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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

MOVIMENTO IMPARCIALISTA
IMPARCIALISMO

sábado, 25 de dezembro de 2010

Holística oriental e individualismo ocidental é o Imparcialismo...

A literatura imparcialista é fruto do multiculturalismo, sendo assim o Imparcialismo possui a holística oriental e o individualismo ocidental em sua formação. A holística dá ao Imparcialismo uma visão de coletividade e o individualismo ocidental dá ao Imparcialismo uma visão de independência sem perder a noção de ligação e fusão do individuo com o universo. O Imparcialismo é a noção de que o individuo não é estritamente coletivo e também não é estritamente individual, há uma interdependência entre essas duas formas de estar no mundo. A união dessas duas visões resulta no Imparcialismo. O Imparcialista é o observador do mundo, e vê esse mundo de uma perspectiva que é nascida no próprio olhar abstrato, na própria visão do mundo, ou no relado desse mundo olhado sem que seja julgado apenas olhado e noticiado com imparcialismo, essa observação do mundo contemporâneo é realizada por esses olhos físicos e por esse olhos abstratos. O Imparcialismo não pinta o mundo o mundo pinta a si mesmo em um processo mecânico ou consciente da ação de formatar a si mesmo. O Imparcialismo não contextualiza fisicamente o sujeito, essa é uma maneira oriental de contextualizar o sujeito, o Imparcialismo contextualiza o sujeito de maneira abstrata, dá a esse individuo a independência quase arrogante do ocidente, esse individuo não é necessariamente fruto do meio ou contextualizado ao meio, o individuo pode ser contextualizado dentro de um processo de identificação com os ambientes, e essa identificação parte dos conteúdos que se tem na alma ou de maneira menos segmentado: do abstrato no homem. O Imparcialismo observa a si mesmo contextualizado e dentro do contexto e observa o outro dentro de seu contexto individual e dentro do contexto contemporâneo. O Imparcialismo é esse olhar por todos os ângulos imagináveis e possíveis. O Imparcialismo é a visão em perspectiva, é a perspectiva invertida do oriental, é esse olhar de baixo para cima, é esse olhar de cima para baixo, é esse olhar na tocaia, é esse olhar por todos os ângulos, é o olhar que parte de um individuo para outro, é o olhar imparcial que observa a si mesmo e o outro, é um olhar de um deus justiceiro, imparcial e completo pela equidade, é esse olhar com todos os sentidos ... O Imparcialista é o ser observado quando ele é o individuo contextualizado ou dentro do contexto de maneira identificada, porém é identificação não é cegueira total porque se assim fosse resultaria impossível esse movimento artístico literário. O Imparcialismo é a criação de si mesmo por essa razão a consciência é primordial.

J.Nunez


Amor e verdades sobre o amor

Análise de um olhar displicente...


Todo olhar não é somente um olhar,

Num olhar vai o conteúdo de sermos nós...

Analiso meu “sorriso inocente”,

E seu “olhar displicente”

Se ela sorrir, sorrirá com a mente,

Se ela me olhar, olhará com o pensamento...

Se eu corresponder seu sorriso

Corresponderei com um sentimento.

Um olhar surge independente de conceitos,

Um olhar surge e desmonta idéias fixas e tabus,

Um amor suporta um olhar de traição,

Ma os conceito de amor cristão

Não podem suportar essa verdade.

Um olhar e sempre muito mais que um olhar,

Um olhar me faz humano, errante e pecador...

Um olhar me faz humano, sensível, amoroso e carismático...

Um olhar esconde muito ou revela tudo...

Um sorriso esconde muito ou revela tudo...

Eu sorri com o pensamento, a alma e os desejos...

Um olhar e um sorriso podem ser preliminares

Para os corpos que se desejam...

Tudo está ao pé dos precipícios ou escondem labirintos

Inclusive o seu olhar displicente e o meu sorriso inocente...

Murilo Santiago

J.Nunez

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O Chamado espiritual

Eu suportaria a solidão se não fosse a dois,
Se não houvesse o desencontro de alma,
O silêncio em minha voz,
Se não fosse entre essas paredes que me sufocam,
Se não fosse dentro dessas noites de torturas na alma,
Se não fosse na multidão que não me vê,
Na cidade que não adormece e me deixa só.
Ouso bater a porta de saída,
É o vento da chuva fina dos dias de varão.
Eu queria chorar até me sentir vazio de mim,
Mas desaprendi, depois de tanto tempo tentando a ser forte.
Eu suportaria a solidão se a cidade me acolhesse,
Se os amigos não fossem imaginários e os demônios tão reais,
Se eu não estivesse aqui sem alma,
Se eu não tivesse o medo de atravessar a fronteira
A caminho da solidão dos anacoretas.
Meu Deus!... porque me convidas para os teus silêncios,
Para tua montanha onde ruivas os lobos famintos,
Para seus precipícios que engolem universos,
Para teu oceano onde sou nada e desapareço,
Para a sua garganta, senhor das noites de angustia,
Que agora me tritura com seus dentes.
Porque me convidas a deixar as multidões,
Porque me deste esse coração inconformado...
Eu sei, eu sei, você estará comigo,
Quando eu abandonar tudo e caminhar rumo aos teus silêncios.
Tenho os pés atados aos prazeres e a alma clamando por ti,
Porque deste a mim alma que não pertence aos homens,
O olhar para além de tudo que é ilusão,
E a saudade de ti,
Como se nós nos conhecêssemos a milhões de anos.
Deus, meu Deus porque me chamas...
Porque suspiro tanto por ti...
Porque me arrastas para a grande tormenta na alma,
Senhor das minhas noites de penitencias
Porque não aprendi a viver com os homens
Na cidade que adormece paz,
Porque eu tenho que peregrinar pelas estradas cheias de ladrões,
Assassinos e todo tipo de malfeitores.
Porque tenho que caminhar
Rumo a mim mesmo por dias e noites infindáveis.
Porque não me deste a alma dos homens...
Porque estou tão distante de casa,
Porque eu quero tanto voltar para casa
Feito um cão que foi carregado para longe...
Senhor, tenho tanto medo da solidão das estradas,
Do perigo das montanhas, da correnteza das águas,
Dos desertos que cobertos de caveiras,
Do frio das noites, e da claridade dos dias
Que não me expõe aos perigos, dos atalhos e dos desvios
Que me faz perder o caminho que me leva para casa.
Senhor, eu tenho sede...

Jonas Correa Martins
J.Nunez

O IMPARCIALISMO

Jonas Corrêa Martins é o poeta do misticismo, do ocultismo, da experiência consciente em metafisica e da vivencia da espiritualidade. É o poeta deste tempo de liberdade religiosa e de cultura globalizada, tempo de multiculturalismo em que as religiões se fundem no conhecimento esotérico. É poeta sem corpo físico e suas vivencias são metafisicas. Poeta da subjetividade objetiva e do realismo abstrato consciente, sua poesia em nem um momento é fluxo inconsciente de pensamentos e por mais abstrato que possa parecer, neste poeta existe a vivencia desta realidade metafisica. Não se deve confundir sua experiências fora do corpo físico com meras construções e malabarismos semânticas, é ainda mais grave confundi-lo com subjetivismo inconsciente.

Símbolo Imparcialismo


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Pesquise temas Interessantes para seu trabalho escolar...




Faça uma pesquisa inovadora:

-ALTRUÍSMO E IMEDIATISMO REFLEXO
NA LITERATURA IMPARCIALISTA


- SOBRE OS NOVOS CAMINHOS DA LITERATURA E DA ARTE...



SOBRE:   O   Movimento Literário Imparcialismo


O propósito desse Movimento é criar o novo contexto para a literatura, para assim formar a literatura para o novo contexto; a literatura que seja a leitura do homem contemporâneo, com seus medos, suas aflições, suas dúvidas, seus pensamentos, seus sentimentos, seus conflitos, suas condutas, sendo assim, a Literatura Imparcialista busca a arte objetiva.






Movimento literário Imparcialismo:

Literatura, letras, holística, estudo sociocultural, artigos, trabalhos acadêmicos, poesia,literatura imparcialista, métrica, cronopoema, bucolismo urbano, pseudônimos, literatura contemporânea, J.Nunez, poetas imparcialistas,literatura experimental, artigos imparcialistas, estudos literário de um novo contexto, teoria literária etc


  
                                 Poeta José Nunes Pereira 


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http://literaturaimparcialista.blogspot.com  

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Uma canção que não sei dançar
 Rua Saint Germain;
O frio da noite fez à cidade deserta,
Mas se a canção for um blues
E a neblina  apagar os faróis,
A noite será uma procura de desejos,
Até que o dia apague as luzes da cidade.
Talvez você fique,
Talvez eu me deixe,
Um pouco mais em seu corpo
Ou talvez role apenas um papo filosófico,
Digo que gosto do Pessoa;
Ela diz que está lendo Baudelaire.
Apesar de meus hábitos noturnos,
Tenho sonhos empoeirados
E medos encobertos,
Mas se você sorrir,
Se olhar no espelho
E não tiver medo de luz de Sol,
Sou capaz de voltar a sonhar.
Nas ruas o vento sopra uma canção,
Que não sei dançar,
Mas se você sorrir,
Deixo a pista para quem não têm seu par
Se depois desta noite, você desaparecer,
Inventarei acasos para te ver,
Diminuirei meus passos para me alcançar,
Me de a sua mão; mas me deixe caminhar
Com meus próprios pés.

Herminio Vasconcelos
J.Nunez

domingo, 19 de dezembro de 2010

Amor, ficar, sexo sem compromisso, amores contemporâneos

Crônica do dia


http://literaturaimparcialista.blogspot.com/

Tudo ainda esta no mesmo lugar,

Só você não é a mesma,

Que um dia deixei, dentro do coração.

Quando você quebrar a cara

Pode estar certa que estarei aqui,

Esperando você desiludir...

Ou estarei apenas aqui, sem esperar nada.

Do mesmo modo que meu violão continua ali

Num canto do quarto,

Não espera que eu aprenda a tocar uma canção,

Apenas continua ali, do mesmo moda que deixei.

Pode estar certa, que não reprovarei seus atos,

Pois já passei por este caminho:

Seguindo o brilho estranho de um olhar,

Fui parar nos labirintos da paixão.

Cedo ou tarde você saberá,

Que era somente mais um coração,

Destes que se encontra pela vida,

Largado ou abandonado de propósito.

Eu não esperava muito de você,

Apenas que soubesse sorrir,

E me contasse qualquer coisa

Que representasse a crônica do dia,

Esperava apenas que você risse de tudo...

Me contasse quem é você,

Para que eu mostrasse quem eu sou...

Se você voltar, se você me chamar,

Pode esta certa que estarei ao seu dispor,

Não que isso seja amor,

Apenas sou leviano e desprezível...

E aceito qualquer migalha prazer...


Herminio Vasconcelos

J.Nunez

http://literaturaimparcialista.blogspot.com/

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O Imparcialismo: O Ciclo de Saturno

O Imparcialismo que começou a ser escrito em 2006 E  revelado em 2008. Foi à leitura do fim de um período, Iniciado pós-guerras, tempos...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

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