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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 21 de dezembro de 2013

Mulheres Imitações de Homens na sociedade do prazer.

No Divã do Sociólogo

Não vá ao psicólogo,
Vá direto ao antropólogo, ao sociólogo:
Perguntei a ele:
_Doutor antropólogo
 _ A mulher luta pelo seu direito,
Ou luta pelo seu direito de imitar homem
Em estado deplorável;
Com toda a sua depravação e inferioridade...
Pelo direito de imitar tudo que no homem sempre foi reprovável,
Até mesmo para os homens,
Mais elevados em espirito e índole?

Ele respondeu:
 _ Assim é a sociedade dos direitos,
Do prazer, do entretenimento sexual e dos desejos,
Tudo isso está acima da tradição religiosa,
Dos preceitos, dos dogmas, das leis, 
Dos princípios, da ordem, do sagrado, do profano,
Da estrutura, da cultura, da  espiritualidade etc.

Tudo está subjugado pelo prazer e pelo desejo;
Portanto, só levamos em conta o nosso desejo e o nosso prazer,
Ou o desejo e o prazer de um determinado grupo de pessoas.
E mais....

Octavio Guerra
J.Nunez


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O sexismo na sociedade relativista...

O Sexismo Sexista

Homem, educado, criado, formado
Segundo a tradição e a cultura de ser homem,
É sexismo...

Mulher criada, educada, formada 
Segundo a tradição e a cultura de ser mulher
É sexismo...

Formar homens como mulheres
E mulheres formadas como homens,
Ou nada disso,
Não é sexismo!?

O sexismo
É o absurdo da sociedade relativista e niveladora.
A sociedade relativista  caminha em círculo com suas teorizações,
E cai na incoerência e na mais completa confusão e redundância...

Octávio Guerra

J.Nunez

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

https://www.facebook.com/poetajosenunespereira/

        




Sobre

José Nunes Pereira - poeta criador do Movimento Imparcialismo: literatura para o novo contexto, com seus dezoito poetas imparcialistas (ficcional)
Biografia
Poeta, professor e editor do Blog Cidade de Marília. Poeta e pesquisador criador da poesia Imparcialista e do Movimento Literário Imparcialismo.

http://literaturaimparcialista.blogspot.com.br/
Descrição
José Nunes Pereira (J.Nunez) também é pesquisador, criador do Imparcialismo, integrante do Movimento Artístico, intelectual e literário Os Imparcialistas.

AlôArtista - Qual foi o ´click´ que despertou a sua arte? Qual o fato ou pessoa que teve mais influência na sua atividade?
José Nunes Pereira - Meu gosto para a poesia e a arte se despertou com a leitura de poetas brasileiros, especialmente com o poeta Castro Alves. Depois vieram muitos outros poetas brasileiros e estrangeiros, até que cheguei a poesia Imparcialista.

AlôArtista - O que você gostaria de ver divulgado, do seu trabalho, nesta entrevista?
JNP - Escrevo há muitos anos, porém a minha razão para escrever é a poesia Imparcialista, que resultou em um trabalho acadêmico chamado O Novo Contexto para a Arte e a Literatura contemporânea. O Imparcialismo é o trabalho na construção da literatura para o novo contexto e o estudo desse contexto para que os artistas de todos os ramos da arte possam trabalhar partindo dessa pesquisa.

AlôArtista - Qual é a principal ´mancada´ no Brasil, em se tratando de incentivo ao artista? É difícil ser artista neste país? O que poderia ajudar?
JNP - É difícil ser artista em qualquer lugar do mundo, quando o artista não está fazendo a coisa “comercial”. Talvez no Brasil seja ainda mais difícil porque não temos público para a cultura intelectualizada, mais refinada, bem elaborada ou ainda engajada em alguma questão realmente significativa. Muito diferente das conotações e do sexo na música. A maior mancada do Brasil é a falta de público para a cultura que não seja a de consumo e modismo.

AlôArtista - Conte um pouco sobre carreira e onde deseja chegar.
JNP - Escrevo há muitos anos e criei o Imparcialismo em 2008. Meu desejo é um dia ver o Imparcialismo sendo praticado por outros artistas, de todos os ramos. A função da arte pode ser revelar o homem e a sociedade a si mesma, deixando de ser mero reflexo de seu tempo, passando a ser o espelho onde o homem e a sociedade possam se ver e se transformar partindo dessa consciência. Talvez a arte possa ajudar o homem a encontrar o equilíbrio que ele tanto busca nesse tempo de labirintos.

AlôArtista - Como um site como o AlôArtista pode contribuir para ´os artistas´, na sua opinião?
JNP - Creio que o AlôArtista já está fazendo muito pelo artista, por ser esse espaço de divulgação da arte e do artista.

Blog literatura imparcialista
Informação Geral
Poeta José Nunes Pereira, poeta criador do Movimento Imparcialista, editor do Blog Cidade de Marília, Blog Artigos Imparcialista, entre outros. Comerciante no Marília Doces e Salgados.

Informações básicas

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O relativismo é o fim do modernismo e as consequências dele...

O Relativismo  

Fomos modernistas,  de tão modernos
Caímos no relativismo, agora somos relativistas.
Primeiro santificamos e dignificamos
O que antes era promiscuidade e depravação.
Agora relativistas, tornamos tudo a mesma,
Logo, podemos ser abstêmio ou promiscuo, 
Que é a mesma coisa...

Eu sou promiscuo, promiscuo mesmo... Sem santificação.
A TV ficou ligada para dar a impressão de que tinha gente em casa.
Já passou da meia noite, na porta da pensão, as meninas e as putas velhas,
São agora profissionais do sexo, com carteira assinada.
Eu, poeta vagabundo e tradutor medíocre, não tenho carteira assinada.
Com muita dificuldade acho o buraco da chave,
Já é sexta-feira 13.

O que me chamou a atenção na TV que ficou ligada,
Foi a propaganda de uma promoção de caixão da tal loja “ Boa Morte”:
Compre um caixão e ganhe outro.
Na compra de dois caixões ganhe os serviços funerários.
Favei comigo: O que será que eu bebi...
De fato, minha vida não é grande coisa,
Mas essa promoção de caixão não vale apena!

As meninas seminuas lá embaixo; 
Para o homem digno que passa de carro,
Possivelmente, vindo de uma festa de casamento,
Com seus filhos bonitos e educados,
Com sua esposa linda, cheia de dentes e muito bem cuidada.
Para esse homem digno, 
Ela, lá na porta da pensão, é apenas um pedaço carne branca,
Doente, viciada e suja, digna de compaixão!
O pedaço de carne branca, doente e suja,  subiu para meu quarto...
É  o que tem para essa noite.

Não venha santificar esse esgoto...
Não me venha com dignidade e santificações com suas teorias de nivelamentos.
Não tire de mim as metas, os parâmetros e a consciência  de ser porco e sujo.
Quero ser restaurado, sair do inferno!
Não venha dignificar esses escombros, 
Meus amigos bêbados, e essas ruínas de gentes...
Sou digno, digno de compaixão...

Eu sei o que é uma esposa linda, discreta, cheirosa, limpa e bem cuidada...
Não a cobiço, não sou tão patético....
A ela não sou digno de levantar o olhar. 

Abílio Santana
J.Nunez







Somos modernos, ou somos os Relativistas.

Somos Modernos?

Somos modernos.
Não é o que vejo nas ruas;
No sexo virtual na rede;
Nas esquinas, nos comércios;
Nas mulheres, nos homens, nos sem gênero sexual ;
Nos que sonham que são inrotuláveis;
Nas mesas de bares, só de mulheres, mesmo que um delas grávida,
Bebe e fuma muito..., mesmo bêbada sai dirigindo o carro;
Não é o que vejo na clientela dos bares e lojas da rua São Matheus,
Não é o que ouso na conversa das clientes lésbicas na mesa da esquerda,
Não é o que vejo no comportamento e ouso na conversa de homens e mulheres;
Não é o que vejo nas crianças que desconhecem que são crianças;
Não é o que vi no beijo de língua entre sexo iguais;
Não é o que vejo nos adolescentes sem perspectivas. A sexualização, e o sexo fácil
Consome todas as possibilidades da vida;
Não é o que vejo nos velhos com a ilusão e a frivolidade dos adolescentes;
Não é o que vejo nas meninas que não são criadas para ser mãe;
Não é o que vejo nos meninos que não são criados para ser pai;
Não é o que vejo na inescrupulosa criação de público consumidor e mercado;
Não é o que vejo na venda de tudo, na exploração de tudo, no sexo em tudo;
Não é o que vejo nas teorias planas e  individualistas da sociedade do prazer;
Não o que vejo na destruição de tudo para prevalecer o desejo sexual, 
Não é o que vejo nessa geração que desconhece limites, virtudes, valores humanos,
Mundo espiritual, fronteiras,  qualquer seriedade.
Tudo deve ser feito como diversão e prazer como se tudo fosse sexo;
Não é o que vejo nesses que desconhecem o que é depravação, tudo é santificado...
Não é o que vejo na destruição da fé 
E na aculturação globalizada para a criação da cultura de consumos.  

Somos modernos. Não é o que vejo,
Somos as consequências do que foi ser modernos e “livres”;
Somos a geração e o tempo  dos aprisionados no que foi ser ousado e moderno,
Ser moderno era ser livre, já fomos livres,
Agora somos presos na liberdade inventada por eles, modernos:
Presos nos vícios, prazeres, desejos, nas ilusões de facilidades
E nas consequências da exploração de tudo...
Queremos ser modernos, buscamos a liberdade dentro da liberdade que se tornou prisão;
Queremos achar a saída do labirinto dentro de labirintos.

Não somos mais modernos,
Somos relativistas, praticamos o relativismo que nivela, santifica, dignifica e vulgariza tudo...
Buscamos a destruição das ideologias, inventamos liberdades,
Consequentemente, caímos no mais absoluto relativismo.

Octávio Guerra

J.Nunez

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Poesia social imparcialista.

16/12/2013

Catástrofe social...

Os Pagadores de Impostos e Promessas

Em um país de mentira e muito distante da realidade:

Entre elas beijos de línguas e cenas eróticas no portão.
Os vizinhos, conservadores, a condenava de atentado violento ao pudor...
A polícia foi chamada.
A mulher saiu com essa:
_ Eu pago imposto como todo mundo aqui!
O policial disse para os que protestavam:
_ Ela paga imposto como todo mundo aqui!
Pagar imposto agora é alforria para todas as libertinagens sexuais.

Outros, eleitores, que são atendidos pelo assistencialismo;
Outros, que para eles foram inventados direitos, inclusões e liberdades;
Outros que são malfeitores da sociedade, e que para eles criaram salários;
Sairão pela rua reivindicado, às casas, os móveis, o carro
E os bens daqueles (outros) que não votam no partido do assistentíssimo.
(Mas esses últimos são a maioria e os mais explorados)

O país passou a ser governado pela (AAC)
Anarquismo Assistencialista Criminoso.
O grupo formado pelas famílias, equilibradas, conservadoras, tradicionais
E de culturas religiosas clássicas,
Foram jogados nas ruas e seus bens foram tomados...

As liberdades e os assistencialismos levaram o país
A uma situação catástrofe social 
Porque o grupo mais explorado, 
E que sustentava esse país, foram desconstituídos.

O grupo, antes, formado pelas famílias, 
Equilibradas, conservadoras,
Tradicionais e de culturas religiosas clássicas
Pediram a volta do governo militar ao Poder.

Preferiram a repressão de suas liberdades
Que a repressão imposta pelas liberdades,
Direitos, libertinagens e crimes
Dadas aos outros grupos,
Com o pretexto de que eles pagam impostos
E coloca no poder o partido do (AAC)
Anarquismo Assistencialista Criminoso.

Na igreja de São Francisco de Assis, em sacrifício,
Sobem de joelhos os pagadores de promessas,
Os pagadores de impostos.

Octávio Guerra

J.Nunez

domingo, 15 de dezembro de 2013

Curta minha Página de divulgação de poesia, artigos e teorias Imparcialistas.

Página de José Nunes Pereira

Conte sempre com os amigos.




Tauromaquia

Esse que sou é obra dos astros,
Eles dizem que devo ser forte nas horas extremas,
Esse que sou está escrito na palma da minha mão,
Ela diz que devo ser constante na luta.
Sou esse que está por se fazer,
Como algo começado e inacabado.

Sou este feito apenas de pequenos traços esboçados,
Porém sou nítido como a juba do leão
Que o identifica como tal
Sou nítido como a força que o touro demonstra,
Não escondo nada.

Ninguém esconde nada,
Quem pensa que oculta
É mais transparente que a casa de vidro,
Porque você é quase sempre para si
E  para o outro, casca, superfície.

A sua indiferença é percebida em silêncio,
Muito do que você é,
E pensa que os outros não sabem;
É na verdade percebida em silêncio e segredo.

As minhas lágrimas escorrem para dentro,
O meu silêncio revela mais que esconde,
Meus olhos olham mais
Para dentro de mim que para fora,
Porque minha batalha é mais aqui dentro.

Saturnino Queiros
J.Nunez

Postagem em destaque

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O Imparcialismo que começou a ser escrito em 2006 E  revelado em 2008. Foi à leitura do fim de um período, Iniciado pós-guerras, tempos...

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