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Mostrando postagens de Novembro 25, 2012

A poesia imparcialista e a leitura do contexto contemporâneo

Divorcio eletrônico e sexo virtual
Eu conheci minha ex-mulher na internet, Primeiro praticamos sexo cibernético, Ela era virgem ciberneticamente falando.
Casamos pela internet, Nos encontramos três dias depois. Fui enganado violentamente; Ela não era o mulherão com quem fiz amor virtual, Tudo bem que eu não sou aquela gostosura toda exposta ao mundo...
Não deu para encarar, Ela é muito menos que aquela por quem me apaixonei virtualmente... Eu bem que desconfiava, era muito gostosa para ficar dando Ciberneticamente para mim.
Pedi o divorcio eletrônico, ela concordou...Dizendo:  _Pensava que era um homem!... Agora isso! Isso sou eu!
Abílio Santana J.Nunez

O POSSIBILISMO CAPITALISTA NA POESIA IMPARCIALISTA

Vendas para o fim do mundo
O possibilismo capitalista Criou o mercado e o público consumidor  Para o fim do mundo.
Mas já está pensando No mercado e no público consumidor Para o pós-fim do mundo.  Vai que você sobrevive... _Leve camisinha!  Disse minha mãe.
Salomão Alcantra J.Nunez

Outros interesses podem ser camuflados de laicismo.

Os Segredos do Poder
Outros interesses podem ser camuflados de laicismo. Laicistas são sempre a minoria, Que apesar de seu  “louvável”  laicismo Em tudo há sempre uma parcialidade.
A maioria já é favorecida, aceita e subjugada  A maioria não representa os bastidores do poder,  São na verdade as fachadas do poder.
Enquanto a minoria, o não aceito, o misterioso e secreto Podem representar os bastidores do poder. É natural que seja atendida algumas vontades da maioria, Assim se mantém a ordem social E a ilusão de que a maioria está no comando.
A minoria deve se contentar com o espaço E com a condição de exótica, misteriosa e secreta Que pode ser muito mais viva, interessante e forte Que a condição de vulgaridade e normalidade.
A minoria nos bastidores do poder São inteligentes o suficientes para não querer Os seus mistérios e segredos do poder Jogadas como “pérolas aos porcos”
Octávio Guerra J.Nunez

A FILOSOFIA IMPARCIALISTA III

A construção do Imparcialismo
O número TRÊS símbolo da criação, O número Impar, o número UM O número que sobra na formação De dois lados ou dois grupos É o poeta imparcialista, O caminho imparcialista, Aquele que está de fora e observa A sociedade, o indivíduo e a si mesmo.
O símbolo octógono, o número OITO Representa a necessidade De estrutura, verdade e justiça. A aproximação da hora treze Releva a aproximação das catastróficas E das grandes transformações.

O número TRÊS dividido em duas partes Sobra o excluído, que é o olhar imparcial. Os dois caminhos observados Formam o sistema binário Que é a base da Era da Informação E da poesia Imparcialista feita De estrutura e desestrutura, Que se estende para a globalização Do contexto histórico, para o múltiplo, Para o sagrado e o profano, Para as liberdades e a necessidade de limites,  Para os conflitos, as condutas As estruturas, as formas, os valores, Os direcionamentos, os indivíduos as  virtudes,  Os vícios os pecados, as sociedades,  os conceitos...…

Filosofia para um mundo dual

Filosofia Imparcialista II
O mundo é dual: Estrutura e desestrutura, No entanto nem um dos lados É garantia de verdade, justiça e eternidade, Então resta o caminho imparcialista, O olhar observador para o mundo, A sociedade, o individuo e para si mesmo.
Jonas Corrêa Martins J.Nunez

A FILOSOFIA PARA UM MUNDO BINÁRIO

A Filosofia Imparcialista
O mundo é binário: Estrutura e desestrutura; Então resta apenas o caminho imparcialista, O caminho daquele que observa o mundo, A sociedade, o individuo e a si mesmo, Desse olhar de fora para o mundo binário Nasce a consciência e a eternidade da alma Dentro da mecânica da vida.
Jonas Corrêa Martins J.Nunez

Octágono (IMPARCIALISTA)

Imagem
O Símbolo do Imparcialismoé um octágono amarelo indicando a eternidade, a estrutura, o comprometimento, a verdade e a justiça.A borda preta e as três setas indicando os três caminhos: O da direita, o da esquerda e o caminho imparcialista: caminho da observação da sociedade, do individuo e de si mesmo. As duas cores  amarelo e preto indicam a dualidade: dia e noite, lucidez e escuridão, indicam também seriedade, alegria e  luz.

O amor clássico na poesia imparcialista foi conservado para revelar a necessidade de estrutura na sociedade contemporânea.

Os três estados físicos do amor
Eu te amava de maneira sólida Você foi se distanciando, A vida te levou por outros caminhos Estão o amor se tornou menos denso E passei a te amor de maneira liquida.
Depois de tanto tempo distante Confesso que ainda te amo, Mas de maneira tão dispersa Que diria que te amo quase que gasosa.
É certo que o amor muda de estados físicos Porém nunca morre, Se o acaso trouxer você de volta Voltarei a te amor solidamente E a sofrer densamente...
José Nunes Pereira J.Nunez

O homem submisso ao sexo feminino na poesia Imparcialista

Menu de Homens
É claro que não haverá o tinir do aço das espadas, O zunir das balas de revolveres Nem mesmo uma gota de sangue será derramada, Ela apenas esticará o braço e com um dedo apontará Quem de nós dois ela quer para está noite. Sou uma das opções, sou o herói picaresco, O mais humano dos tipos de homem. O outro faz o tipo politicamente correto, Tem cara de super-herói Americano E moral patética de super-herói americano. Talvez ela esteja mesmo é a fim de apanhar está noite, Ela escolheu outro que não estava no jogo, Outro que não estava no seu cardápio de mulher realizada. Talvez ela esteja mesmo é a fim de apanhar está noite; Escolheu um sujeito tatuado e cheio de banditismo, Talvez ele tenha dotes, ou é bem dotado, Sabe Deus!
Abílio Santana J.Nunez




A Indústria do Processo ou Caçando alguém para fuder

A Indústria do Processo
Além das bolsas e das esmolas do governo, Que estamos acostumados a receber E retribuir com votos, Agora estamos começando A descobrir como processar o Estado e outros.
Como forjar causas e criar motivos Para processar o governo.  Como criar assédios sexuais, Violências, preconceitos, exclusões Racismo, assédio moral Praticadas por funcionários de empresas privadas E funcionários do Estado.
Octávio Guerra J.Nunez  

Caçando alguém para fuder
O poeta Octávio Guerra No poema AIndústria do Processo, Em outras palavras, Quer dizer que estamos sempre Procurando alguém para fuder E o governo está formando um povo folgado,  Mas à seriedade e o pudor não lhe permite ser direto.
No sentido literal, Na sociedade sexo fácil e sem compromisso Saímos de casa só para fuder com alguém. Eu, muito folgado, pedi e ela não deu! 
Abílio Santana J.Nunez

Poesia amorosa e cristão Imparcialista

Paraíso Particular
O mundo é assim: Há lugares e pessoas que são pequenos infernos particulares Muitas vezes fazem de suas vidas o inferno, e são o inferno de alguém.
O mundo é assim: Há lugares e pessoas que são pequenos paraísos particulares, Muitas vezes fazem de suas vidas o paraíso, e são o paraíso de alguém.
Quero ser essa pessoa e esse lugar Onde as pessoas encontram paz e amor.
Francisco Medeiros J.Nunez

Os caras jogam “bosta no ventilador” ligado

Os Imparcialistas
Não fique perto dos Imparcialistas, Os caras jogam “bosta no ventilador” ligado,  É um bando de excluídos revoltados, Como estão de fora Agem como os que não têm nada a perder.
Seguem a filosofia possibilista E feitos corvos e hienas se alimentam Da desgraça do mundo.
Eles jogam bosta no ventilador Só para ver o estrago, Depois olha para os atingidos com cara de paisagem, Perguntado com ar de deboche: _Nossa! o que aconteceu?
Salomão Alcantra J.Nunez

Cronopoema do Dia

O mundo é dos retóricos
Brasil penúltimo na educação; E daí, quem se importa! Somos campeões de cinco copas do mundo...
Os cinismos dos especialistas, dos políticos  E dos secretários retóricos, Falam em linguagem técnica; Transformando o pensamento E o projeto do papel em verdades, O que nem eles mesmos acreditam; E o emprego está garantido Com retóricas que consertam o mundo. Ninguém tem coragem de jogar  “bosta no ventilador”
Não sou retórico de ofício, Porém me garanto com a língua Nos seus mais vários usos... Quando tudo falha me resta à língua Esse órgão que não cansa É o mais forte e mais sensível dos músculos, Eu sei que você desconhecia o poder da língua.
Abílio Santana J.Nunez

Poeta da marginalidade da poesia Imparcialista

Abdias de Carvalhopoeta da estagnação, da poeira assentada, da falta de perspectiva, da baixeza moral, da atrofia, da revolta calada, do silêncio dos excluídos, da ruminação furiosa e secreta, da repugnação, da repetição angustiante, da falta de oportunidades e da linguagem repugnante; esse poeta representa o abandono, o deixar se onde está. Neste poeta não há incertezas, e sim eterna imobilidade.  
Rua dos Comércios
A vidraça embaçada mal revela Que existe vida lá fora. Nada demais se vê através da janela, Nada de estranho no céu... A noite calou nas portas de homens de família.
Os gatunos aproveitam a ocasião, As prostitutas estão começando a chegar Na antiga rua dos comércios; Os travestis estão no outro quarteirão, Os drogados entraram no prédio da frente, Na casa do Camaleão, o dono do pedaço.
Entre as prostitutas, uma adolescente, A polícia não viu, A vítima não se importa, O pastor veio para salvar almas e “caiu no pecado”.
Os enlouquecidos correm pela rua atrás de miragens E os viciados bebem …

Amor Idealizado ao estilo Imparcialista

Amor Idealizado
A saudade me corroia  Noite e dia. Eu quase morri de amor, A imaginação traiçoeira Deixou em minhas lembranças Aquela garota  que não enruga na memória.
Eu ainda amava loucamente aquela menina. Até que a vi pela última vez: _ Meu Deus! O que o tempo faz com as pessoas! Ela deve ter casado! Estava velha e enorme!
Atravessei a rua e aquela antiga melancolia  De homem apaixonado me abandonou... Duas quadras depois,  encontrei Dóris,  Deusa dos vagabundos e desvalidos, Como disse Hermínio Vasconcelos.
E o nosso amor sem disfarces Se acendeu em um quarto de pensão Com uma nota de vinte reais.    Não é por acaso que o mais sensato Dos poetas Imparcialistas me disse: “Todo amor é idealizado”
Abílio Santana J.Nunez

Tempo Interior, tempo virtual e tempo contemporâneo imediatista

Tempo Interior
A vida fora da gente vai a mil, porém, É lentíssima a vivência e a experiência aqui na alma; Obedece a esse tempo interior   De formação da personalidade E construção de nossa interioridade.
Somos a sociedade da velocidade e do conhecimento, Mas que ainda não percebeu, que na alma, No corpo e nas necessidades biológicas Somos seres primitivos.
A virtualidade é muito mais veloz, A sociedade capitalista também é imediatista, E não respeita “o tempo interior” de nossos jovens.
A virtualidade oferece o entretenimento, O conhecimento e o sexo a qualquer hora E na mesma velocidade e intensidade do desejo; Não respeita o tempo interior e o ritmo biológico, Temos um mundo viciado em jogos e sexo virtual.
A vida na Sociedade da Informação e do consumo, É de fato, muito rápida, tudo acontece Sem que ocorra o amadurecimento na alma; Contudo, não se compara ao mundo virtual, Que atende ao vício do sexo, do entretenimento e do jogo, No mesmo instante, na mesma intensidade que ele ocorre.
A velocid…

Silvino Ramos e Castro o décimo 17 poeta Imparcialista

Silvino Ramos e Castro O poeta que representa sociedade que ignora tudo, em nome do prazer, do desejo e do entretenimento.  Silvino Ramos e Castro é o poeta que mais próxima, e que mais representa a sociedade contemporânea, nivelada, sem fronteira, sem estrutura, sem parâmetros e sem limites. O poeta que representa o indivíduo e a sociedade entregue aos prazeres, desejos e vícios, poeta que vem de onde nascem todos os erros, crimes e pecados. Poeta das sensações e dos desejos que absorve os sentidos, a razão, a imaginação, a consciência, os valores, as virtudes, a moral, a ética, as leis, os preceitos e os dogmas; poeta que ignora tudo, e se entrega a escravidão dos desejos, sensações e prazeres. Poeta da bestialidade e da selvageria dos desejos e prazeres.
Sussurros incontidos Seria o instinto de animal selvagem, ou  A noite silenciosa fazia ouvir o roçar de pele, A umidade dos lábios e da língua dentro da outra boca,  O barulho dos dedos correndo entre os cabelos E na penugem da ca…