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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Filosofia da consciência absoluta

A filosofia Imparcialista

Na filosofia imparcialista
Uma  moeda têm duas faces,
E ainda a face abstrata no mundo da mente
Com muitas dimensões...

Octávio Guerra

J.Nunez 

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Democracia da informação




Mídia Imparcialista

Estamos na democracia da informação,
Nada ficará oculto...

Os dois lados da notícia
Estão na mídia imparcialista,
A imparcialidade também pode ser
Um grande mercado e produto...

Uma imparcialidade que pende
Para a ordem, a regra, a sanidade,
A justiça, a verdade, o equilíbrio,
Coerência e consciência.

Octávio Guerra

J.Nunez

quarta-feira, 11 de junho de 2014

A sociedade individualista, o nivelamento e o relativismo



Alcateia Urbana

No Brasil é assim:
Quem ostenta é assaltado e morto,
Se for mendigo é queimado vivo...

Para nos defendermos
Estamos formando a alcateia urbana,
A tribo da minha rua,
A tribo amigos reais,
A tribo do meu bairro,
A tribo da minha cidade,
A tribo do meu país...
A  minha aldeia.

O mundo capitalista com seu egoísmo,
Seu consumismo, seu relativismo,
Seu nivelamento e seu individualismo
Destruiu a nossa tribo,
Nosso instinto de matilha,
Nosso espirito gregário,
E ficamos entregues a matilha de assassinos
Ladrões e malfeitores que se organizaram para praticar crimes...

O relativismo e o nivelamento
Destruíram o respeito, a estrutura, os valores etc.
Tentando reduzir tudo a mesma coisa...

Albano Morais
J.Nunez


segunda-feira, 9 de junho de 2014

A visão holística na poesia de Saulo Menezes Castro

Liberdade e prisão

Estou preso em meu corpo,
Estou preso dentro de minha alma,
Estou preso entre paredes de casa e carro,
Estou preso entre a terra e o céu,
Estou preso entre fronteiras de abismos,
Estou ilhado,
Estou preso no mundo virtual,
Estou preso entre os limites, os parâmetros e a lei,
Estou preso dentro da sanidade e da loucura.
  
Mesmo que eu tivesse asas,
Ainda assim estaria preso
À minha condição de ser anjo ou pássaro.  
A necessidade de estrutura e forma é uma prisão
Da qual ninguém pode fugir...

Os modernos e pós-modernos tiveram essa ilusão de liberdade,
Ignorando que estamos presos a uma condição,
Presos à forma e a estrutura,
Que é a base e a nossa consciência de existir.

Mesmo que eu atravesse paredes
Viaje para outros mundos em corpo astral
Ainda assim eu estou preso nesse corpo
Que me dá essa condição de viajar
Muito além do espaço e do tempo.
Saber que estamos presos é uma consciência holística.

Saulo Menezes de Castro

J.Nunez

domingo, 8 de junho de 2014

Morte na poesia Imparcialista de Hermínio Vasconcelos

Foto de Alexandre Possi


Longe das luzes da cidade...

Quilômetros de escuridão
Entre a taberna e as luzes da cidade
Relâmpagos lá longe...

Na taberna à meia luz
Apenas rostos de pessoas estranhas,
Não quero rostos conhecidos,
Quero olhos interrogativos,
Como eu sou interrogativo e estranho,
Quero música sem voz humana.

Troquei o meu sorriso largo
Pelo meu olhar profundo, indagador e simpático,
Que vi em minha fotografia.

Quero música triste e sem voz humana,
Quero gente melancólica,
Não quero pessoas felizes ao meu redor; não sou palhaço...

Pessoas felizes não entendem minha dor,
Como eu não entendo suas ilusões com a vida.
Não quero que entenda; só quero estar aqui...

Eu não peço silêncio,
Procuro e encontro na taberna longe das luzes da cidade...

O vício é larva no corpo e na alma,
O vício é repetitivo e desgastante,
Estou aqui pelo vício e a dor.
O vício foi um pouco de prazer,
E maneira errada, de ter razão de viver,
O vício é válvula de escape para não enlouquecer.

Há pessoas que nascem com muitas dores na alma,
E uma saudade não sabe do quê,
Eu sou dessas pessoas, essas não felizes...

Não invejo os felizes e descontraídos que sabem dançar,
Invejo os que sofrem as dores do caminho...
Invejo as dores, as feridas e os sofrimentos de uma via cruz.

O único caminho que conheço é esse entre a taberna e as luzes da cidade.
Eu sou aquele poeta das liberdades, das libertinagens e permissividade.

Morreu aqui na taberna aquele poeta e seus vícios; 
Ficou a dor e o sofrimento na vida e na poesia 
Que vai no rumo de mim mesmo.  


Igual a um cavalo, muito digno e sereno, vim aqui para morrer,
Longe das luzes da cidade.

Hermínio Vasconcelos
J.Nunez

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