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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Comércio de poesia


Vende-se

Que ironia!
No tempo do capitalismo
A poesia não é comercial,
E não adianta bajular o Rei!
Em um tempo em que vendemos até virgens,
Em um tempo em que vendemos terreno na lua
E viagem para o espaço.

Isso só pode ser explicado com o fato comprovado
De que a poesia é transcendental,
Deve seguir os preceitos:
“O caminho, a verdade e a vida”

Talvez sejamos ouvidos
Porque não bajularemos o Rei,
E nem a sociedade,
Somos Imparcialistas.

Não bajularemos!
Até mesmo porque não nos escutam
Quando bajulamos...
Se nos escutassem,
Ah, se nos escutassem!

Sim!
Eu sei que pareço filho bastardo revoltadinho.

Salomão Alcantra
J.Nunez

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