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Mostrando postagens de Dezembro 15, 2013

Mulheres Imitações de Homens na sociedade do prazer.

No Divã do Sociólogo
Não vá ao psicólogo, Vá direto ao antropólogo, ao sociólogo: Perguntei a ele:
_Doutor antropólogo  _ A mulher luta pelo seu direito, Ou luta pelo seu direito de imitar homem Em estado deplorável; Com toda a sua depravação e inferioridade... Pelo direito de imitar tudo que no homem sempre foi reprovável, Até mesmo para os homens, Mais elevados em espirito e índole?
Ele respondeu:  _ Assim é a sociedade dos direitos, Do prazer, do entretenimento sexual e dos desejos, Tudo isso está acima da tradição religiosa, Dos preceitos, dos dogmas, das leis,  Dos princípios, da ordem, do sagrado, do profano, Da estrutura, da cultura, da  espiritualidade etc.
Tudo está subjugado pelo prazer e pelo desejo; Portanto, só levamos em conta o nosso desejo e o nosso prazer, Ou o desejo e o prazer de um determinado grupo de pessoas. E mais....
Octavio Guerra J.Nunez

O sexismo na sociedade relativista...

O Sexismo Sexista
Homem, educado, criado, formado Segundo a tradição e a cultura de ser homem, É sexismo...
Mulher criada, educada, formada  Segundo a tradição e a cultura de ser mulher É sexismo...
Formar homens como mulheres E mulheres formadas como homens, Ou nada disso, Não é sexismo!?
O sexismo É o absurdo da sociedade relativista e niveladora. A sociedade relativista  caminha em círculo com suas teorizações, E cai na incoerência e na mais completa confusão e redundância...
Octávio Guerra
J.Nunez

https://www.facebook.com/poetajosenunespereira/

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Sobre José Nunes Pereira - poeta criador do Movimento Imparcialismo: literatura para o novo contexto, com seus dezoito poetas imparcialistas (ficcional) Biografia Poeta, professor e editor do Blog Cidade de Marília. Poeta e pesquisador criador da poesia Imparcialista e do Movimento Literário Imparcialismo.

http://literaturaimparcialista.blogspot.com.br/ Descrição José Nunes Pereira (J.Nunez) também é pesquisador, criador do Imparcialismo, integrante do Movimento Artístico, intelectual e literário Os Imparcialistas.

AlôArtista - Qual foi o ´click´ que despertou a sua arte? Qual o fato ou pessoa que teve mais influência na sua atividade?
José Nunes Pereira - Meu gosto para a poesia e a arte se despertou com a leitura de poetas brasileiros, especialmente com o poeta Castro Alves. Depois vieram muitos outros poetas brasileiros e estrangeiros, até que cheguei a poesia Imparcialista.

AlôArtista - O que você gostaria de ver divulgado, do seu trabalho, nesta entrevista?
JNP - Escrevo há muitos anos…

O relativismo é o fim do modernismo e as consequências dele...

O Relativismo  
Fomos modernistas,  de tão modernos Caímos no relativismo, agora somos relativistas. Primeiro santificamos e dignificamos O que antes era promiscuidade e depravação. Agora relativistas, tornamos tudo a mesma, Logo, podemos ser abstêmio ou promiscuo,  Que é a mesma coisa...
Eu sou promiscuo, promiscuo mesmo... Sem santificação. A TV ficou ligada para dar a impressão de que tinha gente em casa. Já passou da meia noite, na porta da pensão, as meninas e as putas velhas, São agora profissionais do sexo, com carteira assinada. Eu, poeta vagabundo e tradutor medíocre, não tenho carteira assinada. Com muita dificuldade acho o buraco da chave, Já é sexta-feira 13.
O que me chamou a atenção na TV que ficou ligada, Foi a propaganda de uma promoção de caixão da tal loja “ Boa Morte”: Compre um caixão e ganhe outro. Na compra de dois caixões ganhe os serviços funerários. Favei comigo: O que será que eu bebi... De fato, minha vida não é grande coisa, Mas essa promoção de caixão não…

Somos modernos, ou somos os Relativistas.

Somos Modernos?
Somos modernos. Não é o que vejo nas ruas; No sexo virtual na rede; Nas esquinas, nos comércios; Nas mulheres, nos homens, nos sem gênero sexual ; Nos que sonham que são inrotuláveis; Nas mesas de bares, só de mulheres, mesmo que um delas grávida, Bebe e fuma muito..., mesmo bêbada sai dirigindo o carro; Não é o que vejo na clientela dos bares e lojas da rua São Matheus, Não é o que ouso na conversa das clientes lésbicas na mesa da esquerda, Não é o que vejo no comportamento e ouso na conversa de homens e mulheres; Não é o que vejo nas crianças que desconhecem que são crianças; Não é o que vi no beijo de língua entre sexo iguais; Não é o que vejo nos adolescentes sem perspectivas. A sexualização, e o sexo fácil Consome todas as possibilidades da vida; Não é o que vejo nos velhos com a ilusão e a frivolidade dos adolescentes; Não é o que vejo nas meninas que não são criadas para ser mãe; Não é o que vejo nos meninos que não são criados para ser pai; Não é o que vejo n…

Poesia social imparcialista.

16/12/2013 Catástrofe social... Os Pagadores de Impostos e Promessas
Em um país de mentira e muito distante da realidade:
Entre elas beijos de línguas e cenas eróticas no portão. Os vizinhos, conservadores, a condenava de atentado violento ao pudor... A polícia foi chamada. A mulher saiu com essa: _ Eu pago imposto como todo mundo aqui! O policial disse para os que protestavam: _ Ela paga imposto como todo mundo aqui! Pagar imposto agora é alforria para todas as libertinagens sexuais.
Outros, eleitores, que são atendidos pelo assistencialismo; Outros, que para eles foram inventados direitos, inclusões e liberdades; Outros que são malfeitores da sociedade, e que para eles criaram salários; Sairão pela rua reivindicado, às casas, os móveis, o carro E os bens daqueles (outros) que não votam no partido do assistentíssimo. (Mas esses últimos são a maioria e os mais explorados)
O país passou a ser governado pela (AAC) Anarquismo Assistencialista Criminoso. O grupo formado pelas famílias, equ…

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Tauromaquia
Esse que sou é obra dos astros, Eles dizem que devo ser forte nas horas extremas, Esse que sou está escrito na palma da minha mão, Ela diz que devo ser constante na luta. Sou esse que está por se fazer, Como algo começado e inacabado.
Sou este feito apenas de pequenos traços esboçados, Porém sou nítido como a juba do leão Que o identifica como tal Sou nítido como a força que o touro demonstra, Não escondo nada.
Ninguém esconde nada, Quem pensa que oculta É mais transparente que a casa de vidro, Porque você é quase sempre para si E  para o outro, casca, superfície.
A sua indiferença é percebida em silêncio, Muito do que você é, E pensa que os outros não sabem; É na verdade percebida em silêncio e segredo.
As minhas lágrimas escorrem para dentro, O meu silêncio revela mais que esconde, Meus olhos olham mais Para dentro de mim que para fora, Porque minha batalha é mais aqui dentro.
Saturnino Queiros J.Nunez