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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A POESIA IMPARCIALISTA DE AMOR CLÁSSICO



J.Nunez em entrevista ao Jornal Diário de Marília

A POESIA IMPARCIALISTA DE AMOR CLÁSSICO

Eu sei como vou te dizer que te amo


Eu sei como vou te dizer que te amo

Só não sei como vou sentir esse amor

Que vai mastigar meu corpo a vida inteira,

Só não sei como vou viver com essa dor

Que não me deixa esquecer

Que você machuca mesmo ignorando que existo e te amo.

Eu poderia sentir sem saber que sinto,

Amar sem saber que amo,

Sofrer sem saber que sofro,

Mas esse amor é tão lúcido que não se deixa confundir com nada...,

É desses amores que é amor e somente é amor,

Se fosse amor que se confunde com amizade, tudo bem...

Se fosse amor que se confunde com ódio melhor ainda,

Mas não, é amor em estado puro é amor em estado bruto,

É amor que sabe muito bem que é amor

E, portanto não vai abandonar o seu lugar

Que é o meu coração que não aquenta mais amar

E esperar porque não há outra coisa a se fazer...

Eu sei como vou dizer que te amo,

Para dizer que te amo basta dizer te amo,

A questão é que direi ao vento...

José Nunes Pereira

J.Nunez



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