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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Vídeos Games e inversão de valores...

Chegamos ao cúmulo da inversão de valores

Da frouxidão moral, da ética do bom senso e da consciência,

Estamos produzindo vídeos games desenho, para crianças e adolescentes

Em que bandidos matam policiais, aluno violentam professores,

Crianças possuem autoridades sobre seus pais e outra adultos,

A falta de limites já estava sendo muito bem alimentada

Pela falta de tempo dos pais que terceirizaram a educação

E estragaram seus filhos com a falta de limite e os excessos de mimos

Para suprir sua ausência física,

Agora a criação de mercado descobriu essa geração

Que não sabe o que são limites e o que são valores humanos intocáveis,

A criação de mercado, esse que é cria do capitalismo que é um monstro ânus,

Esta agora usando a própria estupidez humana para fazer dela mercado consumidor.

Por essas e outras o capitalismo e o modernismo não terá um fim,

O fim do modernismo é a própria extinção da humanidade.

Eu sou imparcialista.

Salomão Alcantra
J.Nunez


O homem biológico e a sociedade do prazer

Têm dias que me sinto feito um mosquito da dengue;

Todo mundo quer combater,

Essa comparação não quer dizer que me importo,

Mas que às vezes não sou aceito e sou combatido.

Não sou tão sentimental para desejar sem querido...

Não sou tão inocente para ignorar que muitas vezes a incompreensão

É resultado de não pertencermos a um meio e um tempo.

Entre as minhas esquisitices está o fato

De minha ética e minha moral não ser muito caprichosa,

Tenho sempre o humano em primeiro plano, afinal é o que somos.

Não sou caprichoso na moral porque não sou mocinha virgem,

Não sou super herói americano que usa cabelo de Mauricinho...

Não sou beata velha esperando o príncipe que não veio,

Sou mais parecido com prostituta que nunca sonhou.

O que sou é humano e estritamente biológico,

E quando se é apenas biológico não se possui pecados

Porque os sentidos e sensações

Estão onde Deus os colocou e desconhecem leis e pecados.

Quem sabe de lei é a consciência na alma dos homens...

Isso explica porque os anjos caem quando estão entre os homens

E se vestem de carne de homens...

Os anjos caem quando sentem e gostam de sentir...

Sentir é a felicidade biológica dos homens,

Felicidade que os entrega aos infernos de si mesmo.

A felicidade biológica, própria dessa sociedade do prazer,

É quase sempre um caminho que direciona para onde não é apontado.

A Felicidade na sociedade moderna, a qual chamo de sociedade do prazer,

É um caminho na contramão que acabará em uma grande catástrofe.

Salomão Alcantra

J.Nunez

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Poesia esotérica Imparcialista

Sol na casa doze


Não fuja para dentro de si

Porque é lá que seus monstros habitam,

Não fuja para a vida material,

Não abandone sua casa interior,

Não a deixe aos seus monstros

Que te devora de dentro para fora...



Uma luz toca seu coração,

Deixe o Sol entrar em sua casa

E surgirá aquela manhã em sua alma...



Deixe o Sol entrar para que você,

Guerreiro da luz, tenha a claridade da consciência.

Deixe o Sol entrar e iluminar de dentro para fora...

Para que você estão, guerreiro da luz,

Combata seus monstros interiores,

Para que você estão possa ver o que há dentro de ti

E a vida lá fora que faz de tudo para te ludibriar.

Jonas Corrêa Martins

J.Nunez

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Poesia Esotérica imparcialista

Poesia contemporânea esotérica imparcialista

Sétimo Pecado Capital

Meu corpo lento feito um boi,
Meu metabolismo preguiço
E meu corpo rechonchudo se move
Lentamente feito um gato velho e gordo.

Meu corpo é comandado por minha mente preguiçosa
Que se move o suficiente para se acomodar
E encontrar o prazer, o aconchego e o conforto.

Minha mente preguiçosa comanda meu ventre sempre empanzinado
Pela lentidão de meu estômago.
Minha mente preguiçosa é, contudo ansiosa
E me ocupa com tudo que não exige muito esforço
Mas que traga prazer e alimenta meus instintos,
Minha frouxidão e baixeza de caráter.

Minha mente preguiçosa não me deixa sacrificar o corpo físico,
Não me deixa por sacrifícios na alma,
Não me deixa por esforço nas atitudes, na moralidade e no pensamento,
Minha mente preguiçosa me faz arrastar pela vida feito uma lesma
Motivada pelos vícios pegajosos e pelos meus instintos mais vis.

A preguiça, meu sétimo pecado capital anda sempre acompanhada
Da luxuria que é essa eterna busca pelo prazer
E juntos eles fazem essa ansiedade e essa ira
Por ser impossível sem esforço atingir meus propósitos.
A preguiça me coloca,  me deixa na vida sem objetividade,
Me faz arrastar de um lado para o outro com o esforço
Motivado pela busca incessante do prazer do corpo
Que me faz adiar qualquer esforço consciente.
Hoje vou me colocar em penitencia
E mortificação do meu Eu da preguiça.

Murilo Santiago
J.Nunez


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O submundo na poesia contemporânea

Rua 2 de Novembro.


Ele não sabe nada de kama sutra e sexo tântrico,

Sabe de cor do amor cristão, da compaixão e do perdão,

Mas a mulher pede um conselho sexual.

Ela lamenta: _ Eu faço de tudo para meu marido,

Ela não confessa que veste fio dental e até calcinhas comestíveis,

Mas aquele nojento ainda está me traindo...

O religioso tenta manter se ajustado e aconselha a irmã:

_É preciso ter paciência e fé minha irmã,

É preciso perdoar e ter compaixão pelos mais fracos.

Ignorando essa situação embaraçosa

O sujeito em questão acaba de tomar um tiro no peito

Quando descia a rua 2 de Novembro em um sábado a noite,

Lá ficou com a cara socada dentro de uma lata de lixo até a mulher

Daquela noite simulasse um encontro por acaso

E acabou confessando e denunciando o cafetão.

A polícia esta vasculhando as ruelas escuras

Onde se vivem todos os vícios...,

De onde sou levado abaixo de socos e pontapés.

Abdias de Carvalho

J.Nunez

Abdias de Carvalho poeta da estagnação, da poeira assentada, da falta de perspectiva, da baixeza moral, da atrofia, da revolta calada, do silêncio dos excluídos, da ruminação furiosa e secreta, da repugnarão, da repetição angustiante, da falta de oportunidades, da linguagem repugnante esse poeta representa o abandono, o deixar se onde está. Neste poeta não há incertezas mas sim eterna imobilidade. Esse poeta não representa uma condição, esse poeta é um lugar ou os lugares onde sempre houve e sempre haverá a estagnação seja ela social, cultural, ambiental etc. Esse poeta é a agonia do inferno.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O Amor sexual e o amor sentimental

Amor sexual

Eu acredito, e acredito muito no amor,

É o amor que não acredita muito em mim

E me nega seus olhares, seus beijos sua pele,

Esse sorriso que me deixa em seu dispor

E me faz parecer fácil demais...

Eu acredito no amor, mas o meu amor

Está nessa mulher que não me quer de jeito nem um...

Já dizia meu amigo Hermínio Vasconcelos

Poeta e filosofo de zona: "O amor não pertence a quem ama;

o amor pertence a quem é amado."

Eu acredito no amor, mas o amor não acredita nem um pouco em mim,

E tranca sua pernas, e desvia seus olhares,

E me nega até as migalhas de amor...

Não falei do coração e da alma dessa mulher,

O coração e a alma dessa mulher são impiedosos

E não me lembrei deles porque já passei da idade de amor sentimental,

Na minha idade o amor perde a vergonha na cara

E ganha descaradamente conotação sexual

Talvez seja esse o motivo para o amor não acreditar muito em mim.

Essa mulher não me ama nem pagando!

Os garotos na mesa ao lado estão naquela idade em que os homens

São iguais a abutres: come tudo que aparece, dizia um deles:

_ As coroas são maior dá hora, elas trepam fazem de tudo e não ficam no pé.

Isso que dizer que elas também podem praticar sexo sem sentimentalismos,

Isso quer dizer que depois das desilusões só resta esse desejo passional entre as pernas.

Como o amor dignifica e disfarça tão bem os verdadeiros propósitos dos sexos...

Abílio Santana

J.Nunez

Os novos operários

O capitalismo é um animal gigantesco que não possui ânus;

Consumirá até explodir, estão jogará merda para todos os lados

E tornará o mundo inabitável...

A industrialização é um sistema de escravidão suavizado com o salário,

E como todo o sistema de escravidão existe uma tortura, e essa tortura é psicológica.

O capitalismo e a industrialização só funcionam enquanto os operários

Não possuem melhores alternativas para suas vidas.

Quando os operários conquistam sua independência, isso é, possuem alternativas;

Não estarão dispostos a sujeitar a um regime em que se vende a sua força de trabalho,

A sua energia e às vezes a própria vida em troca de um salário que não traz a esse operário

A qualidade de vida tanto desejada, e ainda insuficiente

Para garantir os direitos básicos a esse trabalhador.

Esses descontentamentos são visíveis nas indústrias

Entre os funcionários que possuem alternativas que possam trazer mais qualidade de vida.

Os operários que hoje são contratados pelas indústrias são filhos e netos

Dos primeiros operários que saíram do sol, da chuva e do frio das lavouras

E foram trabalhar na sombra sufocante das fábricas,

Esses netos e filhos desses primeiros operários,

Que ainda insistem em chamá-los de chão de fábrica,

São funcionários com formação muito superior ao trabalho que executam nessas fábricas.

Essa consciência e independência é fruto de uma melhor posição socioeconômica

Conquistada pelos primeiros funcionários das indústrias,

Que agora é desfrutada por seus filhos e netos com melhor formação educacional.

Esses operários, filhos e netos dos primeiros funcionários das indústrias

Não estão dispostos a colocar todo o seu potencial 
Para executar trabalhos braçais nas indústrias.

Temos ainda os que vivem de bolsa famílias,

Os que não possuem ensino médio e trabalham em troca um salário mínimo

Porque não possuem escolaridade que os permita

Serem trabalhadores braçais nas indústrias, esse funcionários sem escolaridade são os

Empregados ideais para a indústria. As empresas exigem o ensino médio para que assim

Coloque em prática a nova política da educação do governo,

Essa exigência tirou do mercado de trabalho aqueles funcionário

Que não possuem melhores alternativas e por isso deixariam a vida dentro das empresas.

Salomão Alcantra

J.Nunez

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