Pesquisar este blog

MOVIMENTO IMPARCIALISTA

MOVIMENTO IMPARCIALISTA
IMPARCIALISMO

sábado, 11 de janeiro de 2014

A sociedade do pecado, do vício, do desejo e do prazer.

A Sociedade do Pecado ou A Sociedade do Prazer.

Esse contexto poderia ser chamado de A Sociedade do Pecado,
Mas, como o contexto contemporâneo ignora os limites,
As fronteiras, os  planos da consciência,
A lei oculta, os valores, os limites, a coerência, 
A sanidade social, o equilíbrio, a sensatez, as virtudes, os parâmetros
E tudo que possa impedir a nossa "felicidade" segundo os nossos desejos;
Por essas razões, chamamos esse tempo de A Sociedade do Prazer.

Nesse contexto nos tornamos tão individualistas,
Tão egoístas, tão mesquinhos e tão superficiais
Que ignoramos as destruições e as dores que podemos causar
Com a realização, a todo custo, de nossos desejos, prazeres e vícios...
Essa é a sociedade que obedece apenas a lei do prazer individualista.

Octávio Guerra

J.Nunez

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Na sociedade da deformação e do nivelamento.

Na Sociedade Pornográfica

Está cada vez mais difícil
Saber se é jornalismo ou se é fofoca,
Se é jornalismo ou se é pornografia,
Se é jornalismo ou se é piada,
Se é informação ou se é desinformação,
Se é humor ou se é deselegância e falta de escrúpulos,
Se é para rir ou se é para levar a sério,
Se é democracia, ou se é ditadura,
Se é socialismo ou  se é  capitalismo,
Se somos um mundo ou se somos uma comunidade global, 
Se é caridade ou se é exploração,
Se é virtude ou se é defeitos humanos, 
Se é inclusão ou se é exclusão,
Se é homem ou se é  mulher,
Se é dia santo ou se é dia de consumo,  
Se é igreja ou se é baile,
Se é padre ou se é galã de cinema,
Se é anuncio de produtos industrializados ou  se é filosofia de vida,
Se é amor ou se é vontade de fazer sexo com todos,
Se é polícia , político ou se é  bandido,
Se é liberdade ou se é prisão e escravidão,
Se é direitos ou se é fazer do mundo um bacanal a luz do  sol,
Se é vício ou se é diversão,
Se é filme, novela, programa de televisão para a família
Ou se é pornografia no horário nobre,
Se é justiça ou se é medidas eleitoreiras,  
Se é progresso ou se é degeneração,
Se é evolução ou se é involução,  
Se é  loucura ou se é sanidade,
Se estamos no céu ou se estamos no inferno,
Se estamos a caminho do abismo
Ou se chegando ao ápice da montanha,
Se somos ainda modernos 
Ou se o modernismo morreu  no ápice do capitalismo,
Se é cultura, música dança ou se é insinuação de sexo explicita,
Se é educação ou se é bestialização,
Se é de boa intensão ou se é exploração,
Se é arte ou se é destruição do que foi a arte,
Se é a vida real ou se é vida virtual,
Se é certo ou se é errado,
Se é bondade ou se é maldade,
Se é riqueza ou se é pobreza:
Os moradores da favela, que  segundo as estatísticas surrealistas,
 É a nova classe média,
Saem às ruas reivindicando moradia digna!

Albano Morais
J.Nunez


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A máquina revolucionária, inconscientemente, trabalha a favor do sistema capitalista...

A mulher, a mãe operária, sua sangue para cumprir três tarefas ao mesmo tempo: trabalhar durante oito horas num estabelecimento, o mesmo que seu marido; depois, ocupar-se da casa e, finalmente, tratar dos filhos. O capitalismo pôs nos ombros da mulher uma carga que a esmaga; fez dela uma assalariada, sem ter diminuído o seu trabalho de dona de casa e de mãe. Assim, a mulher dobra-se sob o triplo peso insuportável, que lhe arranca amiúde um grito de dor e que, às vezes, também lhe faz verter lágrimas. O afã foi sempre a sorte da mulher, mas nunca houve sorte de mulher mais terrível e desesperada que a de milhões de operárias sob o julgo capitalista durante o florescimento da grande indústria… (Alexandra Kollontai, 1982).

A Máquina Revolucionária

Ela dizia ao marido:
_ Conquistamos o trabalho fora de casa
Para criar riqueza para os outros,
E continuamos com o peso da casa, 
Com o peso de ser esposa e mãe...
Acho que a mulher foi enganada, 
E nos deram o crédito de sermos as revolucionárias; 
Titulo que ostentamos com orgulho...
Ignorando o fardo que nos curva e nos consome...
Concluiu: 
_Você bem que poderia ganhar o suficiente para sustentar sua família.

Agora que vivemos as consequências
Do que é ser industrializado, tecnológicos, materialistas, modernos, “livres”,
Sem limites, insanos, “emancipados”, consumistas, sem parâmetros,
Sem dimensões humanas, sem ideologias, individualistas, exploradores,
Sem escrúpulos, possibilistas, sem valores espirituais, sem valores humanos;
Menosprezo as nossas conquistas automáticas
Ferramentas do sistema capitalista.
Talvez, um dia, assim serão vistas as conquistas desse tempo.   

Nos moldam, nos incentivam a moldar,
Ou, sem saída, nos moldamos  a um sistema
Que tem suas bases no consumo,
No capitalismo, nos prazeres, nos vícios e nas guerras dos sexos...

Depois pensamos;  nos convencemos, ou nos convencem
De que somos revolucionários...
Quando não passamos de vítimas e ferramentas
De um sistema político e social
Que nos convence lutar pelos seus interesses...

Ser revolucionário é caminhar na contramão,
Ou estar fora do mecanismo que molda o sujeito
Segundo os interesses do sistema que está no poder.

Somos a máquina revolucionária inconsciente
Trabalhando a favor do sistema.
As conquistas de liberdade na sociedade dos vícios e prazeres
Vão nas correntes e a favor do sistema consumista.
Estamos muito convencidos de nosso heroísmo e bravuras
Enquanto vamos nas correntezas do sistema.

Ser revolucionário é renegar as liberdades, os vícios,
Os prazeres propostos pelo sistema vigente.
Ser revolucionário é viver as abstinências
Em um tempo em que odiamos qualquer forma abstinências.  

Octávio Guerra

J.Nunez

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Globalização da fofoca

Comunidade Global

A conversa se espalha
Como em uma cidadezinha de interior,
Ficamos “na boca do povo”

Em uma escala mundial
Com a fofoca virtual
Em comunidade global.

Octávio Guerra

J.Nunez

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Poesia espiritualista.



Cemitérios dos esquecidos (Sales)

A voz da mãe natureza,
Ali na floresta nativa,
Ali no Cemitério dos Esquecidos,
O silêncio da morte,
A voz do nativo,
O calafrio da morte,
O silêncio dos injustiçados.
A voz calada e o gemido sufocado
É o grito dos mortos
Que de modo algum silencia...
As almas estão ali e causam arrepios
Porque a morte não cala os mortos.

José Nunes Pereira  

Fim das ideologias, ou ideologias das conveniências

Ideologias possibilistas

Não temos mais ideologias:
Capitalismo quando é conveniente, 
Socialismo quando é conveniente,
Ditadura Militar quando é conveniente,
Ou nada disso, quando é conveniente....

Estamos sujeitos aos possibilismos
De uma sociedade que se molda
Ao capital e ao consumo.

Octávio Guerra
J.Nunez


domingo, 5 de janeiro de 2014

Novo conceito de ambiente familiar.

Um diálogo entre poetas imparcialistas

Um ambiente de família 

Meu amigo e filósofo relativista, dizia:
 _ É tudo a mesma coisa...
Chegamos na rua Sodoma.
Do outro lado da rua,
Viciados, prostitutas velhas, prostitutas novas,
Travestis, gays, simpatizantes praticantes etc.
Perguntei: _ Ali também é tudo a mesma coisa...

Ele respondeu: _Depende!
E Perguntou:_ O que é um ambiente familiar para você?  
Respondi: _ Um ambiente familiar é aquele 
Que está dentro dos princípios cristãos de família e virtudes.
O poeta relativista me surpreendeu: _ Errado! 
_Esse conceito de ambiente familiar é preconceituoso, homofóbico , 
Excludente e violador de direitos dessas pessoas.

Exclamei: _ Que!?
O meu amigo relativista explicou:
 _ Imagine que esse ambiente fosse o aniversário de uma criança.
Respondi: _Tá louco! _É impossível de imaginar!

Ele concluiu: _ Se fosse! _ Dentro do conceito atual de direitos, inclusão, liberdade, família,
Dignidade,  valores, virtudes, amor etc. Esse ambiente é familiar!
Não podemos negar esses direitos a essas pessoas.

Resumindo: _O puteiro, quando em  público, é ambiente familiar.
Meu relativismo não é relativismo por relativismo,
É relativismo pelo contexto atual de direitos,
Que no  fundo são direitos sexuais...
Meu relativismo  é um lugar de estagnação humana...

Abdias de Carvalho
J.Nunez

Abdias de Carvalho poeta da estagnação, da poeira assentada, da falta de perspectiva, da baixeza moral, da atrofia, da revolta calada, do silêncio dos excluídos, da ruminação furiosa e secreta, da repugnação, da repetição angustiante, da falta de oportunidades e da linguagem repugnante; esse poeta representa o abandono, o deixar se onde está. Neste poeta não há incertezas, e sim eterna imobilidade.  


Sociedade das incoerência sem escrúpulo

Incoerência

O advogado falou defendendo o criminoso:
_ Meu cliente confessa o cárcere privado,
Mas o estupro, foi relação sexual consentida...

Salomão Alcantra

J.Nunez

Postagem em destaque

O Imparcialismo: O Ciclo de Saturno

O Imparcialismo que começou a ser escrito em 2006 E  revelado em 2008. Foi à leitura do fim de um período, Iniciado pós-guerras, tempos...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

MOVIMENTO IMPARCIALISTA