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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 28 de janeiro de 2012

HOMEM PÓS-MODERNO, O SEXO E AS MULHERES PODEROSAS

Homem pós-moderno

Na sociedade contemporânea em que a mulher desfruta
De poder econômico e das liberdades sexuais e sociais
É natural que o homem se torne também objeto de desejo
E que sirva de mercadoria para um público consumidor
Formado por homossexuais e mulheres emancipadas.

Na sociedade do prazer e de todas as inclusões e liberdades
É normal criar um novo modelo de homem;
Que é seja imitação de mulheres superficiais
Em seu modo de vida e maneira de pensar e sentir.

É natural que haja um tipo de homem
Que procure mulheres para sustentá-los
É normal que exista homem garoto de programa,
Homem que rebole em palcos,
Homem que dance Pole Dance,
Homem que dance a Dança do Ventre “feminina”,  
Homem que dance  Axé (feito doidas)
Homem que faz Strip-tease e outras conotações sexuais.

A sedução sexual, os rebolados e exibicionismos corporais
Eram armas de mulheres sedutoras;
O homem pós-moderno se tornou
Objeto de desejo e consumo no mercado do sexo.

Abano Morais
J.Nunez




quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sociedade do prazer e as leis ocultas que regem os homens

Milagres Científicos

Tempo de homens arrogantes
E sua torres de Babel tecnológicas.
Sociedade das liberdades,
Das inclusões,
Das cirurgias,
Dos milagres científicos,
Dos prazeres, dos vícios,
Das explorações e do consumo
Pautados apenas no prazer
E nos apegos à vida e no
 materialismo.
Sociedade que desconhece as leis ocultas
Que regem a humanidade e os homens;
Mesmo que eles tenham perdido
A visão holística que os integram a si mesmos,
A natureza, ao universo e a espiritualidade.

Jonas Corrêa Martins

J.Nunez
 
 
 
 

Sexo entre colegas: 1/3 das mulheres fazem sexo com amigos, aponta estudo

Sociedade sexo entre amigos,
Sociedade do Prazer,
Sociedade sexo facilíssimo,
Sociedade desvalovização humana,
E desvalovização das virtudes humanas,
Sociedade das liberdades sem quaisquer parâmetros,
Sociedade do Prazer do consumo, do sexo e outros
Vícios que não leva outra coisa em conta 
A não ser o Prazer sexual em si mesmo,
Que não leva outra coisa em conta
A não ser a criação de mercado
E o consumismo em si mesmo.
Essa é a sociedade alimentada o capitalismo
Com vicios, artificiladades, sexo e consumo.
A mulher se destrói na liberdade sexual,
E o homem perdeu a razão de existir e produzir
Diante de tanto sexo facilíssimo disponivel.
É o que faltava, sexo entre colegas.

J.Nunez


1/3 das mulheres fazem sexo com amigos, aponta estudo




“Amizade com benefícios” está se tornando popular. Uma em cada três mulheres solteiras já fez sexo com um amigo, aponta pesquisa do site MyCelebrityFashion, feita no Reino Unido. O motivo: metade não quer saber de compromisso; 19% querem só se divertir e só 8% pensam em algo a mais.
Foram ouvidas 2.168 mulheres. E vocês, o que acham?

fonte:
http://blogs.estadao.com.br/radar-pop/13-das-mulheres-faz-sexo-com-amigos-aponta-estudo/

Globalização e acessos a produtos industrializados e a ilusão de progresso.

Made in China ou Made in PRC

O Brasileiro está mais rico,
Agora temos acesso aos Made in China
Comprados em dezenas  de prestações
E em cartões de crédito.

É preciso que a China crie
O serviço Médico Made in China e outros serviços,
Para que nós, a nova classe média brasileira tenha acesso.

O acesso as bugigangas tecnológica
 Trouxe a ilusão de progresso!
Pessoas estão sendo despejadas de terrenos invadidos
Por que não possuem o que sempre teve e valor
E sempre terá valor, que são terras e propriedades...

Salomão Alcantra
J.Nunez

Made in China ou Made in PRC ( chinês simplificado : 中国制造 ; chinês tradicional : 中国制造 ; pinyin : Zhōngguó Zhizao ) é um país de origem etiqueta afixada aos produtos fabricados na China continental , a República Popular da China (RPC), excluindo Hong Kong e Macau , onde todos os produtos feitos nessas regiões são rotulados como "Made in Hong Kong" e "Made in Macau", respectivamente. Embora o nome " China "é usado tanto pela República Popular da China ea República da China , o rótulo "Made in China" é geralmente afixada produtos feitos na antiga. Produtos fabricados nas Taiwan ( ROC ) não usam o "Made in China" rótulo. Em vez disso, eles costumam usar o " Made in Taiwan "," Made in ROC "ou" Made in Taiwan, ROC "

http://en.wikipedia.org/wiki/Made_in_China

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Mulher Ultramoderna

Mulher Ultramoderna

Sabe com quem você esta falando?
Com uma mulher poderosa e emancipada!
Que paga pelo sexo
E não deve nada para ninguém.

Salomão Alcantra
J.Nunez

Mulheres contemporâneas e liberdades sociais

Imitação de Homem

Tomou uma cerveja
Em companhia no “Bar da Esquina”
Pegou o carro sem condição de dirigir,
Pagou pelo sexo,
Desacatou o policial,
Recusou o bafômetro,
Bateu na próxima esquina,
Estava com a carteira de motorista vencida,
Portava uma arma de fogo ilegal,
Não, não é um homem irresponsável;
 É uma mulher emancipada
Imitando a liberdade execrável de homens.
Antes de imitar homens
As mulheres dirigiam tão bem!

Salomão Alcantra
J.Nunez

Sexo três vezes por semana.

Sexo três vezes por semana.

Quantas vezes você faz sexo por semana?
Não tenho essa estatística!
Não tenho metas de produção sexo!
Não sou indústria, comércio, ou garoto de programa
Que ganha pelo sexo que faz.
Não tenho patrão cafetão.

Salomão Alcantra
J.Nunez

domingo, 22 de janeiro de 2012

Brasil é um país de classe média. Seis em cada dez brasileiros com 16 anos ou mais já pertencem a esse grupo, segundo o Datafolha.

Classe C

Classe C  , o nome já diz tudo
Classe Cartão de Crédito.
Essa é a classe com dívidas até 2021,
Essa é a classe que todo mundo quer atender;
A televisão faz programas para eles mesmos se verem na TV,
E reproduz na tela a pobreza cultural do cotidiano,
A indústria de cultura comercial está atendendo essa classe
Com o que a de pior na cultura popular,
 A classe C parece viver de conotações sexuais e grosserias
 Classe C cartão de credito, (que é o pobre de antigamente)
Classe M miserável estão na televisão para serem usadas
Para servir de espetáculo para si mesmo,
A classe C se olhando na cultura industrial de massa
Parece alguém que contempla o próprio ânus e acha lindo.

Salomão Alcantra
J.Nunez
Brasil é um país de classe média. Seis em cada dez brasileiros com 16 anos ou mais já pertencem a esse grupo, segundo o Datafolha.
Com 90 milhões de pessoas --número superior ao da população alemã--, a classe média brasileira, no entanto, está longe de ser homogênea.
A variedade de indicadores de renda, educação e posse de bens de consumo permite a divisão dessa parcela da população em três grupos distintos que separam os ricos dos excluídos.
O acesso crescente a bens de conforto --como eletroeletrônicos, computadores e automóveis-- é o que mais aproxima as três esferas da classe média brasileira.
A partir da medição da posse desses itens, a população é divida em classes nomeadas por letras.
O Brasil de classes médias é aquele que está conseguindo escapar dos estratos D e E, deixando para trás os excluídos, mas ainda quase não tem presença na classe A.
Ganhos de renda --consequência de crescimento econômico mais forte e políticas de distribuição de renda-- e maior acesso a crédito contribuíram para essa tendência.
"Aumentos de renda que parecem pequenos para a elite têm representado uma revolução para as classes mais pobres", afirma o economista Marcelo Neri, da FGV (Fundação Getúlio Vargas).
Se a posse de bens de consumo aproxima as três classes médias brasileiras, indicadores de renda e educação ainda os distanciam.
Rendimento e escolaridade mais elevados são, por exemplo, características que afastam os brasileiros da classe média alta dos outros dois estratos. Já as linhas que separam os integrantes das classes médias intermediária e baixa são mais tênues.
A renda da classe média baixa ainda é, por exemplo, mais elevada do que a da classe média intermediária.
No entanto, os integrantes bem mais jovens da classe média intermediária têm melhores perspectivas econômicas por conta de avanços educacionais mais significativos nos últimos anos.
Esse grupo é o que mais se expandiu no país na última década. Com 37 milhões de pessoas (de 16 anos ou mais), só perde para os excluídos, que ainda formam a classe mais numerosa no Brasil, embora tenham encolhido.
Apesar da expansão significativa da classe média, há quem ainda não sinta fazer parte do grupo. É o caso de Rosiley Marcelino Silva, 46. Casada e mãe de dois filhos adultos, ela vive da venda de salgados e do salário do marido, ajudante de caminhão.
"Não acho que tenho vida de classe média. Mas agora dá para sobreviver", diz Rosiley, que foi classificada pelo Datafolha como classe média intermediária.
A vulnerabilidade da nova classe média é uma questão que preocupa as autoridades.
"Nós estamos tentando pensar em políticas que ajudem essas pessoas a não retornarem para a pobreza, porque esse é um risco", afirma Diana Grosner, economista da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.
Segundo ela, o governo trabalha agora em uma definição oficial de classe média e, depois, poderá dividi-la em até três grupos distintos para elaborar políticas específicas de acordo com as necessidades de cada um deles.


nosso país é uma piada...

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