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Mostrando postagens de Outubro 5, 2014

Juscelino Andrade, o Vigésimo poeta Imparcialista

Juscelino Andrade, poeta da dualidade da vida, do fim do relativismo  em si mesmo, da superioridade e da inferioridade das coisas, da estrutura e da deformação. Poeta que se relaciona com o mundo partindo de seu julgamento de certo e errado, sublime e degenerado.
Sublime
Meus olhos pedem, Minha boca seca, Meus suspiros denunciam.
Como uma coisa bizarra Eu me devoro Na sua presença.
Ela me olha Sem dizer uma palavra;  diz tudo. Educação, pudor e compostura a impediu De ser indelicada com minhas investidas grosseiras.
Um belo e jovem rapaz Lhe agarrou  pela cintura, Me animou  pensamentos eróticos.
 Quando vi seu par na dança... Lindos e sublimes feito um casal de cisnes. Equivalentes, feitos um para o outro.
Senti no fundo da consciência Muita vergonha de minha indecência.
Juscelino Andrade J.Nunez


Tempo de relativismo, diversidades e multiculturalismos

O Rei desse tempo de trevas
A Igreja está a caminho de aceitar tudo; A alcova é mais conservadora. Coisas desse tempo De relativismo, diversidades E multiculturalismos sexuais...
O rei desse tempo trevas É um devasso santificado E ele está nas Igrejas, Nos negócios, nos comércios e no Poderes...
O Rei das Trevas estabeleceu morte A quem se recusar a festejar E a se deitar com a Grande Rameira.
Não existe mais promiscuidade O Rei das Trevas, ironicamente, santificou Todas as perversões humanas.
Como é conveniente as nossas paixões, Aceitamos de bom grado Todas as perversidades santificadas.  
Albano Morais J.Nunez

Poesia Esotérica Imparcialista: Esse é o caminho para os andarilhos da alma.

Poesia Esotérica Imparcialista: Esse é o caminho para os andarilhos da alma.: Discípulos de São Francisco O caminho é longo, O itinerário é muito difícil Montanha, planície, vale e precipício. Não lev...

Mensagem, poesia para o Dia das Crianças

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A Criança Interior Olhe para um adulto, Que ainda sabe brincar, E verá o menino e a menina que ele foi. Quando nós, adultos, Brincamos com as nossas crianças Deixamos que o menino e a menina Que somos, vir brincar. A nossa criança interior é eterna Ela sempre está ali na esperança, Na magia, no amor, no perdão, Na simplicidade da vida, No sorriso e na palavra sincera. As crianças se olham e se entendem. Temos ainda aquela criança interior Com o poder da imaginação, Com o seu olhar de encantamento Com a natureza, com o mistério da vida, Com o mundo e com as pessoas. A nossa criança interior está ali, e vem brincar Com as crianças de nossas vidas. José Nunes Pereira

Eterno baile de máscara

Ecdise
Hoje ele não ficará em casa, Hoje ele sairá pelas ruas Igual a São Francisco de Assis nu  Abandonando à casa do pai...
Aquele que andava por ai morreu. Morreu aquele que representava ao gosto do povo, Hoje eu sou ele, somos um só...
Sou aquele que arrancou a máscara  Nesse eterno baile de máscara,   Sou aquele que esteve diante do altar, Sou aquele que fez o meu juízo final, Sou aquele que ignora tempo, paredes e espaço, Sou aquele que deixei preso nos porões da alma, Sou aquele que praticou magia em segredo, Sou aquele que se escondeu atrás dos símbolos E atrás do não dito,  Sou aquele que matou o que fui e tomou o seu corpo,
Sou aquele que viveu longos anos nas entrelinhas, Nos silêncios, nas discrições, nos tratados e convenções de paz, Sou aquele que escondeu as garras dentro do bolso, Sou aquele que nunca ninguém viu, ou ouviu falar... Sou um animal deixando a casca.
Jonas Corrêa Martins J.Nunez



O fim dos discursos relativistas está próximo.

Tudo de volta ao seu lugar.
O dono da casa voltou tarde, Acedeu a luz da entrada; Os ratos que faziam a festa Correram de volta para os buracos...
O fim dos discursos relativistas está próximo.  Os donos da verdade incontestável Estão voltando ao Poder. Estaremos de volta para nossas ruelas Nossos corredores e nossos balcões imundos.
Voltaremos rindo, Igual aos jovens vândalos vindo de festas, Voltaremos rindo..., de por um tempo Esculhambar com o mundo deles E de eles ter nos agradecido e nos santificado por isso.
Voltaremos para a nossa verdade incontestável; Nosso paraíso das perversões. Tudo de volta ao seu lugar...
Por um tempo dominamos o mundo, Invertemos os valores... Só restará a nossa zombaria De eles ter confundido gente de nossa casta   Com santos, nos dignificar, beatificar e santificar...
Abílio Santana J.Nunez