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Mostrando postagens de Novembro 18, 2012

José Nunes Pereira, poeta e pesquisador da literatura para o novo contexto

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MOVIMENTO LITERÁRIO IMPARCIALISMO 
http://literaturaimparcialista.blogspot.com.br/2010/05/movimento-literario-imparcialismo.html



José Nunes Pereira, poeta graduação em Língua Portuguesa e Espanhola pelo Centro Universitário Eurípedes Soares da Rocha (2008) e Pós graduação em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. José Nunes Pereira é pesquisador do Novo Contexto para a Poesia  e a Arte Contemporânea, poeta criador do Movimento Literário Imparcialismo, editor do Blog Cidade de Marília e Artigos Imparcialistas.(Texto informado pelo autor)
Currículo  Lattes http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4463414T7

COM É POSSÍVEL A RENOVAÇÃO DA PINTURA.

Com o novo contexto na Era da Informação, desvalorização humana, sexo fácil e sociedade do consumo e do entretenimento sexual etc, é possível renovar a literatura e a pintura, que perdeu o seu valor como reprodutora do mundo real, com a chegada da fotografia. A pintura contemporânea pode ser renovada com a leitura do novo contexto reproduzindo imagens e realidades que a fotografia não pode flagrar, inventado realidade e fragrantes partindo da vida, como na poesia imparcialistas, criando uma denúncia social, uma realidade imaginada como em uma visão do futuro, um olhar para o mundo  e uma realidade pitoresca.  
José Nunes Pereira

Muito diferente do que está sendo produzindo no momento e de tudo que foi produzido até agora, mesmo porque estamos em outro contexto histórico, a poesia imparcialista está sendo lida intensamente porque o leitor se identifica com o seu tempo, seu modo de agir, pensar e sentir, escrito na poesia para o novo contexto.

A poesia imparcialista não possui as abstrações e subjetividades da poesia atual, que não se conecta a realidade, ou se perde dentro das abstrações numa tentativa desesperada de ser grande coisa, e acaba caindo em um quase Dadaismo por causa da falta de conexão com a realidade, ou por causa de uma falta de conexão verdadeira com mundo abstrato e subjetivo de uma poesia esotérica, religiosa e profética. 
Com o novo contexto na Era da Informação, desvalorização humana, sexo fácil e sociedade do consumo e do entretenimento sexual etc, é possível renovar a literatura e a pintura, que perdeu o seu valor como reprodutora do mundo real, com a chegada da fotografia. A pintura contemporânea pode ser renovada com a leitura do novo contexto reproduzindo imagens e realidades que a fotografia não pode flagrar, inventado realidade e fragrantes partindo da vida, como na poesia imparcialistas, criando uma denúncia social, uma realidade imaginada como em uma visão do futuro, um olhar para o mundo  e …

A poesia Imparcialista é contextualizada com a sociedade contemporânea para que seja realizada a leitura de nosso tempo. Partindo de uma observação do contexto atual, os poetas imparcialistas, cada qual ao seu estilo e característica, mostra a sociedade relevando caminhos ou relevando como anda o indivíduo e a sociedade atual

Vizinhança
Outdoor, Tv e imagens virtuais, Sexo, bundas e seios amostra em tudo, Até mesmo quando não procuro.
Anúncios surgem em minha frente, Como num passe de mágica, A todo o momento, até mesmo Quando não preciso e nem quero comprar nada.
A nova garota na porta da casa Das minhas amigas, “As sacerdotisas do prazer,” Oferece-me o que tenho de graça e fácil, Sem ter que sustentar filhos, Ser mandado e manter uma casa, Eu só preciso de alguns telefonemas; Não pago mais pelo serviço.
Não cuido da vida dos outros, Apenas observo a vizinhança e faço literatura Com o que vejo, ou invento sobre os outros.
O vendedor bateu na porta da frente, O marido fiel e mais dócil que um cachorrinho De estimação não este em casa, A vizinha mais infiel que cliente Na era da concorrência e do consumo, Pediu que o vendedor de consórcio Entrasse para lhe mostrar seu produto. O vendedor perdeu meio dia de serviço, Quando saiu dá casa já estava escurecendo, E o fiel é dócil marido apontava lá na esquina.
Hermínio Vasconcelos…

LITERATURA E O CONTEXTO CONTEMPORÂNEO

Submissão sexual masculina
Na poesia imparcialista acontece o que nunca houve na história da literatura mundial, além do novo contexto no qual a poesia está sendo  produzida, a literatura imparcialista contextualizou-se ao  individuo e a sociedade contemporâneo.  A uma nova situação em que a mulher poderosa, livre e emancipada  socialmente e economicamente se dá ao luxo de dispensar  homens; não como um indivíduo do sexo masculino que não cumpre as suas exigências básicos de mãe e esposa, como faz todo animal,  mas como macho que não cumpre os seus requisitos sexuais na busca do orgasmo e dos entretenimentos sexuais, e de fez em quando intelectuais! Abílio Santana é o poeta que mais representa essa submissão masculina.
pesquise  no Google: poesia imparcialista, J.Nunez,  poeta José Nunes Pereira, Movimento Imparcialista, literatura para o novo contexto.  Ajude a divulgar a poesia imparcialista
José Nunes Pereira

A SOCIEDADE E A PREOCUPAÇÃO AMBIENTAL NA POESIA IMPARCIALISTA

Brincar de Guerra
Os garotos da minha rua brincam de guerra Ali na sombra da velha mangueira.   Escolhem suas armas;  Liberam armas virtuais, porém Fazem exceções para as armas  Biológica, químicas e bombas nucleares, Sabem da falta de controle  E do perigo de exterminar a humanidade...
Brincam de guerra; Escolhem suas armas, recolhem seus mortos Que são enterrados em uma mesma cova rasa.
Um menino terrorista ignora os tratados internacionais E lança bomba biológica e química, Exterminando noventa por cento da humanidade... Acaba a brincadeira. A mãe sai na porta e diz: _ Vem comer moleque  - Chama seu irmão!
Cícero Fernández J.Nunez
Cícero Fernández - A literatura contemporânea busca a leitura do homem e seu tempo. Para representar essa nova realidade e esse novo olhar sobre a indústria, o poeta Imparcialista Cícero Fernández busca representar essa parcela da sociedade pós-ilusão modernista, industrial e tecnológica. Esse poeta busca o equilíbrio e a harmonia entre a industrializa…

Amores são pedras preciosas

Amor e pedras preciosas
Os amores são pedras preciosas: Amor de homem e mulher é poder de criação, Amor de pai carrega o peso de ser ele uma fortaleza, E de uma lagrimas escondida na solidão de ser pai, Amor de amigos é a felicidade do encontro de almas Amor de irmãos é o elo de eternidade e comprometimento.
Amor de mães, Ah o amor de mãe! Não se explica... De todas as pedras,  é a mais preciosa, É a pedra que não se lapida, nasce pronta   É amor que não se define,    É amor que não impõem condições, É amor que se entrega, edifica e consome, É amor sublime que se explica amando.
Francisco Madeiros J.Nunez
Faz muito tempo que não sou Francisco Medeiros, já estava com saudade desse poeta pai de família, cristão e de valores cristãos.   
José Nunes Pereira

Poesia Imparcialista

Engajamento contemporâneo
Para salvar Sua empresa, O mundo E protestar por uma causa É só posar nu... Eu também já mostrei O que ninguém viu!
Abílio Santana J.Nunez

A poesia imparcialista retrata o absurdo, a bestialidade, as degenerações e a selvageria, com deboche, sátira, ironia, cinismo, para revelar a situação insustentável que estamos vivendo na contemporaneidade.

Um tiro na noite
Um tiro na noite, Um grito: _Matei minha mulher, chamem a polícia! Outro grito: _Cala a boca e me deixa dormir...
Um gemido de orgasmo selvagem No apartamento de cima. Outros gritos na noite: Cala a boca vagabunda desgraçada, vai dar na zona. Ela respondeu com um tremido de orgasmo: _ Aqui é a zonaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii KKKKKKKKKKKKKKKK, Gargalhadas na madrugada.
Salomão Alcantra J.Nunez

Era da Informação da democratização da informação e dos poetas marginais cibernéticos que sem dinheiro para publicar se divulgam em blogs gratuitos, assim é a poesia imparcialista

Rede de informações
Nada mais pode ser ocultado! Democratizamos à escrita, agora estamos evoluindo Para a democratização do acesso a informação.
A menina filmou o assassinato no celular, A mulher que passava filmou a menina Que filmava o assassinato praticado pela polícia, A câmera da loja filmou a menina que filmava assassinato E a mulher que filmava a menina que filmava o assassinato, Alguém colocou da internet... todo mundo viu o crime.
Estamos na democratização Do acesso na Era da Informação. A internet elege e derruba governos, Descobre talentos, e ridiculariza ridículos.   A poesia Imparcialista está na rede; Essa é a poesia dos marginais cibernéticos.
Octávio Guerra J.Nunez

Homens contemporâneos

Indefinido
Ela quer um semideus, Ou um homem... Se for um homem não estou, Se for um Semideus Ainda não cheguei lá...
Salomão Alcantra J.Nunez

Poesia sobre a mulher no poder

Ela quer um Semideus em sua cama
Ela disse: _Eu sempre sonhei com um homem Lindo, alto, inteligente, honesto  e forte...
_Tudo bem, eu não cumpro suas exigências. Na verdade sou o oposto disso! Mas, pode se contentar comigo por essa noite.
Espera ai! Ela quer um homem, ou o super homem; Os machos contemporâneos não são tudo isso.
Se eu cumprisse esse requisito: Lindo, alto, inteligente, honesto e forte, Não seria um homem, seria um Semideus, Hércules.
Tudo bem que a mulher está no poder... Mas o que ela quer É um semideus em sua cama...
Abílio Santana J.Nunez

Modismos, produtos, mercados e serviços.

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Lee Price na banheira 


Depilação
Não podemos incentivar A mulher peluda na intimidade... Tudo são mercados, produtos e serviços!
Mulher depilada é mais capitalista, Alimenta a indústria e o sonho americano Sem os seus pelos pubianos.
Salomão Alcantra J.Nunez

O crime não tem materialidade

Sem Forma
O crime não tem materialidade, A sociedade não tem forma, A arte não tem forma.
A família não possui estrutura, Homens e mulheres se fundiram Na personalidade e na conduta;  Ficaram indefiníveis...
Crianças e adultos são a mesma coisa, A igreja é capitalista e possibilista... A lei e a polícia não domina a maldade.
Um novo conceito de amor Nivelou e desestruturou  tudo, O amor parece mais um filme pornô... “O amor é o que importa”
Impera na sociedade contemporânea O medo da bestialidade e da selvageria, Que a deformação de tudo nos trouxe.
Octávio Guerra J.Nunez

Não sou a favor do “Deus seja louvado” no dinheiro Não sou contra o “Deus seja louvado” no dinheiro,

Um homem laico
Eu sou Laico, Não sou a favor do aborto, Não sou contra o aborto.
Eu sou laico, Não sou a favor do sexo gay, Não sou contra o sexo gay.
Eu sou laico, Não sou a favor da maconha, Não sou contra a maconha.
Eu sou laico, Não sou a favor do “Deus seja louvado” no dinheiro Não sou contra o “Deus seja louvado” no dinheiro.
Eu sou laico, Não sou a favor da cruz de Cristo, Não sou contra a cruz de Cristo.
Eu sou laico, Não sou a favor da minoria, Não sou contra a maioria.
Eu sou laico, Não sou a favor da mulher no poder, Não sou contra a mulher no poder.
Eu sou laico, Pode me usar; Depois me lava, E me coloca no lugar...

Eu sou laico E nem uma voz prevalece, Laico, deformação, desestruturado, Político, indefinido e frouxo, Por ser extremamente laico.
Eu sou laico, Mas não ignoro que no estopim Da selvageria e da bestialidade modernista, Prevalecerá a força e a brutalidade masculina.
Abílio Santana J.Nunez

Tendência contemporânea para a literatura e a poesia

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Futurismo, dadaísmo e imparcialismo
Chegou o estopim de sermos modernos, Fim da ilusão em tudo... Que foi apologia no futurismo, Fim do sonho americano.
O Dadaísmo inconsciente e contemporâneo, São as consequências de termos sido  Absolutamente possibilistas, destrutivos e modernos.
O imparcialismo  é um novo caminho Que se abre aos conscientes  Do anarquismo e do caos Da sociedade entretenimento sexual...
Exatamente agora! O que é  notícia na televisão É uma fulana “celebridade” que se esqueceu de vestir calcinha, O mundo não precisa dessa notícia, como a “celebridade” Também não precisa de calcinha, Pra que calcinha em um país tão quente!    É o fim da calcinha, oooh! Eu quero dizer é o fim do modernismo.
Salomão Alcantra José Nunes Pereira