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Mostrando postagens de Dezembro 12, 2010

O Amor Clássico no Contemporâneo

Poeta do amor Clássico Contemporâneo


O IMPARCIALISMO A LITERATURA QUE FAZ A LEITURA DO HOMEM MODERNO



José Nunes Pereira poeta das dores clássicas, em sua poesia o homem é o mesmo e padece das mesmas dores que padeceram nossos antepassados, poeta da tristeza dos amores impossiveis, poetas das partidas, das perdas e dos sentimentos que machucam. Nesse poeta somos mais humanos e sofremos de amor, esse poeta revela que em nosso interior, apesar do modernismo e do sexo casual e dos relacionamentos desassociados de sentimentos, no fundo de nossa almas somos os mesmos e padecemos de amores impossiveis. O seu sentimentalismo e seu sofrimento por amor revela que ainda temos muito de Romeu e Julieta em nós.

Eu não te espero...

As cartas de amor estão guardadas,

E o amor que eu sinto também está guardado

Ou deixado aqui em algum lugar do meu peito

Esperando que eu te esqueça...

Eu já nem tento mais...

Parece impossível deixar de amor você.

As cartas de amor amareladas pelo tempo

Falam de amor pa…

O Amor na Poesia Contemporânea

Sem os pudores de amar em segredo...


Ela não me olhou, não me viu e não quis,

Eu simplesmente não existi.

Eu a vi, eu a quero...

Eu a amo biologicamente falando,

Por tudo que não fez...

Eu a amo por tudo que não sei sobre ela,

Eu a amo sem os pudores de amar em segredo,

Eu a amo com tudo que ela possui e eu não posso comprar,

Eu amo descaradamente feito um tarado...

Eu a quero sem querer nada mais que a querer e pronto,

Eu a amo com poluções noturnas feito padres celibatários,

Eu a amo feito empregado de última categoria

Que espia a filha de patrão que não é para seu bico,

Eu a amo feito velhas virgens e beatas

Que amam rapazotes na puberdade,

Eu a amo sem propósitos

Ou sonhos de amor que não sejam erótico...

Eu digo que é amor não porque não há palavras

Para esse sentimento libidinoso,

Eu digo que a amo porque o amor dignifica tudo que é sujo...

E estritamente sexual...

Eu amo igual a você, humanamente...

Abdias de Carvalho

J.Nunez

Análise o Poema Imparcialista

O Poema Imparcialist…

Como acolher anjos em sua casa

Essa Casa Acolhe Anjos

Essa casa acolhe anjos

Não esqueçais a hospitalidade;
alguns as praticaram, tendo a sorte de,
sem o saberem acolher anjos.
(Hebreus 13 v 1)

Na casa em que os móveis

Cheiram perfume de lavanda,

O ar é perfumado de incenso de cânfora,

Entoam um mantra que invoca a pureza

E a música clássica ecoa,

Essa casa, acolhe anjos.

Na casa em que os raios de sol

Matutino invade, se ouve

Os sussurros de amor, dois corpos

Se enroscam em um arrebatamento carnal,

Num êxtase de alma,

Essa casa, acolhe anjos.

Nas casas em que corre a energia telúrica

E a hospitalidade e o amor são praticados,

Essa casa, acolhe anjos.

Na casa em que une a potência do homem

E a entrega da esposa, essa casa, acolhe anjos.

Na casa em que os elementais brincam no jardim,

Um deus fálico e uma deusa de seios fartos

São idolatrado e a palavra é o verbo sagrado,

Essa casa, acolhe anjos.

Na casa em que em que impera silêncio

Sobre as coisas, o pó não acenta

E os sorrisos e as palavras são sinceras,

Essa c…

Pesquisa: A literatura Contemporânea Imparcialista

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J.Nunez Poeta, Criador do Movimento Literário Imparcialismo e seus Poetas Imparcialistas,
escritor dos Artigos Imparcialistas e Editor do blog Cidade de Marília.