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Mostrando postagens de Agosto 26, 2012

Em um Protesto Contra a Violência e a Impunidade

Protesto
Em um Protesto Contra a Violência e a Impunidade  Estava escrito assim em um cartaz: “Cidadão reclama que homem Foi morto pela polícia por engano; Policia reclama que está sendo caçada por bandidos, Só os bandidos é que não tem do que reclamar, Nunca esteve tão bom para o crime no Brasil.”
O homem que levava o cartaz Foi morto na esquina de sua casa: Ainda não sabemos se foi a polícia por engano, Ou se foi bandido para treinar o alvo! Essa é a charge do jornal da cidade.
Octávio Guerra J.Nunez

Indústrias e robôs

Robôs que comem
Uma grande indústria multinacional Comprou um robô que abre à caixa, Pega os pacotes de biscoito coloca na caixa, Conta os pacotes, passa fita, Carrega a caixa até o palete E ainda faz o fechamento da produção... Agora a multinacional precisa comprar robôs Que compra e come à produção!
Salomão Alcantra J.Nunez

O Grande Muro de Vaginas (The Great Wall of Vagina) Arte contemporânea

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A galeria Hay Hill, de Londres, inaugurou recentemente a exposição Skin Deep com obras do escultor Jamie McCartney. Dentre as obras está O Grande Muro de Vaginas (The Great Wall of Vagina). Durante quatro anos o artista inglês realizou moldes em gesso de órgãos genitais de 400 mulheres.
http://tecnoartenews.com/esteticas-tecnologicas/o-grande-muro-de-vaginas-por-jamie-mccartney-2/


A arte e sociedade contemporânea
Moldes de vaginas em um muro: A arte contemporânea É a deformação da arte E o reflexo da deformação Da sociedade contemporânea, Da sociedade sexo fácil em tudo, Sociedade do entretenimento sexual, Sociedade da vulgarização de tudo, Da desvalorização de tudo, Nada mais é segredo, sagrado, secreto e intocável, Tudo é vulgarizado e deformado Tudo é democratizado e destruído... Tudo é “perolas aos porcos”...
Moldes de vaginas em um muro Pode não ser o retrato consciente Da sociedade contemporânea; É ao menos o reflexo dessa sociedade. Do mesmo modo que a sociedade contemporânea, A arte pós-moder…

Nascimento do Décimo Sétimo Poeta Imparcialista

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O Décimo Sétimo Poeta Imparcialista
É sem alegria alguma que eu digo: Manifestou em minha alma, O desgraçado, o mais abominável dos poetas, Ele que eu sempre calei a voz..., O poeta que vem de onde nasce Todos os crimes e pecados... Muito em breve conheceremos o Décimo sétimo poeta Imparcialista, Quem sabe ele não me deixa em paz, Como todos os outros me deixaram em paz... Eu arranquei esse poeta de minhas entranhas; Deixaria que a comunidade Com sua justiça com as próprias mãos o apedrejasse E o matasse enforcada em praça pública, Mas não é possível, ele é abstrato Como o próprio Movimento Imparcialista.
José Nunes Pereira

Projeto de Lançamento do primeiro livro de literatura e Poesia Imparcialista, ou Poesia Para o Novo Contexto.

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Aos leitores da Poesia Imparcialista.
Eu, José Nunes Pereira, poeta criador da poesia e do Movimento Imparcialista (ficcional) estou preparando o primeiro livro de poesia e literatura do Movimento; nesse projeto de lançamento  do primeiro livro do Movimento Literário Imparcialismo, pretendo e sonho que seja possível no próximo ano (2013).Quero comunicar,  nessa postagem, que aceito propostas de editoras, editores, divulgadores e pessoas interessadas em cultura e literatura, especialmente,  na literatura para o novo contexto. Adianto que, a poesia Imparcialista é a uma ousadia, um desaforo, uma petulância e uma afronto à literatura moderna, pós-moderna ou contemporânea. 
José Nunes Pereira
APOIE ESSE TRABALHO ARTÍSTICO LITERÁRIO  contatos: imparcialismo@gmail.com j.nunez@bol.com.br

Comportamentos sexuais na sociedade contemporâneas

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Poeta Imparcialista - Saturnino Queiros

Saturnino Queirós poeta do que é fundamental, poeta das horas extremas, da força e da persistência, poeta do essencial, do extremamente necessário e da luta. Sua linguagem sintetizada expressa a sua concentração no essencial, seu foco no que é primordial.  Ele é o reflexo da nova ordem mundial, de um tempo de escassez de recursos, de um tempo em que há uma luta individual e coletiva por um mundo melhor e uma necessidade de realização. É o poeta do extremamente básicos e essencial para nossas vidas. Esse poeta representa as virtudes essenciais do homem: coragem, fatalismo, força e honra.

Hostil
Sou flor fertilizada pelos ventos, Não preciso de pétalas Para atrair com ornamentos. Sou erva daninha... Persisto onde tudo morre, Sou corvo que faz da morte vida, Flamingo onde a vida perece impossível, Sapo que ressurgi da morte... Sou árvore centenária, Que sempre parece morta, Mas que ressurge na estação certa, Na hora oportuna..., Soldado que se entrega, E vencer quando o inimigo vacila. Nasci para ambi…