é quarto de hotel, Casa de ninguém, Colônia do mundo.
Salomão Alcantra
J.Nunez

O Imparcialismo, dualismo e absolutismos

Dualismo
Dualismo são forças opostos Que criam outro caminho: O Imparcialismo.

Holística do bem,
Holística do mal.

Absolutismo do mal
Absolutismo do bem.

Os absolutismos são 
As duas face da dualidade...

O caminho é o meio da bifurcação na estrada. 
Na vertical que sobe 
Ou na vertical que desce. 

Jonas Corrêa Martins J.Nunez

Poesia dualista de Juscelino Andrade

Impotência
Simpatia, trejeitos e gestos afeminados; Às vezes deixava escapar Um olhar impotente e triste, Olhar de desejos e sonhos impossíveis.
O outro passa todos os dias por essa rua; Leva uma criança pela mão. Hoje, a sua esposa linda, De cabelos negros que alcançam a cintura, Veio ao encontro deles ali na esquina.
Ele contempla a cena mais sublime do mundo Com um olhar de contemplação e ódio de si mesmo. Seu corpo sente toda impotência Diante da vida, da paixão e da realidade.
A loja amanheceu fechada... Um corpo foi encontrado três dias depois. Rumores de que ele tenha sido morto por um garoto de programa.
Juscelino Andrade J.Nunez



Poesia Imparcialista

Migalhas
A mulher e os filhos foram embora. O cachorro velho, sujo e fiel Ficou seguindo meus passos E dormindo ao pé da cama.
Minha felicidade é nivelada À migalha e caridade. Fiquei satisfeito com a visita De uma velha amiga; Feia, no entanto, um belo sorriso na cara Que não chega a compensar ela por inteira.
Tenho aquela educação de bêbado; Criada a partir de um sentimento de inferioridade Que a vida desregrada me deu de presente.
Tenho aquele exagerado agradecimento De um menino miserável Fuçando sua lata de lixo a procura de comida.
Tenho esse modo desajeitado de um patético Com vergonha de si mesmo. Tenho um sentimento de abandono suicida Que não me redime da culpa de suicídio.
O cachorro parece querer me fazer sentir superior: Come das migalhas que caem da minha mesa, Balança o rabo exageradamente agradecido.

Juscelino Andrade
J.Nunez