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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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sábado, 12 de outubro de 2013

"O povo dirá se o ciclo do PT acabou!" Eduardo Campos - Responda do "Povo" a Eduardo Campos


CRONOCONTO DO DIA

Responda do "Povo" a Eduardo Campos

"O povo dirá se o ciclo do PT acabou!"
 Eduardo Campos

Eu sou um nada!
Por isso falo pelo  povo,
E digo que não acabou,
Porque não acabou o assistencialismo, o paternalismo:
As bolsas esmolas, e o auxilio preso...

O povo está muito feliz com as migalhas caídas da mesa dos poderosos
E com os pedaços de pão que sua rainha e seu rei jogam...
Enquanto eles, rainha, " Rei, capitão, soldado, ladrão" e seus conselheiros,
Debocham, das bobagens e do vandalismo dos descontentes com as migalhas....

Salomão Alcantra
J.Nunez

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Facebook José Nunes Pereira


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Escritor
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Definindo os poetas imparcialistas em uma palavra.

Os dezoito poetas Imparcialistas em uma palavra.  


·                     Octavio Guerra  -   Social
·                     Jonas Corrêa Martins   -  metafísico
·                     Abílio Santana -  degenerado
·                     Saulo Menezes Castro  - holístico
·                     Hermínio Vasconcelos - leviano
·                     Abdias de Carvalho - submundo 
·                     Murilo Santiago -  subconsciente
·                     Francisco Medeiros - cristão
·                     Salomão Alcantra - franqueza
·                     Darci Costa - analítica
·                     Josias Maciel - regenerado
·                     Saturnino Queiros - força
·                     José Nunes Pereira - clássico
·                     Cícero Fernández - natureza
·                     Albano Morais – avacalhador
·                     Pedro Nunes Ribeiro - estrutura  
·                     Silvino Ramos de Castro - desejo
·                     Mathias Ferro - inflexível



J.Nunez

Poesia Imparcialista


Apolo Picaresco

Eu amo Dafne
Porque Dafne não me ama,
Se Dafne me amasse,
Ou se Dafne fosse uma puta de esquina,
Certamente eu não amaria Dafne.

Sou daqueles patéticos que só ama o que é inatingível
Que fere meu orgulho... Dafne fere meu orgulho!
Salvo as proporções de beleza, honraria,  dignidade e talentos
Eu sou Apolo picaresco, ela é Dafne mesmo....
Abílio Santana

J.Nunez 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

O discurso filosófico religioso na sociedade do prazer

O discurso filosófico religioso na sociedade do prazer

O capitalismo que critica o fundamentalismo religioso
É fundamentalista ao seu modo:
Tudo pode ser transformado em dinheiro.

A crítica à essência e até ao fundamentalismo religioso cristão,
Que coloca os contextos históricos acima da essência do cristianismo,
Para justificar o que historicamente, segundo, os fundamentos cristãos,
É categoricamente, visto com um erro ou pecado...

O discurso teórico religioso que faz crítica á essência do cristianismo,
E coloca o contexto histórico acima da essência do cristianismo
E de seus fundamentos;  destrói a mística religiosa,
E assume uma postura filosófica contextualizada
A sociedade do prazer e dos direitos sexuais;
Justificando as condutas sexuais 
Com um discurso de tempos históricos. 

Octávio Guerra
J.Nunez


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Nasce o décimo oitavo poeta Imparcialista - Mathias Ferro

Mathias Ferro - O ditador de si mesmo diante do outro, uma postura diante do mundo observado.  Poeta do sentido literal da palavra, da inflexibilidade, da dureza, da afirmação, da disciplina, da convicção, da verdade social, espiritual, politica, religiosa e cultural. Poeta que não se entrega ao seu tempo e ao seu contexto. Poeta da consciência de desintegração e insanidade, poeta da unidade individual diante da desestruturação do homem de seu tempo. 
Esse poeta cai em um pessimismo com o mundo e com a humanidade; nada espera do outro, apenas observa o processo de desintegração e mantem se consciente.
Diferente de outros poetas Imparcialistas, Mathias Ferro não busca um ponto de flexibilidade no amor, na amizade, no deboche, no humor, na cerimonias e na convivência. Ele é o poeta da imposição de si mesmo sem flexibilidades com o mundo externo.

Eu, inflexível

Eu estou aqui,
No mesmo coração,
No mesmo  peito,
Na mesma alma,
No mesmo mundo interior e exterior
De tantos outros...
E compartilhamos o mesmo espirito de luta.

Eu sou aquele que impera sobre si mesmo diante dos outros,
Sou uma  imposição a mim mesmo,
Que os outros têm como arrogância,
E de fato é arrogância de quem impera  sobre os sentidos.

Não sou improviso,
Sou o que é com a função de ser,
Se eu sou faca, sou inflexível na função de ser faca,
Se eu sou martelo, ou outra coisa de forjar,
Sou inflexível na função de ser.
Os desvios e as flexibilidades  destroem a essência de ser eu.

Mathias Ferro
J.Nunez

 Autoextermínio

Assisto a grande besta
Consumir a si mesma
Comendo a própria carne com desejo e fúria,
Feito cães ferozes e vorazes comendo a si mesmos.

Olho para o caos
Com a mais completa indiferença e pessimismo fora de mim,
Mantenho a sanidade e não enlouqueço com esse tempo desintegrador.

Caminho pelo mundo,
Fui deixado para trás em um mundo estranho e muito perigoso.

Mathias Ferro
J.Nunez


Sexo é poder

Sexo não é prazer
Sexo é poder.
Quando acaba o prazer
Resta o fracasso ou a gloria.

Sexo é o poder de imperar
Sobre o mundo
E os sentidos do corpo e da alma.

Sexo não é o corpo do outro,
É o seu corpo dominando o poder da vontade.   

Mathias Ferro

J.Nunez

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Grupo Femem: faz protesto Contra mulheres que usam sutiã?



Protesto contra mulheres  que usam sutiã

Grupo Femem faz protesto
Contra mulheres que usam sutiã?
Porque só as vemos sem!

Perdemos os parâmetros,
Rompemos as fronteiras e os limites da liberdade,
Da repressão,  do necessários, do fútil, dos direitos , do certo,  do errado,
Da loucura, da espiritualidade, do materialismo, da sanidade....

Tudo é liberdade, tudo é direito, tudo é exclusão tudo é repressão...
Sociedade do nivelamento: Tudo é a mesma coisa...

Salomão Alcantra

J.Nunez

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Fique por perto!

Volte logo, Não demore muito, Fique por perto! Eu te esperarei dentro e fora do tempo. Sua alma é nobre, Fique no sangue do meu sangu...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

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