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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Artigos Imparcialistas e poesias Imparcialistas

 Ruela dos desvalidos
Ela não quis fazer sexo  com o cara,
Preferiu roubá-lo,
Deu ao homem um boa noite cinderela,
Roubou sua carteira...
Suas calças, camisa e sapatos, o safado do cafetão roubou...
A polícia chegou tarde, a mídia foi chamada
E homem estava ali quase nu... na ruela dos crimes.
Drogas, roubos, prostitutas, travesti,
Assassinatos, viciados, fracassados da ruela dos desvalidos.
O homem encobriu o rosto com as mãos,
 E não se lembrava de nada!
A polícia não fez nada, não havia o que fazer!
A mídia filmou o cotidiano, o dia a dia na ruela dos crimes.

Abdias de Carvalho
J.Nunez
Abdias de Carvalho poeta da estagnação, da poeira assentada, da falta de perspectiva, da baixeza moral, da atrofia, da revolta calada, do silêncio dos excluídos, da ruminação furiosa e secreta, da repugnação, da repetição angustiante, da falta de oportunidades, da linguagem repugnante, esse poeta representa o abandono, o deixar se onde está.
 Nesse poeta não há incertezas, mas sim eterna imobilidade.     


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