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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Poemas de amor clássico Imparcialista


Hoje eu chorei...

Se eu tivesse que explicar esse sentimento
Não encontraria expressões,
Teria que falar com a voz dos poetas
Se me perguntar se ainda te amo
Vou dizer sem hesitar nas palavras,
Que não te esqueci por todos esses anos...

Não te amo como um dia te amei...
Te amo sutilmente, te amo com uma delicadeza infinita,
Você está em mim como recordação de dias felizes,
Carinho por um momento que passou,
Como boas lembranças e aflição pelo que não aconteceu,
Quando tinha tudo para dar certo...

Daquele amor ficaram os sonhos e as boas lembranças
Deixadas no coração feito sementes de esperanças...
Quando eu te sinto, quando eu te recordo,
Fica difícil aceitar a sua presença tão intensa,  
Aqui nessa casa, em meu corpo e no meu coração.

Eu tenho medo sim..., do quanto você ainda está em mim...
Só não me mata de amor porque se esconde
Feito lua, sol e estrelas em dias de tempestade.
Você se esconde na rotina, nos vícios e nos amores que inventei
Ao longo dos anos que passarei sem ti.

Seu amor renasceu em mim
De um fio de lembrança solta,
Da solidão de estranhos, amor e amigos...
Hoje eu chorei, sem alardes,
Com uma aflição e um desespero contido, chorei.

José Nunes Pereira
J.Nunez

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Concretização da Sodoma e Gomorra


Filme Sodoma e Gomorra 



Concretização da Sodoma e Gomorra

Na sociedade teorizações de tudo
Se tornou mais difícil explicar o que é ser gay
Do que ser gay de fato!
Na sociedade deformação de tudo
É mais fácil ser homem ou ser mulher
Que explicar o que é ser homem
E o que é ser mulher...

A sociedade contemporânea com suas teorizações,
Prazeres, inclusões e liberdades
Deforma qualquer existência  de estrutura de ser...

O homem contemporâneo, desamparado de Deus,
Não consegue se livrar da bíblia,
Por isso a deforma, para que seus desejos sexuais sejam dignificados.

Vamos destruir todos os preceitos, todos os conceitos,
Vamos destruir os livros religiosos e suas leis,
Vamos destruir o conhecimento milenar dos homens;
E seremos todos bissexuais.
Assim garantimos à reprodução, o prazer sexual...
E concretizamos a Sodoma e Gomorra

Albano Morais
J.Nunez


Imparcialidade comigo mesmo..


Cadáver e flores

Sou um andarilho do caminho interior,
Sou um mendigo que compreendeu as palavras do mestre:
“às vezes, quando pensamos que vamos muito bem, resulta que vamos muito mal.
Compreendi a moral do filosofo Nietzsche.
Agora, onde posso aquecer e alimentar minha alma sedenta de Deus,
Meu amor pelo próximo e pelo caminho da cruz:
Nas orações em silêncio,
Nos momentos de solidão,
Nos livros que vão muito além da vida, da morte e das palavras escritas,
Nos versos de um poema dedicado ao coração sedento de Deus,
No fervor de uma música que eleva o espírito,
Na irmandade que não conheço,
Na religião onde não me acolho...
Nas palavras dos mestres...
No silêncio de quem compreendeu o mundo e o abandonou,
Na imparcialidade comigo mesmo,
Nas virtudes que engana, ornamenta e escondem a realidade interior...
Na santidade que esconde à podridão, como as flores sobre cadáveres.
Descobri quem sou sem ornamentos das virtudes,
Confessei a mim mesmo que sou eu
Sem a moral que encobre o homem de si mesmo.
Não há erro algum em ser moral;
Não podemos é sentir que somos os ornamentos,
O cadáver não é as flores que o encobre...

Salomão Alcantra
J.Nunez

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Sociedade contemporânea: liberdades, felicidades e prazer...


As fronteiras prazer 

A Sociedade do Prazer
É tão sem limite quanto sua busca
Por liberdades, prazeres e felicidades...

A busca pela satisfação do desejo,
Sem a moral e as leis, não possui fronteira,
Por tanto a sociedade do prazer
Desconhece as fronteiras do prazer.

Desconhece as fronteiras
Entre a sanidade e a insanidade dos desejos,
Das liberdades, dos prazeres
E da felicidade ao seu modo.

Murilo Santiago
J.Nunez

Poesia Esotérica Imparcialista: Amores ao vícios e ao mundo.....

Poesia Esotérica Imparcialista: Amores ao vícios e ao mundo.....: Morrer na Alma Por alguns amores ainda não parti, Por alguns desejos ainda não entrei nas profundezas do meu ser, Pelo vicio ainda não me ...

terça-feira, 3 de julho de 2012

ANÁLISE DA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA, TEMAS PARA A ATUALIDADES...


Teoria da Falsa Vaca Gorda

A sociedade do consumo, dos entretenimentos e das prestações de serviços
Criou a ilusão da falsa vaca gorda...  A teoria da falsa vaca gorda
 A sociedade consumista vive para trabalhar e pagar contas
E acreditar na falsa vaca gorda.

A sociedade do consumo e das tecnologias paga:
IPTU, seguros, água, esgoto, luz, gás,
IPVA, telefone fixo, celular, gasolina, troca o óleo,
Paga o conserto do carro, paga estacionamento,
Transportes, escolas, jornal, plano de saúde,
Paga a comida do cachorro,
Paga prestação nas Casas Bahia, prestação em outras lojas,
Prestação do carro, compra presente para o aniversário da sogra,
Aniversário do chefe, presente para o dia dos pais, dia das crianças,
Dias das mães, dia dos namorados, paga aluguel, pagar o clube,
Presente no Natal, na páscoa, presente para o aniversário de todo mundo,
Paga a prestação da casa, o guarda da rua,
Os cartões de crédito, TV a cabo, internet,
Compra toda a comida e toda a bebida necessária,
Compra sapatos e roupas para estar sempre apresentável,
Compra remédios, paga terapias, paga o dízimo,
Paga academias, paga pela educação, paga inscrições, paga o Fundo Multo...
Paga para ficar magra, nova e bonita....

Pagar tudo e sustentar todo esse consumismo e padrão de vida
Com menos de dois salários mínimos
E no cartão de crédito, é claro!
Que reforça a ilusão e a teoria da falsa vaca gorda.

Além de trabalhar e pagar e pagar;
Temos ainda que tomar cuidado para não enlouquecer...
E ficar fora do mundo competitivo, o mundo das metas,
Das melhoras continuas até explodir,
A sociedade capitalista deseja arrancar de nós
O que não temos para dar,  ou não estamos dispostos a dar.
Vida simples; estamos começando a desconfiar que o capitalismo é louco.

Salomão Alcantra
J.Nunez

domingo, 1 de julho de 2012

Sociedade das inclusões, das liberdades sexuais e dos vícios.


Liberação sexual, direitos e inclusão

Rua da Jurema

Filho, porque você demorou tanto para chegar com o pão.
_ Desculpe mãe! É que passei ali no puteiro da Jurema;
Estava lá uma nova profissional da casa, ai perdi um tempinho com ela,
Quando estava saindo o Juvenal me deu um cigarro de maconha
E no caminho encontrei o Aldo dando uns beijos num cara;
E ele me apresentou seu novo marido.
Por isso acabei demorando um pouco...

Mas cadê o pão meu filho!
_ Há! O padeiro não foi trabalhar hoje,
Foi levar sua esposa para fazer aborto.

Abdias de Carvalho
J.Nunez

Abdias de Carvalho poeta da estagnação, da poeira assentada, da falta de perspectiva, da baixeza moral, da atrofia, da revolta calada, do silêncio dos excluídos, da ruminação furiosa e secreta, da repugnação, da repetição angustiante, da falta de oportunidades, da linguagem repugnante, esse poeta representa o abandono, o deixar se onde está. Neste poeta não há incertezas, e sim eterna imobilidade.       

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