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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O Amor Clássico no Contemporâneo

Poeta do amor Clássico Contemporâneo


O IMPARCIALISMO A LITERATURA QUE FAZ A LEITURA DO HOMEM MODERNO



José Nunes Pereira poeta das dores clássicas, em sua poesia o homem é o mesmo e padece das mesmas dores que padeceram nossos antepassados, poeta da tristeza dos amores impossiveis, poetas das partidas, das perdas e dos sentimentos que machucam. Nesse poeta somos mais humanos e sofremos de amor, esse poeta revela que em nosso interior, apesar do modernismo e do sexo casual e dos relacionamentos desassociados de sentimentos, no fundo de nossa almas somos os mesmos e padecemos de amores impossiveis. O seu sentimentalismo e seu sofrimento por amor revela que ainda temos muito de Romeu e Julieta em nós.


Eu não te espero...

As cartas de amor estão guardadas,

E o amor que eu sinto também está guardado

Ou deixado aqui em algum lugar do meu peito

Esperando que eu te esqueça...

Eu já nem tento mais...

Parece impossível deixar de amor você.

As cartas de amor amareladas pelo tempo

Falam de amor para sempre e promessas de felicidade

Mas a única coisa que persiste é esse amor

Que fez da minha vida cais de porto

De onde nada parte e nada chega para ficar.

Nem sei mais se sofro ou não...

O que sei é que não vivo,

O que eu sei é que não morro,

O que eu sei é que você não vai voltar,

O que eu sei é que a vida fechou seus olhos

Para os nossos sonhos de amor eterno e felicidade...

Eu não te espero, eu só não vivo...

José Nunes Pereira

J.Nunez


Ainda posso ler em seu olhar

Agora é tarde para pensar

Se foi de mais ou não,

Me deixar ao sopro dos acontecimentos.

O tempo passou tão devagar,

E a porta esteve sempre aberta

E meu coração ao seu dispor,

Mas você não quis voltar.

Agora é tarde para se arrepender,

Não me faça mais promessas,

O frio adormece minha mão,

E a noite esta chegando em meu olhar.

Apesar de tudo, ainda tenho forças

Para dizer, que nunca deixei de te amar.

Sofri, chorei, fui tão infeliz,

Cada segundo sem você.

Não se esforce tanto para dizer,

Ainda posso ler no seu olhar,

Aquelas palavras que a distância calou.

Agora me deixa fechar os olhos,

Não seque esta lágrima,

Não acalente esta dor,

Sempre chega hora de partir,

Mas nunca é tarde, deixe cair

Sua lágrima incontida.

Agora não interessa quem estava certo,

Apenas deite em meu peito,

Deixe que eu adormeça,

À noite esta chegando em meu olhar,

Então apenas sinta

O que eu não posso mais dizer...



JOSE NUNES PEREIRA

J.Nunez

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

O Amor na Poesia Contemporânea

Sem os pudores de amar em segredo...


Ela não me olhou, não me viu e não quis,

Eu simplesmente não existi.

Eu a vi, eu a quero...

Eu a amo biologicamente falando,

Por tudo que não fez...

Eu a amo por tudo que não sei sobre ela,

Eu a amo sem os pudores de amar em segredo,

Eu a amo com tudo que ela possui e eu não posso comprar,

Eu amo descaradamente feito um tarado...

Eu a quero sem querer nada mais que a querer e pronto,

Eu a amo com poluções noturnas feito padres celibatários,

Eu a amo feito empregado de última categoria

Que espia a filha de patrão que não é para seu bico,

Eu a amo feito velhas virgens e beatas

Que amam rapazotes na puberdade,

Eu a amo sem propósitos

Ou sonhos de amor que não sejam erótico...

Eu digo que é amor não porque não há palavras

Para esse sentimento libidinoso,

Eu digo que a amo porque o amor dignifica tudo que é sujo...

E estritamente sexual...

Eu amo igual a você, humanamente...

Abdias de Carvalho

J.Nunez

Análise o Poema Imparcialista

O Poema Imparcialista Sem os pudores de amar em segredo... É uma leitura dos amores contemporâneos em que o sexo sem compromisso sentimental é fruto da liberdade sexual conquistada pelas mulheres e desfrutada bestialmente pelo homem, dentro desse contexto socioeconômico e sociocultural contemporâneo resultantes dos avanços da ciência e da industrialização que levou essa mulher para o mercado de trabalho e a moldou para seus fins...consumo e criação de mercados de consumo...

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Como acolher anjos em sua casa

Essa Casa Acolhe Anjos

Essa casa acolhe anjos

Não esqueçais a hospitalidade;
alguns as praticaram, tendo a sorte de,
sem o saberem acolher anjos.
(Hebreus 13 v 1)

Na casa em que os móveis

Cheiram perfume de lavanda,

O ar é perfumado de incenso de cânfora,

Entoam um mantra que invoca a pureza

E a música clássica ecoa,

Essa casa, acolhe anjos.

Na casa em que os raios de sol

Matutino invade, se ouve

Os sussurros de amor, dois corpos

Se enroscam em um arrebatamento carnal,

Num êxtase de alma,

Essa casa, acolhe anjos.

Nas casas em que corre a energia telúrica

E a hospitalidade e o amor são praticados,

Essa casa, acolhe anjos.

Na casa em que une a potência do homem

E a entrega da esposa, essa casa, acolhe anjos.

Na casa em que os elementais brincam no jardim,

Um deus fálico e uma deusa de seios fartos

São idolatrado e a palavra é o verbo sagrado,

Essa casa, acolhe anjos.

Na casa em que em que impera silêncio

Sobre as coisas, o pó não acenta

E os sorrisos e as palavras são sinceras,

Essa casa, acolhe anjos.

Nas casas em que se adora o Cristo,

Compreendem a sabedoria de Buda,

O conhecimentos de Maomé,

O Pentagrama protege as entradas

E São Francisco está nas imagens e nas orações,

Essa casa acolhe anjos.

Jonas Corrêa Martins

J.Nunez

Postado por José Nunez

domingo, 12 de dezembro de 2010

Pesquisa: A literatura Contemporânea Imparcialista

Movimento Literário Imparcialismo

Pesquisa:  alguns temas

  • A Literatura Contemporânea Imparcialistas
  • Novos Caminhos para à Literátura
  • O Novo Contexto Literária
  • O Estudo para a Nova Arte eNova  Literatura
  • Os Artigos Imparcialistas e a Poesia Imparcialista
  • A criação dos poetas Imparcialistas
  • A Temática Imparcialista
  • Os conceitos de Literatura Imparcialista
  • A Métrica imparcialista e o cronopoema
  • O bucolismo urbano e a holística na poesia 


J.Nunez Poeta, Criador do Movimento Literário Imparcialismo e seus Poetas Imparcialistas,
escritor dos Artigos Imparcialistas e Editor do blog Cidade de Marília.

Postagem em destaque

Fique por perto!

Volte logo, Não demore muito, Fique por perto! Eu te esperarei dentro e fora do tempo. Sua alma é nobre, Fique no sangue do meu sangu...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

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