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MOVIMENTO IMPARCIALISTA

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IMPARCIALISMO

sábado, 4 de setembro de 2010

O cristianismo e a igreja católica tem nos salvado...

A Quebra das Convenções

No filme a moça quebra todas as convenções sociais,
Aplaudimos hipocritamente ao final da sessão
Talvez levados pelo impulso de liberdade e libertinagens...
Certamente nossas palmas ignoram que se todos nós resolvêssemos
Quebras as convenções tornaríamos o mundo impossível...
Se todos nós resolvemos viver nossas privacidades em lugares públicos,
Se todos nós rompêssemos com que está estabelecido,
Se todos nós rompêssemos, nesse instante, com as leis
Chegaríamos à autodestruição em pouco tempo.
Estão porque aplaudimos as quebras de convenções
Se essas quebras de convenções
Pode ser a degeneração e a exterminação da humanidade...
As quebras das convenções são as exteriorizações
De nossas repugnâncias mentais,
Se a humanidade que é tão parecida comigo resolvesse
Colocar em práticas as mais profundas sensações, pensamentos e sentimentos
Seriamos suínos em chiqueiros abstratos.
O cristianismo e a igreja com suas proibições
Tem nós salvado da bestialidade, da autodestruição e de nós mesmos.
Somos permissivos com nossos corpos e suas sensações,
Sem saber que as sensações são inconscientes das leis
E são em si as portas de nosso inferno interior
Para onde vamos com as sensações que são inocentes e indiferentes
As leis físicas biológicas e outras leis invisíveis.
A um poeta Imparcialista que mora nesse inferno psicológico
De onde ainda não foi arrancado...E talvez nunca será!

Murilo Santiago
J.Nunez

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O Homem guardado no sotão (poema)

É necessário ser útil,
tudo tem uma razão para existir,
é necessário dar alguma coisa,
seja a beleza, seja a inteligência,
seja sátira ou simpatia,
a sociedade não perdoa
quem não tem nada para oferecer
e deixa estes infelizes à margem.              
Eu estou guardado no sótão,
entre as coisas inúteis
e as coisas guardadas por prudência.
Estou ali empoeirado, largado em um canto,
até que eu descubra a que sirvo,
a que estou destinado.
o ideal é inatingivel porque é ideal e idéia das coisas.
Não há teoria política ideal,
o que há são teorias com com poucas brechas
que impedem os malabarismos
e as artimanhas políticas de auto favorecimento.                                                                
                                                                
06/05/06

Salomão Alcantra
J.Nunez

A química do amor e da amizade

Quando é amor a gente sabe pelo primeiro olhar,
Quando é amor nosso primeiro olhar
É feito de simpatia e de um desejo sutil
Escondido por de trás desse olhar.
Quando é amor a gente sabe pelo olhar
Que sintetiza a si e a nós mesmos
Em um corpo de homem ou de mulher.
Quando é amor,
Não dá para se enganar quando é amor.
Quando é amor pensamos tanto um no outro
Que nossos pensamentos chegam a si tocar...
A química do amor nasce dos olhares que se cruzam e se correspondem
A fórmula do amor é feita de desejo sutil e simpatia no olhar.
Quando estiver bem envolvidos um no outro
O amor revela o quando somos diferentes um do outro,
E ai está à lei dos opostos que se atraem.
Se fossemos iguais não daria amor, daria amizade....
Quando é amizade a gente sabe pelo primeiro olhar,
Quando é amizade o primeiro olhar tem uma sensação de aconchego,
Quando é amizade queremos estar sempre justos
Porque somos atraídos não por desejos no corpo,
Mas por desejos na alma de unir nossas idéias,
Compartilhar nossos sonhos.
Quando é amizade o primeiro olhar é de afinidade na alma e no pensamento.
A amizade e o amor não gostam muito de se dar as mãos
Porque o amor é feito de opostos que se atraem
E a amizade é feita de iguais que se atraem...
Somos mais parecidos com nossos amigos,
Que com nosso amor, isso é fato...
Nosso amor morre de medo de perder o outro para a amizade,
Mas a amizade ri dessas bobagens do amor...
Depois de horas de encontro de amigos
Eu sempre quero os braços do meu amor...

Francisco Medeiros
J.Nunez

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Você pode tudo o que quiser e o que não quiser....

O Futuro

Ter futuro certamente você terá
Porque estar vivo é ter futuro,
Agora, quanto a esse futuro tudo depende de você,
Na verdade não depende tanto assim de você...
Não vou bancar o poeta Francisco Medeiros,
O escritor de auto ajuda
Que te ajuda muito a ter cegueiras e ilusões.
Vamos ser adultos e sensatos...
Quem faz o seu futuro
Você! não, não exatamente...
A vida em si mesma é o futuro...
Deixar de ter futuro é estar morto.
Você certamente pode tudo o que você quiser,
E também o que não quiser...Mais ainda.
Ora quem somos nos?
Senão vítimas dos outros e de nós mesmos,
E sujeitos a leis e legisladores invisiveis...
Quem diria que meu amigo Ferreira
Mataria sua esposa ali mesmo encima do amante de sua amante...
Quem diria meu Deus!...Quem diria!
Tudo mudou!
A dia vida amanheceu outra para o meu amigo Ferreira...

Salomão Alcantra
J.Nunez

A função da palavra na literatura imparcialista

A poesia imparcialista as vezes é uma mãe carinhosa que acalenta nossos sonhos mais doces outras vezes é um pai bêbado e violento que nos acorda na porrada...Assim também é a vida e a realidade...


A Poesia Imparcialista busca a função da palavra, a função da literatura, nesse ponto se difere totalmente do Parnasianismo que buscava a arte pela arte e do Modernismo que não considera poesia o texto que não valoriza a estética e a poética nas palavras, portanto não considera obra de arte a mensagem e a literatura de auto-ajuda etc. O Imparcialismo não afirma que esses textos sejam obra de arte, mas que a literatura Imparcialismo busca primeiramente a função da palavra.
O Imparcialismo busca a arte e literatura com função e utilidade, e não a arte pela arte e a estética pela estética. Essa função da pallavra na literatura imparcialista está em função do homem e da sua expressão e leitura dentro da sociedade comtemporânea.
O poema escrito abaixo é um exemplo dessa função da palavra na literatura imparcialista


Com Você eu Aprendi...

Com você descobri muito mais de mim mesmo,
Com você eu aprendi não só a sorrir,
Mas também a chorar e sofrer por amor.
Com você aprendi que o sacrifício e a lágrima
Fortalecem a alma e madurecem o espírito.
Foi te conhecendo que descobri
O quanto você é melhor do que eu,
O quanto sou exigente com os outros
E o quanto eu cobro de mim mesmo.
Com você aprendi a esquecer o mal
Que outras pessoas me causaram
E a lembrar o bem que elas se dispuserem a fazer por mim.
Com você aprendi a dar um sorriso a quem precisa
E uma palavra de apoio e gratidão nos momentos difíceis.
Com você eu aprendi a pedir a Deus
Coragem nós momento que tive medo,
E agradecer a ele o fruto do meu trabalho.
Com você eu aprendi que os amigos torcem pelo nosso sucesso
E que aquele que chamamos de inimigo,
Cabe ele o papel de nos fazer melhores.
Com você eu aprendi a respeitar as opiniões contrarias,
Porque as nossas verdades são etapas do caminho.
Com você eu aprendi que o tempo, que nem se quer existe,
Escorre e apaga todas as nossas diferenças.
Com você aprendi que o que tenho chamado de minha cruz
E na verdade a vida sendo vivida com todo o seu realismo
Capaz de fazer nos melhores feito pedras polidas.
Com você eu aprendi que o reconhecer meus erros
É o caminho mais curto para a perfeição.
Com você eu aprendi que o Amor
É a única religião na qual todos nos pertencemos
E que morte que chega inevitavelmente,
É de fato a única idéia da qual ninguém discorda.
Com você eu aprendi que o perdão
É um bem que se faz a si mesmo e ao próximo.
Com você eu aprendi que o arrependimento
Vem de nossa alma que almeja a perfeição.
Com você eu aprendi que a vida são dois caminhos,
Um é o que eu mesmo faço,
O outro é aquele que a vida nos leva.
Com você aprendi que no homem e na mulher
A espaço mais que suficiente
Para o adulto e a para a criança em nós.
Com você eu aprendi a confessar meus erros,
A dizer que tenho medo, e alcançar uma mão estendida.
Com você eu aprendi uma canção alegre,
Uma lição de vida, o peso das palavras
E uma historia para contar.

Francisco Medeiros
J.Nunez

Misticismo e ocultismo na literatura

Três dimensões

Existir é ter imagem
Ou causar sensações feito o vento.
Me vejo
Sem que minha imagem
Cai sobre as águas,
Sem que meu rosto mergulhe
Abstrato no espelho,
Sem que seus olhos brilhem,
Sem que me deixe refletido,
Nas vitrines desta grande cidade.
Me vejo
Sem que tenha forma,
Caminho sem passos,
Sem rastro, sem chão...
Vôo sem asas,
Cavalgo no ar.
Salto sem pulos
Caio sem chão.
Me vejo em três dimensões,
De dentro para fora,
De fora para dentro.
Me ouço sem voz,
Me calo, me escuto.
Me escondo sobre minha sombra,
Me Revelo sobre minha luz.
Ouço minha voz e assombro...

Jonas Correa Martins
J.Nunez O IMPARCIALISMO


Jonas Corrêa Martins é o poeta do misticismo, do ocultismo, da experiência consciente em metafisica e da vivencia da espiritualidade. É o poeta deste tempo de liberdade religiosa e de cultura globalizada, tempo de multiculturalismo em que as religiões se fundem no conhecimento esotérico. É poeta sem corpo físico e suas vivencias são metafisicas. Poeta da subjetividade objetiva e do realismo abstrato consciente, sua poesia em nem um momento é fluxo inconsciente de pensamentos e por mais abstrato que possa parecer, neste poeta existe a vivencia desta realidade metafisica. Não se deve confundir sua experiências fora do corpo físico com meras construções e malabarismos semânticas, é ainda mais grave confundi-lo com subjetivismo inconsciente.

O Perdão é Sol de um Novo Dia ...

Todos dias a vida nos faz um convite a um recomeço,
Pode o Sol despontar com todo seu esplendor,
Pode a chuva fina bater na vidraça,
A neblina esconder a estrada,
O vento frio calar as ruas
E as manchetes no jornal não falar de coisas positivas
Que o convite será o mesmo, Recomeçar.
Se para continuar o seu caminho
For preciso perdoar e esquecer um desagravo,
Estão perdoe e esqueça,
Porque esse é o maior bem que você faz a si mesmo.
Se você ainda não sorriu hoje,
Se ainda não disse uma palavra que conforta e motiva,
Se você ainda não estendeu a sua mão,
Se ainda não reconheceu, não elogiou um amigo,
Se ainda não compreendeu alguém que pensa diferente de você
Nunca é tarde para se fazer esse bem.
A doação de si mesmo é o que faz o mundo melhor,
O bem que você faz ao próximo é um bem que você faz a si mesmo.
Para saber todos os dias que você é um vencedor,
Reavalie o seu caminho até aqui, leve em conta,
O sofrimento e a dor de tantas outras pessoas pelo mundo,
Reveja as suas armaduras e as suas qualidades de guerreiro
E lembre acima de tudo, que nada
E nem um dia sob esse Sol foi perdido,
Nem mesmo seus erros,
Que são seus acertos e aprendizados de amanhã.
Se você ouviu dizer que só Deus perdoa,
Então seja a semelhança de seu criador, e perdoe.
O perdão é o Sol de um novo dia,
Ele é o maior bem que você faz a si mesmo,
Porque um coração livre de rancor
Está pronto para amanhecer um novo dia,
E muitas vezes o seu próximo passo rumo ao seu objetivo
Pede que perdoe e esqueça os dissabores.

Francisco Medeiros
J.Nunez

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Poesia em estado bruto

Aos amigos e poetas do recanto das letras






Poesia em estado bruto

Ainda que eu não soubesse escrever,
Ainda que eu não soubesse ler,
Ainda assim eu seria poeta,
Porque a poesia em seu estado primitivo
Não é feita de palavras.
A poesia em seu estado primitivo
É feita de silêncio e voz do coração,
A poesia em seu estado primitivo
É feita de cinco sentidos e mais a alma.
A poesia está impregnada
Na índole do ser humano,
A poesia é um olhar sobre a vida,
A poesia é como você olha a vida,
Isso que é poesia em estado bruto,
Natural e primitivo.

J.Nunez
http://literaturaimparcialista.blogspot.com

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domingo, 29 de agosto de 2010

POEMA DE SEPARAÇÃO

http://blogs.abril.com.br/imparcialismo/2010/07/redundancias.html

Adiar um Adeus

Hoje era para ser nosso último encontro
Ensaiei as palavras de adeus,
Elaborei um discurso sincero
Para não ser injusto com nosso historia a dois,
No momento em que tinha que te dizer
Aquelas palavras pensadas para que eu não pareça ingrato
Com tudo que foi o nosso amor...,
Demorei um pouco, ali, te olhando um pouco
Com pena de deixar aquela sua alegria descompromissada
Nesse instante veio na lembrança
Nossos pedacinhos de felicidade a dois,
Nossos pequenos sonhos nossos juntos,
Nossos momentos de paixão ardente,
E aquela alegria, a inocência e aquele sorriso quase infantil
Deslizou em seu rosto me impedindo de pensar,
Fiquei te contemplando e esqueci as palavras de adeus,
Assim adiei o adeus e as dores desse amor que eu não posso possui...
E assim omito a verdade e conto a mesma mentira sem dizer uma palavra.
Darci Costa
J.Nunez

Postagem em destaque

O Imparcialismo: O Ciclo de Saturno

O Imparcialismo que começou a ser escrito em 2006 E  revelado em 2008. Foi à leitura do fim de um período, Iniciado pós-guerras, tempos...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

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