Postagens

Mostrando postagens de 2014

TRIBUTO AO ÍNDIO BRASILEIRO

Imagem
Tributo ao Índio Tributo ao índio Que índio? De que tribo? Daquela que exterminamos! Salomão Alcantra J.Nunez

Da primeira vez que eu vi o mar

Poema ao mar
Da primeira vez que eu vi o mar Meus olhos se encheram de alegria de contemplar, Como se um dia eu tivesse deixado esse lugar, Como se eu voltasse para o meu lar...
Me vi bem perto do criador, Calei as preocupações do dia, Meu coração transbordou amor, O meu peito respirou alegria.
Lavei o corpo e a alma no sal do mar, Compreendi a grandeza de amar, A nobreza de minha insignificância E que toda a minha importância Esta no amor, na contemplação E na humildade diante da criação.
Nesse instante de integração com a natureza, Diante dessa  embriagadora  beleza, Compreendo que sou criatura, Criador, e que na essência e no coração Sou essa pessoa de alma pura Diante dessa manifestação De amor, reverência e candura.  
Francisco Medeiro J.Nunez
27-12-2014 Itapema

Parâmetros de igualdades e diferenças

Parâmetros de Igualdades e Diferenças
Nesse sistema que trata a mulher e o homem, Apenas como indivíduos, sociais e consumidores, Com seus direitos sociais e de consumidores.
Faz dessas questões parâmetros de igualdades e diferenças; Ignora as dimensões espirituais do ser humano, Desvaloriza o princípio masculino e feminino, Joga um contra o outro e se beneficia dessa disputa.
Esse sistema criou uma eterna guerra entre os sexos, Agora quer parar a guerra com leis, Porém, sem parar a disputa que beneficia o sistema.
Octávio Guerra J.Nunez
Itapema 27-12-2014


Igualdade

Igualdade de Sexo
Com mais igualdade de sexo O país progrediu muito... Em número, gênero e grau.
Agora temos bandidos e bandidas, Bandidinhos e bandidinhas Ladrões e ladras...
Salomão Alcantra J.Nunez

Itapema 27-12-2014

A sociedade dos prazeres, Dos desejos, dos vícios e dos entretenimentos Ignora a ação e a reação

Imagem
Ação e Reação

Duas faces Tudo respeita a dualidade E tem pelo menos duas faces...
Ação, reação, julgamento; Prazer, vício, consequência; Desejo, escravidão, dependência; Opinião, oposição, reação.
A sociedade dos prazeres, Dos desejos, dos vícios e dos entretenimentos Ignora a ação e a reação, Como se fosse possível à existência E a consciência de existir sem a dualidade.

Octávio Guerra J.Nunez

Por medo de voar

Profundidade
Apegados à superfície, Por medo de voar E distanciar de nossa condição humana, Não descemos as profundezas Nem subimos as alturas... Onde podemos, realmente, ser felizes e livres...
Jonas Corrêa Martins
J.Nunez

POESIAS IMPARCIALISTAS : Pawel Kuczynski e o novo caminho para a Arte

POESIAS IMPARCIALISTAS : Pawel Kuczynski e o novo caminho para a Arte:              Pawel Kuczynski . O Novo Caminho para as Artes No tempo da fotografia O caminho da arte plástica Está na l...

CNVO COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE OMITIDA

CNVO COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE OMITIDA VERDADE OMITIDA
Comissão da Verdade, Depois da Ditadura Militar no Brasil Já aconteceu tanta atrocidade Que a tal Comissão Nacional da Verdade Perdeu a força e o sentido diante da omissão De nossas verdades e atrocidades atuais.
A comissão da verdade deveria Se estender até o governo atual Que se coloca apenas como vítima, Quando na verdade era oposição Querendo derrubar o governo Fosse ele Militar ou não.
CNVO Devemos fazer agora a  COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE OMITIDA. 
Octávio Guerra J.Nunez

11-12-2014

Sociedade dos prazeres, da prisão, da ditadura das liberdades e dos direitos

Contra-senso
Tempo de tirania que não aceita dualidade. Tirania das liberdades e dos direitos. Não aceitamos a contrapartida Não aceitamos a oposição; Queremos guerra sem guerra e paz sem paz; Queremos atos sem consequências; Queremos a guerra sem reação do inimigo! Queremos direitos sem ponto de vista contrário; Queremos um paraíso de relativismo absoluto e impossível; Queremos condenar, ofender, julgar sem ser julgado... Queremos prazeres sem limites; Ignoramos a escravidão e as consequências do vício, Queremos equilíbrio na balança sem o contra peso,   Construímos discursos e terminologias para santificar tudo.
A paz feita em contratos e palavras adequadas Está com os dias contados,  Não dão mais conta de manter a paz; É o fim do discurso!
Otávio Guerra
J.Nunez


Parafrasendo

Poesia Imparcialista: o absurdo visto com naturalidade, fazendo assim, uma crítica a partir dessa falsa permissividade...

Namoros Contemporâneos
Ela sempre namorou menina, Foi namorar menino; Deu tudo errado! Ficou grávida. Sempre falei que menino é perigoso...
Salomão Alcantra J.Nunez

A Sociedade do Prazer subjuga tudo ao desejo e ao vício....

Poliamor
A sociedade do prazer, Dos discursos mirabolantes, E dos entretenimentos sexuais Com seus termos “politicamente corretos”, (Como se um termo correto estivesse acima da realidade)  E pudesse santificar, estruturar e dignificar tudo; Agora inventou o poliamor, Que não pode ser confundido com polisuruba ou polisexo, Com nada que avilta o poliamor.
Temos que parecer dignos! Mas aos olhos de quem? Se a sociedade do prazer está construindo   Uma sociedade sem conceitos de pecados e sem abstinências.
No fundo ainda temos medo da bestialidade e da insanidade social... Apesar de toda a nossa frouxidão entre as pernas, E da permissividade em nossos vícios e desejos, No entanto, termos politicamente corretos, não nos salvará de sermos depravados.
Albano Morais
J.Nunez

Poesia Esotérica Imparcialista: Poesia esotérica

Poesia Esotérica Imparcialista: Poesia esotérica: . Um fantasma patético... Preso dentro de uma parede densa Colidindo em uma multidão de átomos Feito um fantasma tão compacto Qu...

Poesia Imparcialistas

Duas Caras
Se a pessoa tem duas caras, Não confie em nem uma delas, Porém, seja tolerante com a cara Que lhe parece mais próximo da verdade Sobre aquela pessoa.
A muita coisa estranha nesse mundo relativista, Porém, o que mais me assombra É o descontentamento da mulher Com poder do princípio feminino, Impossível aos homens. Elas ainda cobiçam e conquistam o poder masculino... Depois imitam as degradações e os vícios masculinos Como se fossem livres dentro das prisões humanas.
Dentro e fora de mim, eu me dissolvo em Deus.   A minha religião é holística, interior e interiorizada. Minha religião e meu Deus É de dentro para fora, Sem padres, não precisa! Confesso a mim mesmo; o perdão pertence a Deus. Meu coração é o templo, A morada de Deus e do meu guia espiritual.
Salomão Alcantra
J.Nunez

Poesia Esotérica Imparcialista: Lição de humildade e amor

Poesia Esotérica Imparcialista: Lição de humildade e amor: Lição de amor e humildade Só voltarei à poesia com a mística e o autodescobrimentos... Volto à poesia com a lição de humildade, Co...

Fim da poesia Imparcialista de leitura do contexto histórico.

Fim do engajamento na poesia social Imparcialista
A leitura do contexto contemporâneo  Fica para quem quiser!..
Deixo essa poesia mundana... Deixo o contexto histórico; Houve mais perdas do que ganhos, O trabalho está feito,  compreendi  o nosso tempo!
A poesia engajada na leitura desse tempo Consumiu minha alma, O meu espírito místico e devoto  E meus olhos para o altar do crucificado. 
Deixo o pensamento! Quero o  silêncio e a contemplação  De Deus em todas as coisas! Meus olhos se voltam para  os iluminados.

José Nunes Pereira

As premissas contemporâneas apontam para a conclusão do relativismo absoluto...

Premissas Contemporâneas
“Le Brésil n’est pas un pays serieux”  “O Brasil não é um país sério” Seja de quem for, de Charles de Gaulle Ou de Carlos Alves de Souza Filho, Embaixador do Brasil na França, Tanto faz, é obvio que o Brasil não é um país sério.
O Brasil nunca foi sério. Talvez o mundo não seja mais sério, Talvez o mundo ainda seja sério Segundo as conveniências do lucro...
A nossa seriedade Está sendo moldada pelo interesse pessoal. Certo ou errado, justo ou injusto, sério ou não Agora é uma questão de conveniência...
Enquanto escrevo um homem pede uma bebida: Sem que ninguém o pergunte, começa a falar da sua vida: _ “Perdi todos os princípios e toda a vergonha” Pensei: Se ele pagar a bebida É porque não perdeu, ainda,  Todos os princípios e toda a vergonha. Ainda lhe resta o princípio de não apanhar...
As nossas premissas apontam Para a conveniência e os relativismos niveladores.
Para Aristóteles: 1ª premissa, 2ª premissa = conclusão. Para a Sociedade dos Prazeres:

A Igreja na sociedade dos entretenimentos.

Igreja diversão
Nada mais é sério... Igreja entretenimentos.
Ritmos, pastores e padres Para todos os gostos Frouxidão dos princípios.
Quebra da pedra fundamental, Criação de um deus deformável, Destruição da estrutura, Morte da verdadeira religião.
Albano Morais
J.Nunez

Poesia religiosa.

A presença da Mãe de Deus
Mãe Divina bondade, Mãe Divina compaixão, Mãe Divina caridade, Mãe Divina criação, Mãe Divina amor, Mãe Divina labor.  
A presença da Mãe de Deus é de amor e mortificação.
Mãe Divina castigo, Mãe Divina castidade, Mãe Divina fogo, Mãe Divina morte, Mãe Divina purificação, Mãe Divina regeneração.
Jonas Corrêa Martins J.Nunez

Juscelino Andrade: poeta da dualidade da vida, do fim do relativismo em si mesmo, da estrutura, da deformação em si mesmo. Poeta que se relaciona com o mundo a partir de seus próprios conceitos e julgamentos de certo e errado.

Espelho da Vida
Olhei para o espelho da vida, Ri com simpatia para menina que corre Para acompanhar os passos dos pais; Outra criança menor, vai no colo.
A mãe,  uma mulher muito bonita, O pai, certamente um guerreiro Igual a tantos outros homens, pai de família. 
Eu, que observo essa imagem Refletida no espelho da vida; Um covarde, um egoísta que abandonou A vida que poderia ser sido.
Observo sem intenção de observar, Sem qualquer intenção... Vou morrendo aos poucos, Me envenenando em doses homeopáticas.
Pareço amargo? E sou, amarguradamente amargo, Como que chegou ao vim da vida E errou em todas as escolhas que não fez; Apenas entrei no barco da vida E deixei-me, ir na correnteza.
Juscelino Andrade J.Nunez

Juscelino Andrade, poeta da dualidade da vida, do fim do relativismo

Equivalência
Sou inferior e superior de alguma maneira; Depende muito de que ângulo se é olhado. Prevalece a lei de equivalência e funcionalidade.
Ela é feia, muito feia... Mas cozinha muito bem, Não sobra para ela muitos pretendentes, Porém de amigos a casa anda cheia. Prende as pessoas pelo paladar. As cozinheiras é uma espécie de feiticeira.
A outra é linda, muito linda... Porém é difícil achar nela um talento... Restou a ela ser um cabide de moda e beleza; Um tanto parnasiana. Feito abre alas, sua imagem se impõe na entrada da festa, Depois que a festa descamba para a informalidade, Sua imagem desaparece e dá lugar aos piadistas.
A cada qual um brilho em dado momento. É feia mais suga todas as atenções E até um grande amor. É feia e causa inveja e ciúmes; O quanto é amada de verdade.
Seu marido tem aquele mistério e charme Que o impede de ser simplesmente feio. Ele, uma figura que se impõe a si mesmo E aos outros, porém a simpatia e a gentileza Salva o ar de consciência e superioridade.
A poesia se f…

Imaculada concepção sem pecado

Pecado Imaculado
A Sociedade do Prazer, Dos vícios, dos desejos e dos entretenimentos Subjugando a fronteira, a lógica e a estrutura E a dimensão oculta dos homens.
Liberdades sexuais: Imaculada concepção sem pecado, Dos nivelamentos e dos relativismos...
Enquanto escrevo A doida do Bairro Olhou-me sem olhar enigmático, Sem exibição de mistério Passou dizendo:  _“A cada um Deus deu um destino, Ninguém veio aqui consertar à vida de ninguém” Nunca ouvi palavras tão sensatas Dos que se presumem inteligentes e sábios. Até mesmo a doida tem uma estrutura de doida.
As rodas dos carros pisam nas poças d’água E dá um banho na Doida. As rodas são exatas, com um martelo, não precisam ser mais, Batam ser martelo e roda. As rodas são o principio, o fim e a eternidade.
Chakra, mapa astral, mandala Rodas que move à alma. Rodas engrenagens do mundo, Tudo se move em círculo e sobre rodas, Mesas redondas Rodas da fortuna, Rodas do destino, Rodas de cassino, Rodas do inferno A vida é uma roda; Hoje por baixo amanhã por cima…

A morte da palavra, e por consequência, a morte do discurso

Cemitérios de Palavras As palavras estão mortas; Onde podemos enterrá-las?
Morreu a palavra arte, pecado, Depravação e milhares de outras palavras; Foi um massacre!
A palavra morre quando a ideia, O conceito e a coisa que ela designa Deixa de existir.
As palavras morreram de relativismo libertino Na sociedade sem abstinências.  
O deboche, a sátira, o realismo, A imparcialidade, a dureza, O absurdo visto como normal e a ironia É a sobrevivência da palavra.
O Verbo que é Deus e Diabo Pode ressuscitar a palavra.
Nem o Diabo gosta do relativismo nivelador Que os considera santificados...  
Albano Morais J.Nunez  

Poesia social imparcialista

Sujeitos Medianos
O Brasil se maquiou como o país do futebol, Colocou a máscara de país do carnaval, E por analogia, da diversão sexual, Agora está se auto-afirmando Com sua verdadeira cara; País da corrupção.  
Mudança ministerial Mudança de governo. O que importa mesmo É o dinheiro que você tem no bolso... Os governos mudam E sempre o que importa mesmo É o que você está fazendo com sua vida...
Os governos têm propostas Assistencialistas para os muito pobres, Para que continuem pobres... E conserve no poder um governo de medidas paliativas.  
O governo tem proposta Para as minorias milionárias Para que essas financiem o governo.
O governo usa outras minorias, Quando é conveniente, Para desviar focos e ganhar votos...
Para os sujeitos medianos O governo não tem planos. Indivíduos medianos, socialmente, São as bases e o sustento do país; É para isso que eles servem.
As fronteiras do país é uma ilusão, O governo é uma criação ideológica, O mundo funcional com o dinheiro, Logo,…

O poeta Imparcialista

Imagem
O Julgamento
O Julgamento, Vigésima carta do Tarot, Vigésimo poeta Imparcialista.
Dentro desse contexto histórico, Dentro de qualquer tempo que passou Ou que ainda virá O poeta Imparcialista,   Nas entranhas do mundo, Deve ser Jonas na barriga do grande peixe.
Consciente desse mundo, Consciente de que existimos dentro das vísceras Desse grande peixe Que desce para as profundezas do inferno.
Aqui nas entranhas do mundo  Eu suplico, canto e contemplo a Mãe de Deus.
Jonas Corrêa Martins
J.Nunez