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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Poesia imparcialista e realismo cruel.

No fim do dia

Uma flor amarela sobre a mesa,
Outra flor da cor do meu medo.
Uma belíssima flor...,
Murcha no fim do dia.

Uma moça,
De pele clara na mira
Dos meus olhos cobiçosos...

Uma moça murcha no fim da vida.
No fim da vida, no fim do dia;
Uma menina, uma flor,
Tudo é perecível,
Sobra a realidade cruel e o conteúdo da alma.

Meus olhos cobiçadores de vida e beleza
Desconhece o inesgotável
Contemplado por minha alma.

Meus olhos cobiçam a beleza perecível, 
Porque a vida e a  beleza 
São as minhas  razões de viver... 

Eu desejo olhar para tudo que é belo e eterno,
Mas a beleza ao alcance dos meus olhos 
Ainda são todas  perecíveis,
No fim do dia, no fim da vida.

No fim do dia eu faço um poema.  

Salomão Alcantra
J.Nunez


Um comentário:

Diego A. da Rosa disse...

No suor do teu rosto comerás pão, até que voltes ao solo, pois dele foste tomado. Porque tu és pó e ao pó voltarás. (Gênesis 3:19)

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