Postagens

Mostrando postagens de Outubro 14, 2012

Poetas Marginais Cibernéticos

Sou do PPMC: 
Partido dos Poetas Marginais Cibernéticos.
Na Era da Informação
E da desinformação da informação 
Temos poetas Imparcialistas Internautas.

Na era da Internet temos movimentos literários 
De poetas marginais cibernéticos
Que pertencem a um movimento literário ficcional 

Formados pelos poetas Imparcialistas
Que estão na cabeça, na alma e no coração
De um único individuo,
Que é uma especie de movimento literário ambulante.

Octávio Guerra
J.Nunez

Tendências contemporâneas para a arte, a poesia e a literatura

Imagem
MOVIMENTO LITERÁRIO IMPARCIALISMO 

Sem o distanciamento histórico a poesia Imparcialista faz a leitura de seu tempo, partindo da auto-exclusão e da observação do contexto contemporâneo. A literatura Imparcialista é o estudo de um contexto histórico, e a obra literária que faz a leitura desse tempo no qual está inserida conscientemente, vivencia  e observa, com o distanciamento de quem se auto-exclui, e se coloca em um ponto estratégico.  
http://literaturaimparcialista.blogspot.com.br/2010/05/movimento-literario-imparcialismo.html


José Nunes Pereira

Pedagogia amorosa, pedagogia da compaixão e do sentimentalismo

Em todo o Brasil professores apanham de alunos, e pais de alunos, em alguns momentos apanham também da polícia! Principalmente no governo do José Serra.  O professor brasileiro é estereotipado com aquela pedagogia do amor que transforma profissionais da educação em mães e carmelitas, isso quando convém, quando desvaloriza a figura do profissional e destaca a função como prática de caridade, amor e compaixão pelos fracos e oprimidos. Quando o governo precisa justificar os fracassos da educação  “os especialistas da educação"  responsabilizam o professor; dizendo que o professor é um profissional que precisa  de qualificação, que são amadores e precisam de profissionalização e competência. A Carmelita quando convém ao governo, deixa de ser Carmelita para ser responsável pelo formação de país.

Dia do Professor

Entre professores e freiras
Dia do Professor, Dia mensagens patéticas e sentimentalistas Que faz do professor uma freira; Temos até o nosso patrono,  o Paulo Freira.
Essa imagem de carmelita e professorinha de fazenda São estereótipos que rouba do educador O conceito de profissional  que deveria receber muito bem  Pela sua responsabilidade em formar um país...
Até o governador se deixou “enganar”; Confundiu o professor com Madre Tereza de Calcutá Quando disse que professor deve trabalhar por amor... Talvez por causa do Paulo Freira, E sua pedagogia amorosa, sentimental e niveladora.
Salomão Alcantra J.Nunez

Poeta Saulo Menezes Castro a holística e o esoterismo na poesia Imparcialista

Dança ao som do silêncio
O silêncio é o som O som é o silêncio, Onde nada existe, existi o som.
Quando tudo faltar Ainda assim existirá Deus Em sua forma mais primitiva, Em forma de som...
Deus está no silêncio Deus é o silêncio E o silêncio não existe Porque Deus existe nessa forma mais Primária de existir.
Deus é o som, quando nada existi, Existe Deus porque ele é o verbo, E a palavra é o som Que cria, fecunda e mata.
Quero dançar em espírito Ao som do silêncio.  Quando a terra voltar ao seu estado primitivo Deus soprará sobre a terra nua, Em sua forma de vento e som.
Eu sou memória do que sou, e do que fui, Portanto não sou nada! Não sou nada sem essa forma espectral Que dança ao som do silêncio...
Os lugares que meu corpo ocupa, Os vazios que meu corpo preenche, São lugares antes já preenchidos Com o som do silêncio...
Das suas montanhas, Dos seus mares revoltos, De seus precipícios, De seus furacões Deus me chama Para dançar ao som da eternidade, Sem medo vou para a dança…

Homens coisificados

Coisificado
Poesias e artigos Imparcialistas também se faz de conversa alheia... A moça do caixa fez a pergunta indiscreta: _É débito ou crédito? A cliente respondeu:  _ Crédito de Classe C.
Classe C de cartão de crédito... Dizia a outra menina no caixa da loja de sapatos, Depois mudou de assunto;  falou para a amiga sobre alguém, Ou de alguma coisa, se acaso fosse alguém,   Era um individuo coisificado totalmente Pelo narcisismo, sexo fácil e sem compromisso.
A outra exclamou: _Há! Tenho uma coisa para de contar: _Descobri quem é meu pai: não é o Arnaldino, nem o Cabelinho, É um tal de João Onofre que morreu no mesmo ano em que nasci...
_Vai me desculpar!  Sua Mãe é uma perva!  Disse a outra menina. _Legal!  Ela viveu intensamente deu para todo mundo E me deu dois pais vivo e um morto. _ Nossa! Como eu estou feliz com um pai morto e pobre! Isso muda tudo!  Me faz perder todo o dinheiro do meu pai Arnaldino.
_Há esquece essa coisa tediosa! _Me conta!  Como foi ontem com o Ferna…