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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 19 de janeiro de 2013

Sociedade do descompromisso


Compro meter

Compromisso
Sem sexo,
Ou sexo
Sem compromisso.

Compromisso
Depois do sexo...
Ou compromisso
Antes do sexo.

Assumir filhos
Depois que a justiça ordenar
Ou assumir por conta própria.

Essas são as grandes dúvidas
Do nosso tempo:
Sociedade do Prazer
E do Entretenimento Sexual.

Salomão Alcantra
J.Nunez

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Poesia Imparcialista


Eu, arco, flecha e arqueiro.

Na claridade da televisão,
Numa madrugada de insônia
E na angústia de ser eu em formação;
Um feto de alma,
Sobra em mim essa coisa estranha
Que parece não pertencer a minha personalidade,
Mas está pregada em mim,
Como uma um pedaço de pele e carne;
Essa coisa estranha está em mim
Como o pecado de um santo não mortificado,
Com pecados que não condiz a com sua condição de santo,
Como a concupiscência de uma mãe virtuosa,
Como a fraqueza de um guerreiro...
Essa é a minha alma mais velha
Que todas as igrejas do mundo.

Bateram na porta do meu quarto de pensão,
Ela me levou de volta para o meu mundo de liberdades,
Onde tudo é fingimento de displicência
E pouca importância com o mundo, a vida e o futuro.
Displicência fingida entre goles, tragos e conversas vazias.
Ela diz que quer se casar na igreja com a sua amada,
Eu disse a ela que ninguém se importa
Com o que rola entre quadro paredes,
O que não aceitam é que sejam destruídas todas as igrejas
Conhecimentos milenares e ciências de vida,
 Para que ela possa se casar de véu e grinalda com sua parceira.
As igrejas não aguentam esse molde moderníssimo...
As igrejas não agüentam mais arquear-se,
As igrejas estão no limite de suas flexibilidades,
Ela disse que isso é evolução humana...
Esquecendo do outro lado que diz ser isso degradação humana.

Eu, arco,  flecha e arqueiro,
Eu, pelo pouco que me conheço, 
Me vejo igual, nem mais nem menos
Que as prostitutas virtuosas, que os viciados talentosos,
Que os doidos criativos, que os ambiciosos alucinados,
Que os criminosos arrependidos, que os traidores amorosos,
Que os brutos sentimentais... Que os lascivos caridosos...
Eu, muito menos que ela:  amiga, solidária, educada e talentosa.

Ela saiu,  antes me colocou para dormir
 Feito uma filhinho que ela contempla adormecer
Igual a uma mãe com todo carinho do mundo.

Hermínio Vasconcelos
J.Nunez

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Poesia realismo cruel imparcialista


Ninguém tem nada a ver com a sua vida

Sempre te falaram
Que ninguém tem nada a ver com a sua vida,
E você acreditou!
Chega de mentira!
Isso é conversa de gente
Que quer liberdade a todo custo.

Todo mundo tem a ver com a sua vida sim!
Coma à custa dos outros,
Viva em baixo do teto dos outros
Seja um drogado da Cracolândia  
Desvalorizando tudo por onde passa,
Que você vai sentir na pele
Que outros têm a ver com a sua vida.

Quem diz que ninguém tem nada a ver com a sua vida
Não conhece a holística do poeta Saulo Menezes Castro
O mundo é holístico, a vida é holística.

Salomão Alcantra
J.Nunez

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A poesia Imparcialista e a leitura de nosso tempo.


Tempo das Banalizações

Banalização
Resumi o nosso tempo com uma palavra.
Tudo é piada, nada é sério, nada é sagrado.

Banalização do sexo,
Banalização dos direitos,
Banalização da vida,
Banalização dos protestos,
Banalização do corpo e da alma,
Banalização das drogas,
Banalização do crime,
Banalização da mulher,
Banalização do ser humano,
Banalização do trabalho,
Banalização do entretenimento,
Banalização dos talentos,
Banalização das palavras,
Banalização da família,
Banalização da violência,
Banalização da corrupção,
Banalização do mundo virtual,
Banalização do mundo real,
Banalização do comércio,
Banalização da juventude,
Banalização da virtude,
Banalização de integridade,
Banalização do ritual,
Banalização da liberdade,
Banalização dos limites,
Banalização da democracia,
Banalização da teoria,
Banalização da verdade,
Banalização do amor,
Banalização da religião,
Banalização da educação,
Banalização da maldade,
Banalização da guerra,
Banalização da felicidade,
Banalização do prazer,
Banalização do altruísmo,
Banalização da espiritualidade,
Banalização da infância...

Tudo começou quando começamos
A dar um preço a tudo...
E a romper com tudo..., considerando
Apenas o nosso desejo e prazer.

Octávio Guerra
J.Nunez

Comércio de poesia


Vende-se

Que ironia!
No tempo do capitalismo
A poesia não é comercial,
E não adianta bajular o Rei!
Em um tempo em que vendemos até virgens,
Em um tempo em que vendemos terreno na lua
E viagem para o espaço.

Isso só pode ser explicado com o fato comprovado
De que a poesia é transcendental,
Deve seguir os preceitos:
“O caminho, a verdade e a vida”

Talvez sejamos ouvidos
Porque não bajularemos o Rei,
E nem a sociedade,
Somos Imparcialistas.

Não bajularemos!
Até mesmo porque não nos escutam
Quando bajulamos...
Se nos escutassem,
Ah, se nos escutassem!

Sim!
Eu sei que pareço filho bastardo revoltadinho.

Salomão Alcantra
J.Nunez

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Poesia Imparcialista Espiritualista.



O Castelo Assombrado

Abri a porta da alma,
Olhei para dentro de mim,
Logo percebi o caos, os labirintos,
Os corredores  perigosas, os lugares onde impera a desordem,
O crime, o pecado, o vicio, a insanidade  e a luxuria...
Logo vi que havia o perigo de enlouquecer de lucidez.
Poderia ter retornado enquanto era tempo.

Bati a porta para o mundo lá fora,
Desde então, caminho aqui pelos labirintos da alma,
Estou diante dos demônios,  
E Deus e seus anjos ainda estão distantes,
Estou diante dos meus crimes, pecados e virtudes,
Estou diante da graça de Deus  e da sua punição,
Estou diante da morte, da vida e da eternidade,
Estou lúcido como um louco aos olhos do mundo.

Estou com sede e fome de Deus, aqui na alma é deserto,
Aqui caminho rumo à morte e a vida eterna.
Estou  jogado sobre a mesa feito um quebra cabeça,
Um universo descomposto; quando eu estiver montado,
Terei forma, por enquanto, sou algo que pode vir a ser,
Não sou ainda sequer um esboço de mim.

Entrei pela porta da frente da alma, vou sair pela porta do fundo,
Depois de sondar a doze alcovas do castelo assombrado e abstrato
Que é a alma humana, quero sair pela porta do fundo da alma assombrada,
Quero sair lúcido e louco aos olhos do mundo...

Jonas Corrêa Martins
J.Nunez
  


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Sociedade dos extremismos sexuais


Sociedade dos extremismos sexuais

Os grupos que são contra todos os abusos da sexualidade,
Contra os excessos nos comportamentos e nas condutas
São formados por pessoas que reprovam esses abusos contemporâneos,
Em si e no outro.

Os grupos que lutam por todos esses extremos não reprovam,  
Em si e no outro,
As condutas e os comportamentos que são motivos de conflitos
Na sociedade contemporânea.

Esse conflito resulta em uma guerra para conservar,
Na medida do possível,
O  equilíbrio e a sanidade, enquanto o outro lado
Não se vê como a razão da insanidade,
Do desequilíbrio e da bestialidade  sexual ,
Oposto disso,  
Acreditam que são o ápice da evolução humana,
Enquanto são considerados a degradação do ser humano.


Octávio Guerra
J.Nunez

A Luta contra o casamento gay - Sociedade dos extremismos sexuais



A guerra do sexo

A Luta contra o casamento gay
É uma fachada que esconde
A luta contra o sexo anal,
E o sexo entre mulheres.

O sexo anal não é natural
Nem mesmo entre sexo oposto,
Sexo anal é uma improvisação,
Uma fraqueza...
Uma falta de órgão sexual feminino,
Ou o desejo sexual corroendo os sentidos.

Ninguém se importa que alguém faça sexo anal,
Entre quatro paredes.
A oposição ao casamento gay
É contra essa sociedade do entretenimento
Sexual que dignifica, nivela e faz natural
Tudo representa o prazer sexual corrosivo.

Nem uma religião suportaria tamanha deformação
Para se adaptar a sociedade do entretenimento sexual.

Albano Morais
J.Nunez


Sociedade dos extremismos sexuais


Os grupos que são contra todos os abusos da sexualidade,
Contra os excessos nos comportamentos e nas condutas
São formados por pessoas que reprovam esses abusos contemporâneos,
Em si e no outro.

Os grupos que lutam por todos esses extremos não reprovam,  
Em si e no outro,
As condutas e os comportamentos que são motivos de conflitos
Na sociedade contemporânea.

Esse conflito resulta em uma guerra para conservar,
Na medida do possível,
O  equilíbrio e a sanidade, enquanto o outro lado
Não se vê como a razão da insanidade,
Do desequilíbrio e da bestialidade  sexual ,
Oposto disso,  
Acreditam que são o ápice da evolução humana,
Enquanto são considerados a degradação do ser humano.

Octávio Guerra
J.Nunez


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