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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A visão holística na poesia Imparcialista

Esse rio que não passa


Sofro como esse rio que passa e sofre,

Sofro com um riacho que não encontra o rio,

E depois sou esse rio que não encontra o mar.



Esse mar que é como a morte para um rio...

Mas tudo é assim holístico e universal.

Para o rio que passa é o êxtase ser mar.



Mas sofro assim tão em silêncio

Que ninguém sabe que sofro,

E até mesmo eu esqueço.



Sou condenado a sofrer

E a esquecer que sofro

Como um rio é condenado

A passar incessantemente

Sem saber que nunca passa.



Meu amor é esse rio que não passa,

O coração da mulher que amo é esse mar

Tão universal e holístico onde deságuo

E tenho que aceitar

Ser apenas mais um rio que nunca chega

Porque é assim insaciável de passar.

Saulo Menezes Castro

J.Nunez

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A MAGIA SEXUAL NA POESIA IMPARCIALISTA

Falo

Sobre o altar da igreja,
Sobre o caule fálico,
Um botão de Amarílis,
Flor dos bons sonhos.

Ela é esse botão na ponta do caule,
Ela é imagem de adoração.
Ela escorre sobre meu corpo,
Deixando a cor e o perfume de camomila
De seus cabelos macios,
Coisa que inebria pelo sentido do cheiro.

Ela desabrocha na ponta do caule,
Ela deixa o pólen ao vento
E o perfume Ma Chérie Jeans,
Lembrança suave do seu cheiro.
A amor não morre nem adormece,
Nem morre o caule, nem morre a flor,
Tudo contínua em forma de rizoma,
Outra vez o caule fálico e a flor de Amarílis.

Josias Maciel

J.Nunez


Josias Maciel é o poeta do homem idealizado, o poeta da potência, da virilidade, da regeneração do homem desmoralizado, desmotivado pelo sexo fácil e casual. Neste poeta encontramos a mulher com suas qualidades e virtudes naturais e não uma imitação do homem que é naturalmente vil. É o poeta das regenerações, da fertilidade, da virilidade sem magismo, da potência, da pureza sem puritanismos e da expressão masculina, da clareza, da concentração e objetividade masculina, das virtudes sem encenações, da linguajem solta e direta. Este poeta é a oposição a feminilidade, as vaidades do homem atual e a desmoralização do homem.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Poesia contemporânea

A Dança da Serpente


Baile sem mascará.

Entre taça de licores, luz néon

E tragos de fumaça...

Ela dança e se harmoniza

Com outros corpos em movimento.

Entre dentes, sorrisos e olhares

Eu te perco e te encontro em outro corpo.



Na penumbra,



No desencontro,

Na harmonia de dois corpos

Numa dança aliciante,

Na fumaça de gelo sobre a luz néon,

Eu te deixo num movimento

Em desacordo com meu coração.

Sai do desembalo dessa dança,

Do desencontro desse amor.

Ensaio em outro corpo um recomeço,

De passos ritmados,

Eu a conduzo nesta dança,

Ela se encaixa comigo

Feito peça de um jogo.

O amor é assim – generoso- e só dói

Em quem não sabe recomeçar.

Hermínio Vasconcelos (pseudonimo)

J. Nunez

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Mulheres contemporâneas ou mera Imitação do homem

Um crime, outra noite


Um crime foi notícia no Brasil,

Uma coisa boba, um crime cotidiano,

Bobagem trivial, no entanto foi noticia o país.

Isso porque o crime ocorreu na pacata cidadezinha interiorana.

Amanhã não será manchete no jornal,

Esse crime, esse crime muito mais violento, porém banal.

Tudo começou assim:

Ela que é dessa geração de mulheres emancipada

E que imita os homens em tudo,

“Saíram para beber, beijar e transar uns com carinhas”

Esquecemos de avisar as mulheres

Que há entre nós muitos homens primitivos

E, portanto fatalistas, brutos, dominadores e possessivos,

Esses caras não aceitam mulheres emancipadas que imitam homens,

Esses caras não aceitam que sua namorada saia transando por ai....

Ele, o criminoso, é um desses homens que lava a dignidade com sangue,

Ela estavam ali naquela mesa com cinco amigas,

Bebiam, fumavam, falavam palavrões e bobagens...

Quando menos esperavam um tiro a queima roupa,

Um tiro na cara na moça linda...e mais outro tiro no peito.

Ele saiu como se nada tivesse acontecido....

Ela era moça do caixa cinco do Banco do Brasil

Ele era era fudido, agora mais ainda...

Minha noite de sexo fácil foi estragada por esse desgraçado...

As meninas amigas da moça assassinada

Não vão querer sexo esse noite,

Logo hoje que eu estava disposto

A receber pelo sexo que tenho dado de graça,

Logo hoje que estou turbinado

E tomei meu retardante de ejaculação precoce,

Boa noite... não tem mais clima...

Abílio Santana

J.Nunez

O Tema Amor na Literatura

O Amor na Literatura Imparcialismo

Na literatura Imparcialista cada poeta que integra o movimento tem sua maneira particular e característica de falar do tema amor. Na poesia do poeta José Nunes Pereira esse tema ganha ares conservador quando o amor é visto como uma dor clássica atemporal e comum a todo ser humano, no poeta Francisco Medeiros esse tema tem ares de cristianismo, amor correspondido e felicidade, no poeta Cícero Fernández o amor é pensado como um fator de equilíbrio na vida do homem contemporâneo e pós-industrialização, no poeta Jonas Correa Martins o tema amor é escrito como transcendente, misticismo e esotérico, no poeta Abdias de Carvalho o tema amor ganha ares de desprezo e baixezas morais e catástrofes, na poesia Abílio Santana o tema é visto dentro do olhar contemporâneo em que o homem é desmotivado pelo sexo fácil de seu tempo e pelos dificuldades sexual do homem desse tempo, o tema amor na poesia de Hermínio Vasconcelos é tratada com leveza, leviandade, liberdade e prisão sentimental, no poeta Saturnino Queiros o amor é maturo, forte, fiel,nesse poeta o amor é um mistura de Escorpião-Touro, na poesia do poeta Josias Maciel o amor é uma mistura de potência masculina com a delicadeza feminina, em sua poesia o homem e a mulher são colocados em seus lugares naturais, na poesia de Octavio Guerra o amor é visto quase que apenas como um fator social, na poesia de Murilo Santiago o amor não é expressado sentimentalmente mas é revelado como algo que está no subconsciente e que naturalmente desconhecemos,nesse poeta o amor é revelado de maneira complexa sentimental e psíquica, na poesia do poeta Darci Costa o amor é estudo em todo o seu processo de pensar e sentir, a poesia é o percurso que o amor realiza em nossas mentes coração e corpo, o amor na poesia do poeta Salomão Alcantra é tratado com toda a imparcialidade, crueldade e frieza que lhe é característica, no poeta Saulo Menezes Castro o amor se funde com o universo, e os corpos se perdem em um êxtase holístico.



Trama de amor e ódio

( Entre outros esse poema foi escrito em 2003 inspirado na interpretação magnifica da atriz Giulian Gam na novela Mulheres Apaixonadas.)


Heloisa


Sou mais está sombra,

Que segue seu passos por toda a noite

Que estes olhos cansados de tanto chorar.

Sou mais estes olhos

Num canto de seu quarto,

Vigiando seu sono,

Espiando seu corpo,

Desconfiando dos seus sonhos,

Desconfiando dos seus suspiros provocantes.

Sou mais as pegadas de meus passos,

Rondando sua casa, seguindo seus passos,

Investigando seus segredos.

Sou mais os pensamentos em você

E as lembraças que tenho de você,

Do que este meu corpo embriagado,

Esquecido em qualquer canto.

Sou mais trama de amor e ódio

Que fizeram dos seus segredos

Minhas cartas na manga.

A chantagem se tornou meu único recurso,

Porque não sabia mais,

Por onde eu poderia te prender.

Sou mais este remoer de pensamentos

Contra seu desprezo por mim,

Do que está minha vida no lixo.

Sou mais a saudade de um sorriso seu

Guardado com muito zelo...

Em um cofre de raras lembranças.

Temento te esquecer por um minuto que seja,

Tenho evitado qualquer pensamento,

Que não seja em você,

Porque está é a minha única

Maneira de te sentir perto de mim,

Mesmo que seja em recordações,

Com se esta minha doente maneira de ter você,

Fosse minha única razão de viver.

Tenho me agarrado aos pensamentos em você,

Como alguém à beira da morte,

Como um desanganado agarra o fio de vida

Que lhe resta, e quer escapar...

Sou mais meu último suspiro de vida

E esta doença de te amar de mais,

Do que este corpo sem dignidade,

Largado na cama e estes olhos

Cansados de tanto chorar.

Darci Costa

J.Nunez

Eu sou a máquina capitalista, eu sou o robô que suspeita que foi criado.

Eu sou máquina petulante e ridícula que suspeita que foi criada...

Meu capitalismo e meu socialismo não foram aprendidos em livros,

meu materialismo e meu socialismo são feito de meu próprio suor e sangue.

Quem entende mais de industrialização e exploração

que um operário que sente na pele toda essa conversa fiada

de capitalismo e socialismo, que tem seus braços, suas pernas

e toda a sua capacidade motora empregada durante quase nove horas

num movimento continuou e sem interrupção

e com contador de produção lhe dedurando toda hora,

e ainda relatórios que fazem um histórico de seu desempenho

todos as horas e todos os dias.

Quem entende mais de materialismo dialético e histórico

que eu que vejo profissionais sabotando o trabalho do outro,

a competitividade que foge a todo o senso de justiça

e consideração humana, trabalhadores de chão de fábrica,

patrões e superiores vendo suas famílias sendo destruída

e seus filhos sem devorados pelo abandono

e a falta que eles fazem na condição de pais, a presença,

a influência e educação terceirizada de seus filhos

que são recompensadas com presentes que acaba de estragar

ainda mais seus filhos, que não possuem alma,

e são criados para formar a sociedade do consumo e pronto,

e o seu desempenho sexual e amorosa

que é totalmente comprometido pela falta de tempo

e energia, a desestruturação da família que é compensada

pelo sexo fácil e pago, a nossa ilusão de progresso materialista

só não é maior que a nossa ilusão de progresso

como seres possuidores de alma e corpo físico,

o nossa desajuste com a vida, nossa incapacidade de aceitar

a morte e a vida, nossas teorizações que nada explica,

apenas tentam nos dignificar, nossos produtos

que tomam o lugar da filosofia, da verdade,

da amizade, da ética, da moral, da espiritualidade e de Deus,

a e estatística forjada na mentira que na encobre a realidade

que vemos nas ruas, a revolta dos oprimidos

preste a desmascarar toda essas mentiras,

essa mentira são baseada no abandono dos fracos

e excluídos que são ignorados nas estatísticas

e fica a sensação de que o país vai muito bem.

Não há fraco e oprimido que são seja capazes de uma revolução;

é entre eles que nasce a revolta revolução,

e assim se faz a eterna rotatividade no poder...

Eu sou máquina petulante e ridícula que suspeita que foi criada...

Eu sou a máquina movida a sangue ralo e alma perdida,

Eu sou a máquina que foge do programa,

a máquina defeituosa porque pensa e sente,

Eu sou a máquina que deve ser substituída

sempre que possível por outra máquina,

de preferência por outra que não pensa, seja ela humana ou não,

Eu sou a máquina com um defeito gravíssimo

porque desgasto e são se pode fazer qualquer tipo de manutenção,

seja ela preventiva ou conserto,

Eu sou a máquina descartável,

Eu sou a máquina furiosa que manipula o tempo e a ordem das coisas,

Eu sou a máquina que questionam, reclama e lamenta...

Sou o operário chão de fábrica, trabalho para agregar valor...

E agregar é trabalhar sem pensar, em falar sem ir ao banheiro,

beber água o menos possível, sem questionar,

sem querer revolucionar, sem olhar nos olhos dos superiores...

falar com o patrão, sem pedir nada, sem ficar doente,

sem faltar, sem dizer não...

Agregar valor desumaniza os trabalhadores

de chão de fabrica feito eu, desumaniza

os que podem se referir a mim com essa expressão grosseira

e preconceituosa...

A indústria é desumanizadora por si só...

Desumanizou o operário chão de fábrica,

Desumanizou os do topo dessa pirâmide,

ou melhor, Torre de Babel...

Desumaniza patrões,

desumaniza filhos de patrões, esposas de patrões...

Com industrialização perdemos a consciência,

a vida, a sinceridade, a capacidade de elogio e reconhecer

(somos todos mais o menos inimigos),

a alma, os filhos, a saúde, o planeta, as faculdades anímicas,

a fé verdadeira, a humanidade, o senso de coletividade,

A consideração humana, a visão holística do mundo,

a filosofia verdadeira, o conhecimento objetivo e direto,

a introspecção, a paz interior, a tranqüilidade bucólica da vida,

a apreciação do homem e da natureza, a ligação direta com o impalpável,

a verdade das ações, tudo é falso e manipulado pelo desejo de lucro...

Inclusive as religião...

Quem é a vítima?

_ Eu, o chão de fábrica,

ou a humanidade inteira ao pé desse abismo

e de uma catástrofe social e ambiental.

Em resumo: J.Nunez é apenas vítima e fracassado!

E quem não?

Quem não é fracassado? Essa frase massageia meu orgulho..

. E me alivia e muito...

É natural que qualquer sujo e fracassado queira ver fracasso

e sujeira em tudo,

Porque essa generalização faz com que não nos sentimos tão inferiores...

Não importa o quanto o socialismo, o capitalismo,

a industrialização e os avanços tecnológicos e cientifico

tem beneficiado alguns indivíduos;

nada pode reparar a destruição do planeta,

a extinção de vidas e a perda de nossas almas

e de nossa consciência,

se olhamos desse ponto de vista somos todas vítimas da modernidade.

Salomão Alcantra

J.Nunez

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Poesias de amor, amizade, reconciliação...

Cortesia

O que você esperava encontrar...,

Já passou tanto tempo, já mudou tanta coisa...

E não sou mais aquele menino,

Descobrindo à ingratidão

No coração de uma mulher.

Não nego que pensei,

Que de amor ia morrer,

Mas passou, como passa os vendavais.

Não se engane, este olhar e este sorriso

Que te dou sem cobrar...,

Não é nada mais, que uma cortesia

De meu coração.

Foi um capricho de sua parte,

Deixar-me por todo este tempo

Com segunda alternativa de felicidade.

Antes de desfazer o acaso,

Antes de pedir a conta, antes de dizer adeus,

Sem mágoa ou resentimento...,

Quero acertar as contas com o passado,

Quero deixar evidente,

Que, a gota d”agua foi,

Fazer que não me vê, negar o seu amor.

Você deveria saber, que depois dos tufões

Os campos se renovam...

E a muito, não sou mais aquele menino.

HERMINIO VASCONCELOS
J.Nunez

24/12/06



O AMOR CONTEMPORANEO PODE PERFEITAMENTE ACABAR EM AMIZADE, E ISSO SE DEVE A LIBERDADE E O PODER ECONOMICO QUE AS MULHERES POSSUEM NA ATUALIDADE. É NOTAVEL QUE O SEXO CASUAL, A DEMANDA MUITO MAIOR QUE A OFERTA LEVOU NOS A UM DESCOMPROMISSO SENTIMENTAL.

domingo, 7 de novembro de 2010

Humanismo, amor ,verdades e amizade

Levarei um poema aos amigos

Quem se importa!...Que o sol raio mais um dia,

Que a criança sorriu um sorriso delicioso...
Que é tarde...e a chuva é calma é fina
Que os pássaros buscam abrigos em nossas casas
E comidas em nossos quintais, que somos indigestos uns aos outros.
Que o espírito deve ser livre...e a imaginação
Iimparcial, desassociada de teorias e preconceitos.
Que o espírito deve ser livre...
De todo conforto da crença e da cultura de um povo.

Contentamentos são para os cegos de espírito,
E para os da orgia desenfreada de todos os sentidos,
 não para os da grande ânsia.

Quando eu sair desta dureza comigo mesmo, e deste estado de medo e falsa beatitude, vou cantar e dançar uma música profana, sentarei ao Sol tímido, que ressurge entre nuvens escuras, destes dias chuvosos de fevereiro, e sob meus pés descalços, sentirei a terra úmida e quente, com a felicidade de um passarinho banhando em poças d”água ao Sol.

Contemplarei o teu corpo vestido de luz, e esquecido sobre nosso leito, altar consagrado à pura forma de amar, desisto de saciar a fome insaciável de contemplar-te, esquecerei - me envolvido em meus braços, deliciando com o teu cheiro e sentindo com todos meus sentidos apurados na embriagues de amar- te, esquecerei - me dentro de toda a delicia....que é você.

Quando a vida trouxe-me de volta para a rotina de uma tarde chuvosa que cai, sorrir-te-ei um sorriso
sem propósito, e você intendera que eu digo:
_ te amo!...
Levarei poema aos amigos, direi a eles:
_Que o dia é a eternidade, e o ontem é uma ilusão do Sol.
Levarei poema aos amigos, direi a eles:
_Que as preocupações com a matéria e a orgia não é tudo, porem o sexo é o eixo da vida, é a roda de tração dos meus dias.

16/01/2004

Meu mundo de reticências e sensações não é tudo, os livros que li são fragmento de sabedoria e verdade.
Quando caminho em sentido contrario ao de costume, as casa são vistas de outro modo.
Os inconvencionais são mutáveis na crença e na fé, elásticos na compreensão e inconvictos de tudo; mudam a si mesmos, não moldam a verdade para que ela harmonize com suas paixões; com tem feito as religiões.
Por isso:
Donas, de casa leiam Nietzsche,
Ladrões façam caridade de fez em quando,
Homens de negócios sejam místicos uma hora por dia,
Camponeses, leiam um livro por ano,
Escreva uma vez por dia,
Pais de família façam de vez em quando o que realmente amam fazer,
Homens sérios sejam palhaços de vez em quando,
Palhaços de cara limpa sejam sérios de vez em quando.
Deixemos as verdades em paz, e moldemos a nos mesmos.

30/01/04

SALAMÃO ALCANTRA

J.NUNEZ

Postagem em destaque

O Imparcialismo: O Ciclo de Saturno

O Imparcialismo que começou a ser escrito em 2006 E  revelado em 2008. Foi à leitura do fim de um período, Iniciado pós-guerras, tempos...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

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