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Mostrando postagens de Maio 12, 2013

Direito civil sexual.

Democracia sexual
Quem escreveu os pergaminhos do Mar Morto? Que mistério, que verdade, que sabedoria Encontraremos no cálice sagrado do sacerdote. Não importa!  Nada é mistério! Somos a sociedade da democracia sexual... Tudo deve ser ignorado Para que seja dignificado o direito civil sexual.
Para ser democrático sexual É necessário ser plano e olhar Para o ser humano como se ele tivesse Apenas uma dimensão: Direito civil sexual.
Um amigo gay e uma amigo heterossexual Me disseram  que seus casamentos estão em crise, caíram na rotina... Estão a procurando parceiros fora do casamento. Estão concluo que a luta não deveria ser para o casamento gay, Mas pela destruição do conceito de infidelidade sexual E dos valores cristãos...

Recusar sexo também é crime no Brasil:
_Quem é que  não quer comer, ou dar!?
_Quem come quem nessa relação?
Perguntou o juiz.

Salomão Alcantra J.Nunez

Sociedade da Informação e os negócios

A sociedade do entretenimento é negligente.
No país da Copa do Mundo e da Olimpíada Temos trabalho escravo, mães catadoras de lixo E extermínios de excluídos que enfeiam as cidades.  
Nesse mesmo país, Hoje, os índios devem deixar as terras, Mas não é o índio o verdadeiro dono do Brasil. Nas teorias românticas sim!
A Era da Informação, dos entretenimentos e do capitalismo; É realmente um tempo de aberrações de condutas: As mídias cobriram ao vivo a escalação da Seleção Brasileira, No entanto um estupro ao vivo, Um assassinato e a corrupção; a mídia resiste em informar. Essa é a nossa condição de bestialidade social: A realidade e a verdade são maléficas para os negócios.
A mídia resiste em mostrar O que não queremos ver e nos comprometer, A sociedade do entretenimento é negligente.
Albano Morais J.Nunez

A sociedade zumbificada pelo celular...

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Poesia Imparcialista

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Vulcano
Há muito o que fazer Para o pouco tempo que me resta! Não farei mais nada, Tudo ocorrerá do aparente fato De eu não fazer mais nada! Assim são os vulcões.
Trabalharei aqui por dentro Feito o deus ferreiro! Forjei armas para uma guerra que não houve, As armas estão prontas, A batalha continua  Nos labirintos silenciosos do meu coração.
Saturnino Queiros J.Nunez 

Sociedade de grupos acuados, acovardados e fingidos

Ditadura de um novo senso comum
Por favor! Não pergunta o que eu acho, Está dando processo pensar!
Eu não acho nada! Não pergunta o que eu penso! Eu deixei de pensar para fora, Agora eu só penso para dentro, E finjo, Com eu finjo!
Eu não acho nada!  É um tempo perigoso para pensar, desconfiar Ou achar qualquer coisa...
Estamos vivendo a ditadura De um novo senso comum, Estou muito perto de me calar! A poesia deve se calar imediatamente, Deve se acovardar imediatamente.
Salomão Alcantra J.Nunez