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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Nasce o décimo oitavo poeta Imparcialista - Mathias Ferro

Mathias Ferro - O ditador de si mesmo diante do outro, uma postura diante do mundo observado.  Poeta do sentido literal da palavra, da inflexibilidade, da dureza, da afirmação, da disciplina, da convicção, da verdade social, espiritual, politica, religiosa e cultural. Poeta que não se entrega ao seu tempo e ao seu contexto. Poeta da consciência de desintegração e insanidade, poeta da unidade individual diante da desestruturação do homem de seu tempo. 
Esse poeta cai em um pessimismo com o mundo e com a humanidade; nada espera do outro, apenas observa o processo de desintegração e mantem se consciente.
Diferente de outros poetas Imparcialistas, Mathias Ferro não busca um ponto de flexibilidade no amor, na amizade, no deboche, no humor, na cerimonias e na convivência. Ele é o poeta da imposição de si mesmo sem flexibilidades com o mundo externo.

Eu, inflexível

Eu estou aqui,
No mesmo coração,
No mesmo  peito,
Na mesma alma,
No mesmo mundo interior e exterior
De tantos outros...
E compartilhamos o mesmo espirito de luta.

Eu sou aquele que impera sobre si mesmo diante dos outros,
Sou uma  imposição a mim mesmo,
Que os outros têm como arrogância,
E de fato é arrogância de quem impera  sobre os sentidos.

Não sou improviso,
Sou o que é com a função de ser,
Se eu sou faca, sou inflexível na função de ser faca,
Se eu sou martelo, ou outra coisa de forjar,
Sou inflexível na função de ser.
Os desvios e as flexibilidades  destroem a essência de ser eu.

Mathias Ferro
J.Nunez

 Autoextermínio

Assisto a grande besta
Consumir a si mesma
Comendo a própria carne com desejo e fúria,
Feito cães ferozes e vorazes comendo a si mesmos.

Olho para o caos
Com a mais completa indiferença e pessimismo fora de mim,
Mantenho a sanidade e não enlouqueço com esse tempo desintegrador.

Caminho pelo mundo,
Fui deixado para trás em um mundo estranho e muito perigoso.

Mathias Ferro
J.Nunez


Sexo é poder

Sexo não é prazer
Sexo é poder.
Quando acaba o prazer
Resta o fracasso ou a gloria.

Sexo é o poder de imperar
Sobre o mundo
E os sentidos do corpo e da alma.

Sexo não é o corpo do outro,
É o seu corpo dominando o poder da vontade.   

Mathias Ferro

J.Nunez

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