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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Somos modernos, ou somos os Relativistas.

Somos Modernos?

Somos modernos.
Não é o que vejo nas ruas;
No sexo virtual na rede;
Nas esquinas, nos comércios;
Nas mulheres, nos homens, nos sem gênero sexual ;
Nos que sonham que são inrotuláveis;
Nas mesas de bares, só de mulheres, mesmo que um delas grávida,
Bebe e fuma muito..., mesmo bêbada sai dirigindo o carro;
Não é o que vejo na clientela dos bares e lojas da rua São Matheus,
Não é o que ouso na conversa das clientes lésbicas na mesa da esquerda,
Não é o que vejo no comportamento e ouso na conversa de homens e mulheres;
Não é o que vejo nas crianças que desconhecem que são crianças;
Não é o que vi no beijo de língua entre sexo iguais;
Não é o que vejo nos adolescentes sem perspectivas. A sexualização, e o sexo fácil
Consome todas as possibilidades da vida;
Não é o que vejo nos velhos com a ilusão e a frivolidade dos adolescentes;
Não é o que vejo nas meninas que não são criadas para ser mãe;
Não é o que vejo nos meninos que não são criados para ser pai;
Não é o que vejo na inescrupulosa criação de público consumidor e mercado;
Não é o que vejo na venda de tudo, na exploração de tudo, no sexo em tudo;
Não é o que vejo nas teorias planas e  individualistas da sociedade do prazer;
Não o que vejo na destruição de tudo para prevalecer o desejo sexual, 
Não é o que vejo nessa geração que desconhece limites, virtudes, valores humanos,
Mundo espiritual, fronteiras,  qualquer seriedade.
Tudo deve ser feito como diversão e prazer como se tudo fosse sexo;
Não é o que vejo nesses que desconhecem o que é depravação, tudo é santificado...
Não é o que vejo na destruição da fé 
E na aculturação globalizada para a criação da cultura de consumos.  

Somos modernos. Não é o que vejo,
Somos as consequências do que foi ser modernos e “livres”;
Somos a geração e o tempo  dos aprisionados no que foi ser ousado e moderno,
Ser moderno era ser livre, já fomos livres,
Agora somos presos na liberdade inventada por eles, modernos:
Presos nos vícios, prazeres, desejos, nas ilusões de facilidades
E nas consequências da exploração de tudo...
Queremos ser modernos, buscamos a liberdade dentro da liberdade que se tornou prisão;
Queremos achar a saída do labirinto dentro de labirintos.

Não somos mais modernos,
Somos relativistas, praticamos o relativismo que nivela, santifica, dignifica e vulgariza tudo...
Buscamos a destruição das ideologias, inventamos liberdades,
Consequentemente, caímos no mais absoluto relativismo.

Octávio Guerra

J.Nunez

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