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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Poesia de amor clássico e contemporâneo

É amor que adormece...


Eu que já amei tanto e tantas vezes

Não podia imaginar que ainda havia

Esse antigo amor em meu coração.

Eu que já amei e tanto e tantas vezes

Não podia imaginar que o meu amor por você

Ainda está aqui no meu peito

E ocupa um lugar no meu coração.

Esse amor que eu não sentia

Até a última vez que eu vi você,

Esse amor que eu não sabia que ainda estava aqui

Até que eu te vi pela última vez,

Esse amor é tão gostoso de sentir porque é daqueles amores

Que machuca com tanta delicadeza

Que se confunde com afagos na alma,

Esse é daquele amor que se contenta em amar

E ficar na lembrança, esse é daqueles amores

Que nos faz lembrar que estamos vivos,

Ou que vivemos um amor feito de sonho de vida feliz...

E por isso tão inocente e verdadeiro...

É tão gostoso sentir esse amor

E saber que ele ainda está aqui,

Todo amor inocente e verdadeiro são eterno no coração

Porque se alimentam de nossa eterna gratidão

De termo sido amados com tanta simplicidade...

Meu amor inocente e que renasce nas recordações

É amor que adormece e acorda com lembranças de dias felizes...

É amor que machuca com a saudade e o pesar

De ter sido apenas amor de sonhos inocentes...

José Nunes Pereira

J.Nunez

O POETA IMPARCIALISTA, O POETA DAS DORES CLÁSSICAS...

A SEMENTE DO IMPARCIALISMO

OS POEMAS PARA GENTE SUJA É A SEMENTE DO IMPARCIALISMO, ESSE QUE NASCEU DO IMPARCIALISMO COMIGO MESMO.

Neste tempo, nem mesmo as quatro estações do ano são estáveis, muito menos eu, humano e sujo,
amigo  do Pessoa e de Walt whiltmam e ainda nascido sobre todos os signos zodiacais.
Acho que é natural, que ainda eu não saiba, se penso que sou eterno como todas as coisas em eterno estado de mutação, ou se de fato existo assim.
Este dia se resume em resfriado, catarro e decomposição de mim largado ali num canto do sofá, resistindo a todas as vontades de fazer qualquer coisa, a não ser saborear um café forte e amargo, como o agora.
Quero olhar para alem das paredes que não vejo, e simplesmente, saborear um café, como se a vida se resumisse neste ato irresponsável e distraído, porem o silêncio é fecundo e me fala segredos aos ouvidos, me diz que, definitivamente o tempo não existe, o que existe são as coisas oxidáveis dentro da eternidade.O que chamamos de tempo são  canseiras, esgotamento e decomposição, que aos poucos nos sucumbe, e passamos a existir apenas espectral.   
A rotina existe porque somos seres esgotáveis e necessitamos de nos recompor, como qualquer outra maquina que não resiste ao movimento perpétuo dentro da eternidade.
Meu coração, pedra ao relento, em lenta decomposição, sabe, que o que tenho chamo de vida, é rotina, canseira e relógio, com seu tic tac insuportável, ou com seu despertar de galo mecânico desesperado, em madrugadas de inverno.   

                                                        21/05/06

    Caminhando displicente na superfície de pensar, tropecei em pensamentos despropositais e soltos no relevo da consciência, cai no mais profundo do meu interior, numa queda de estrela cadente ou de anjo caído, para lá de onde tudo é esquecimento.
Quando me falta o amor, perco a mística e tenho a frieza dos ideais e da técnica, que seca o sal dos meus olhos e estanca a hemorragia da minha alma.
Queria sangra na alma como Tereza wilhman sangrava em seu membros estigmatizados, queria arrepender-me feito belzebu nos mundos infernais, estar em sintonia com o eterno como
São Francisco de Assis, estender a mão ao ser humano como São Vicente de Paula e ter o dom do verbo como São João.
Depois do ideal de ser me resta ser quem sou agora, técnico e frio como um psicanalista.
Com todas as ferramentas na memória, desbravo, garimpo as profundezas de meu ser e encontro pedras ainda brutas, que vou lapidando num   processo lento, angustiante e minucioso.
Nestas camadas mais profundas de meu ser encontro o inferno do homem, de onde vem a erupção de pensar e sentir, que formam o meu céu de Pompeia, que caem e transformam o relevo de minha personalidade superficial, e deixo de ser deserto onde fui Mar, e deixo de ser Terra plana onde fui montanha e sou agora indefinido e informe, sobre esta influência de maré de lua.        

       

                                                     23/07/06

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Jornal Diário de Marília: Docente cria Movimento Imparcialista

Docente cria Movimento Imparcialista


Objetivo é estudar novo contexto e formas de arte e literatura


Professor de Língua Portuguesa e escritor José Nunes Pereira propõe uma nova forma de produção literária. Ele estruturou o “movimento imparcialista” a partir da observação do contexto atual. Criou um universo com 14 pseudônimos, onde cada um trabalha numa temática.

José Nunes escreve poesia há 20 anos. Em 2003 entrou para a Apem (Associação dos Poetas e Escritores de Marília), cursou Letras no Univem e foi em 2008 que despertou para o que denominou “imparcialismo” literário.

Ele propõe a observação acurada do contexto atual, onde o conhecimento não é mais “protegido” e sim está em todas as mídias, principalmente na net, para depois dar forma à produção de artigos e poemas, os dois gêneros principais desta sua proposta.

Para formatar sua ação produz em várias vertentes, com temáticas bastante variadas e cada uma assinada com um pseudônimo. Alguns exemplos são produções dentro da linha “amor clássico”, meio ambiente e outros temas mais contemporâneos.

Ele fala numa literatura adaptada à internet, que acompanha o dinamismo atual, mas sempre a partir da observação do contexto e do multiculturalismo.

Toda produção do professor gira em torno da divulgação do movimento. Ele espera que as pessoas que tenham acesso despertem e possam se identificar com as várias facetas para buscar mudanças de atitudes.

Os trabalhos de José Nunes Pereira e seus pseudônimos podem ser acessados no

. Contatos também podem ser feitos através do e-mail: j.nunez@bol.com.br .

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Poemas para Gente Suja.

Estou em gestação neste mundo; útero comum a tudo que existe.
Nesta minha lenta formação me descubro, e encontro asas, e sou todo asas e cantos.

Tenho asas de águia, e pairo acima de tudo que é meramente material e humano.
Tenho asas de beija flor e canto de rouxinol nas manhãs ensolaradas de meu espírito.
Tenho asas negras de corvo, e sobrevôo a imundície humana
Atraído por meu faro aguçado para tudo que é podridão.
Assim são meus dias nos labirintos infernais de meu interior.
Tenho asas, sou da sua espécie, olho para tudo que é moral e permitido.
Sou da tua espécie, da espécie hipócrita...

                                                          24/01/2006

 Deselegante como um tropeço, vou pela vida ou pela rotina, que é a mesma coisa.
Gosto da palavra absurdo tanto quando gosto dos absurdos; absurdo e a palavra que mais generaliza as atitudes e as coisas, não é preciso outra palavra para que expressemos os excessos.
Tenho uma palavra em minhas atitudes e em minha mente, esta palavra é: hipocrisia,
Igual a vocês que são hipócritas..., desculpe a generalização, mas haverão de concordar comigo.
O que esconde o teu silêncio,
O que pensa e sente na superfície de teu coração e de tua mente; eternos paradoxos,
Se fosse permitido ser egoísta, o que você exigiria somente para você,
Você é exatamente como aparenta ser,
Você é fiel as tuas convicções,
Qual é o peso que carregas em teu sorriso,
Será que teu sorriso reflete estes dois paradoxos coração e mente,
O que você permite a você mesmo que seria um absurdo em outro sujeito,
Se você fosse um legislador e pudesse proibir algo,
O que proibiria? _ mas será que você mesmo não desobedeceria a tua própria lei,
Quando estivesse longe de todos os olhos humanos que não fossem cumprisse de teus delidos.
A passividade não é conivência?_ e ambas não são a hipocrisia?
Está na regra e nas convenções abstratas que inconscientemente temos em nossas mentes,
E que foram passadas de pais para filhos como a melhor maneira de suportar-nos.
Subconscientemente sabemos que nem todas as verdades
E nem todas as mentiras devem ser ditas, portanto de algum modo somos hipócritas.
Eu a hipocrisias em pessoa faço deste coração á granel, e desta mente absurda, material de pesquisa, e também sem sentimentalismo reduzo você e todas estás dores que me causa, e todos estes sentimentos fluitivos em material de pesquisa.
Olho o rebuliço de teus sentimentos e pensamentos e destroço a tua alma com a frieza e o agouro de um corvo na carne apodrecida.  
Numa insaciável sede de conhecer-me fiz de nós, e de nossos sentimentos coisas que se olha se desmancha com o propósito de estudar.
Parei num ponto estratégico, e te olho como se estudasse um animal primitivo, generalizei e estendi os teus acontecimentos abstratos a tudo que tem a tua forma e as tuas características.
Fora às linhas gerais; descobri em nós seres únicos quando si trata de virtudes.
Somos todos sólidos e espectrais, porém temos peculiaridades nos sentimentos nobres, que nos fazem únicos.


12/02/2006


OS POEMAS PARA GENTE SUJA É A SEMENTE DO IMPARCIALISMO

domingo, 9 de janeiro de 2011

Plataforma Lattes - José Nunes Pereira

Artigos Imparcialistas


Movimento Literário Imparcialismo O propósito desse Movimento é criar o novo contexto para a literatura, para assim formar a literatura para o novo contexto; a literatura que seja a leitura do homem contemporâneo, com seus medos, suas aflições, suas dúvidas, seus pensamentos, seus sentimentos, seus conflitos, suas condutas, sendo assim, a Literatura Imparcialista busca a arte objetiva.


Postagem em destaque

Fique por perto!

Volte logo, Não demore muito, Fique por perto! Eu te esperarei dentro e fora do tempo. Sua alma é nobre, Fique no sangue do meu sangu...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

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