Pesquisar este blog

MOVIMENTO IMPARCIALISTA

MOVIMENTO IMPARCIALISTA
IMPARCIALISMO

sábado, 28 de agosto de 2010

Perdão Mentiras e Promessas

Um dia vou ter coragem,
Para dizer ao meu coração,
Agora chega!...
Chega de ilusões!...
De querer viver este amor
Sustentado apenas de perdão,
De suas mentiras e promessas
De que vai mudar,
Sei que você nunca... Vai mudar.
Sei de sua razão,
Para sustentar este amor,
Com mentiras e promessas em vão.
Mas ensisto em viver assim,
Confuso em meus sentimentos,
De ódio e louca paixão.
Sempre preferi me enganar,
Talvez seja por medo da solidão,
Ou porque desaprendi a viver
Sem você, sufocando o meu coração.
Por isso vou fingindo o perdão
Com o peito a cada dia,
Mais e mais sufocado
Por estes resentimentos.
Um vou ter coragem para dizer
Agora chega!...

José Nunes Pereira ( POETAS DAS DORES CLÁSSICAS)
J.Nunez

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Multiculturalismo

O Multiculturalismo na Literatura

Saulo Menezes Castro poeta da integração com à natureza, da ciência sem cálculos e da filosofia sem teses e teorias. Poeta do envolvimento e da dança com os átomos, poeta da fusão do homem consigo mesmo, da individualidade, da consciência de existir e da integração com o universo. O homem é apenas uma pequena parte, um único membro desse corpo infinito e universal. Saulo Menezes Castro é um poeta holístico, essa idéia de integração com o universo não é um conceito da filosofia ou da psicomotricidade, na cultura indígena, asiática, africana em outras culturas que não seja essa que é basicamente cristianismo e capitalismo, a holística sempre existiu. Os índios é um exemplo dessa idéia de integração, seus deuses da árvore, seu deuses da chuva, seus deuses dos animais etc, sempre foram vistos pela cultura cristão como tolices, ignorâncias etc. Agora que estamos rumo ao uma catástrofe ambiental, podemos afirmar que a cultura do índio é a nossa salvação mas provável, e não o cristianismo que foi imposto e continua sendo imposto, com a mesmo arrogância do tempo da colonização. Não há mais espaço para as imposições, o caminho para a humanidade, agora com a democratização do conhecimento, é o sincretismo cultural e religioso. A cultura indígena é a salvação da humanidade porque essa cultura vê o homem com um ser integrado a natureza, muito diferente de nossa cultura capitalista cristão que sempre viu o ser humano com a maior e mais perfeita criação de Deus. Os deuses em todas as coisas que vemos em muitas outras culturas,deu a esses povos um respeito a natureza, que não somos nem si quer capazes de compreender. Esses deuses em tudo dessas culturas são os gnomos e os elementais da cultura esotérica. A holística pode salvar o mundo. O sincretismo que muito não gostam nem si quer ouvir falar é o caminho mais provável, agora que vivemos a era da informação, do multiculturalismo e do globalismo, o regionalismo pode ser preservado, porém não é possível represar o conhecimento, porque o conhecimento anda com o homem, e esse homem virtual é um andarilho universal. A gnose moderna de Samael Aun Weor é o maior exemplo de integração do homem com o mundo, do homem com sigo mesmo e com a cultura universal. a individualidade do homem e da natureza é preservada quando vemos o homem com um membro de um corpo universal. Em nossos corpos temos nossas individualidade, não confundimos a mãos com as orelhas, os pés com o nariz, cada membro de nosso corpo tem a sua individualidade preservada pelos instinto e pela nossa consciência de existir. A maneira como estamos organizados é que torna possível nos reconhecemos como seres humanos, e a nossa dependência do o mundo que nos cerca é que nos permite reconhecer que somos seres integrados com a natureza.O multicuturalismo é um fator importantissimo para que possa haver um intendimento entre os povos do mundo, a imposição de alguns símbolos de uma cultura determinada em um espaço onde é freqüentado por indivíduos das mais variadas culturas, é um desrespeito a essa liberdade de conhecer, de se informar, de se integrar a cultura universal. O individuo multiculturalizado amplia sua capacidade de compreensão de si mesmo como homem integrado ao universo e individuo com algumas independências preservadas.

J.Nunez

MOVIMENTO LITERARIO IMPARCIALISMO

VIDEO JOGADOR SINCERO E ARTIGO COPA DO MUNDO E PATRIOTISMO BRASILEIRO





Copa do Mundo e Patriotismo Brasileiro...


O patriotismo brasileiro e a consciência de que somos uma nação fica muito mais evidente nas copas do mundo, esse patriotismo e essa consciência de brasilidade deveria continuar depois da copa. Esse patriotismo não deveria estar associado somente ao futebol. A consciência de Brasilidade deveria estar relacionada à nossa consciência política, a nossa formação histórica e nossa condição humana e a nossa consciência de um povo. O que mudará depois da copa ou depois que seu time for campeão? Nada! Não é um mal que sejamos patriotas, ou tenhamos consciência de que somos uma nação apenas nas copas do mundo, o mal é que não somos ou não temos consciência política e de unidade quando estamos fora desses eventos esportivos. Somos um povo olhando para uma África no coração e na alma, Somos um povo olhando para uma Ásia no coração e na alma, Somos um povo olhando para uma Europa no coração e na alma,
E o nosso índio no coração e na alma?
Somos ainda colonizados e colonizadores de nós mesmos.
Somos ainda o europeu e o asiático que veio para ganhar dinheiro, somos os africanos trazidos a força, e o nosso índio? O nosso índio é o dono da terra é o brasileiro mais brasileiro sem precisar de consciência de brasilidade, os índios são naturalmente dessa terra e não precisa de consciência de Brasilidade.
A copa do mundo é uma festa brasileira, nas festas temos a ilusão de que somos unidos em um único grupo social, depois que acabar a festa, vamos um para cada lado e perderemos essa ilusão de brasilidade e falsa consciência de nação. Esse patriotismos deveria estar associado a consciência política, a formação cultural, a preservação cultural associada ao desenvolvimento cientifico e tecnológico, esse patriotismo deveria estar associado ao voto que decide o futuro um pais, a consciência de unidade lingüística e territorial, a consciência de multiculturalismo dentro de um grupo, esse patriotismo deveria estar associado a nossa educação e os nossos direitos e deveres de cidadão.
É incrível que morremos de parada cardíaca na copa do mundo, não somos capazes de morrer do coração com tanto roubo em Brasília e tanta diferença social e descanso com a educação e a saúde.
Nessa copa do mundo esquecemos os padres pedófilos, as catástrofes ambientais, o aquecimento global, a política brasileira, a criança embaixo da ponte e educação a beira do abismo, os doentes nos corredores de hospitais...etc.Isso é a desinformação da informação, é o descanso em nome do prazer e do capitalismo.
Olhamos para o nosso próprio umbigo, pintamos e vestimos para a copa do mundo cachorros que detestam bomba, se esses cachorros pintados e vestidos tivessem consciência de copa do mundo torceriam contra o Brasil para que não sofram com bombas rojões.

J.Nunez

http://literaturaimparcialista.blogspot.com/




Ficar e sexo sem compromisso

Atos Secretos

Nevoeiro encobre a cidade,
Ela voltou mais cedo
E me pegou em “atos secretos”
Embaixo do edredom.
Tentei explicar: ela disse que não precisava,
Mas a vergonha ainda persiste
E continuo tentando explicar:
“Não fiz nem menos nem mais
Do que você faz em pensamento
Quando esta em público.”
Talvez eu seja só mais um sujo querendo
Justificar nivelando você comigo.
O nevoeiro foi ontem; hoje o Sol
Deixa entrar pela janela sua claridade raliada de verão,
Deixa essa vontade do seu beijo úmido e quente.
Tudo é noticia; estatística de sexo casual também é noticia,
Violência não é mais noticia é matéria prima para o cinema,
É produto de consumo para a tv,
Mas o que me importa mesmo
É trazer de volta seu beijo quente e úmido
E nosso sexo casual que rolava
Antes de eu ser pego em “atos secretos”.
Ela voltou, entendeu que foi solidão e até me perdoou,
Mas para me dizer isso,
Ela veio com um homem elegantíssimo e bem sucedido
Certamente ela espera que eu tenha um pouco de nobreza
E corte os pulsos quando saindo ela bater a porta.
Talvez ela pensa que sou uma gueixa suicida
Ou um político asiático, ela realmente não me conhece!...

Abílio Santana
J. Nunez

Sou degenerado e frouxo na moral quando sou Abílio Santana.

faça uma visita
Links:
http://literaturaimparcialista.blogspot.com/ /

Mensagem e poema Pai

07.08.2010

Do que são feito os pais....

Todos os homens são iguais,
Mas os pais, do que são feito os pais.
Pai é a condição mais sublime do homem
Porque a palavra pai possui o peso da vida...

Eles são feitos de um amor diferente do amor de mãe,
Eles possuem a fidelidade dos guerreiros,
Eles possuem o silêncio das palavras
E a voz das atitudes que diz muito mais...
Os pais são homens quase sem lágrimas,
Porque uma lágrima de pai dissolve o mundo,
Coloca desespero, medo e insegurança na família.

Aos pais é permitido apenas sorrir,
Aos pais é permitido apenas sentir
E nunca dizer dos seus medos e suas fraquezas.

Aos pais não é permitido sentimentos de homens,
Esperamos que ele nos aprove,
Mas que também nos censure
Para que assim não erremos o caminho.

Os pais são mestres em silenciar suas dores
E ocultar seus medos, suas fraquezas e duvidas.
Os pais amam quase que sem voz,
Amam com gestos de amor e dedicação por toda a vida.
Não vemos quando um pai sangra,
Do que são feito os pais?

J.Nunez

Mundo interno e mundo externo

Atrás das trinjeiras de ser cidadão...

Andarilho a margem de dois mundos sem que pertença definitivamente a nem deles.
Este mundo não me conquista, não me trai, não me leva, sem que eu perceba que me leva.Luto contra a correnteza, e isso tira o sentido de tudo como quando contamos antes da hora, o que era surpresa.
Do outro mundo não sei nada, e isso me assusta, tenho medo de solidão, mas de todo modo é somente solidão, pois sei que o mundo me leva, e é isso que tira o sentido da vida, e olho para além.
É preciso que eu vá pela vida, feito um graveto que vai na enxurrada, que vai sem saber que vai, igual os que sofrem sem saber que sofrem, mas Deus me deu sentidos, para que sinta e veja.
Deus me vez com asas e não gosto de viver somente no chão, sou ave solitária e migratória, e é hora de passar a margem.
17/11/03

Embaixo das folhas secas e frutos apodrecidos, embaixo das casca das arvores e em toda a extensão de um graveto, um universo que quase apalpo, que me faz esquecer por um instante este universo a que pertenço.
Atras das cascas das arvores um universo indiferente
a este microcosmo de orgia, vícios e matéria.
Por um breve instante sai das trincheiras de ser cidadão; onde nosso inimigo se esconde conosco, sem que se quer suspeitemos de sua presença; ele nos envenena desde de o café da manhã, que desfrutamos juntos prazerosamente, e vai-nos matando aos pouquinhos e servido-nos de ombro amigo e companheiro incondicional.
Quando saio das trincheiras de ser cidadão, apalpo um universo minúsculo, desgarro desta teia de aranha, que chamados de vida, e por este instante não tenho para onde voltar, e sou qualquer coisa que não seja cidadão, sou qualquer pedra imóvel, sou qualquer folha caída; levada pelo vento, qualquer rio que deságua, qualquer bicho do mato, sou qualquer pássaro, não, não sou qualquer pássaro!...Sou na verdade qualquer coisa que é sem o propósito de ser, qualquer flor, qualquer orvalho, qualquer chuva que faz o bem, sem o propósito, sou qualquer coisa, como um sorriso sincero, qualquer coisa sem o propósito de ser.
Os pássaros e as abelhas labutam demais, os pássaros fazem ninhos e as abelhas fazem mel, são quase cidadãos, mas eu não, sou neste instante a inveja dos pássaros; porque não sou livre, sou neste instante qualquer coisa que não possui propósito nem um, que é e pronto.
17/11/2003

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A exclusão social do mulato e do negro

POEMA CANTO DOS OPRIMIDOS
(4O anos da morte de Luther King)

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Quer deixar à senzala,
Quer vir sentar na sala,
Quer ter direito a fala.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Quer deixar à favela,
Não quer viver de esmola,
Não quer deixar à escola.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Não quer descer ladeira,
Não quer resto de feira,
Não quer comer poeira.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Não se dobra com chicote,
Não se cala com acoite,
Não é servil à elite.

Não existe preconceito, o problema é que essa negra,
Não sacode essa cadeira,
Não desce à ladeira,
Não satisfaz vontade passageira.

Não existe preconceito, o problema é que essa negra,
Freqüenta o baile de gala,
Sabe muito bem o que fala,
Não perde seu tempo com novela.

Não existe preconceito, o problema é que esse negro,
Deixou seu lugar comum,
Não é mais qualquer um,
Não se dobra a senhor algum.

Não existe preconceito, o problema é que esse negro,
Atravessou à margem,
Mais não esqueceu sua origem
E recusou à maquilagem.

Não existe preconceito, o problema é que esse negro,
Não se engana com mentira,
Que marginaliza sua cultura,
E a verdade transfigura.

Não existe preconceito, o problema é que esse negro,
Resgatou sua história,
Tem uma áfrica na memória,
E um canto de vitória.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Não sangra mais no tronco,
Não se engana nem um pouco,
Não se vende nem quer troco.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Reclama, pede por mudança,
Não quer mais saber dessa injustiça
E não dá mais para olhá-lo com indiferença.

Não existe preconceito, o problema é que o negro,
Quer sua liberdade,
Sua luta, sua oportunidade,
Seu direito à felicidade.
Com prevê a constituição.

Se o negro aceitasse sua condição,
Se ficasse onde estão.
Se o negro aceita à favela,
Que é uma extensão da senzala,
E vivesse com que lhe dão de esmola,

Se não reclama seu direito,
Não existiria preconceito,
Porque aceita o que lhe é dado, que é o resto...
E não o que lhe é de direito.

Meus versos não têm pele, não tem cor,
Meus versos têm humanidade e amor,
Meus versos é o canto do oprimidos,
Meus versos é o grito dos injustiçados...

4 de abril 2008 J.Nunez

MOVIMENTO LITERÁRIO IMPARCIALISMO

Do fundo da alma
Periferia AnarcoPunk 19/05/2008 14:39
Muito bela e emocionante essa poesia, verdadeira, contundente e necessária.
Meus parabens e que viva todos os povos oprimidos em resistência!

A violência no cinema brasileiro

O Brasil produziu Mazzaropi,
Uma visão caricata do brasileiro,
Produziu Jeca- tatu
Outra visão caricata do brasileiro,
Depois passou a produzir pornochanchada
E dar ao brasileiro uma baixeza cultural e sexual,
Agora está produzindo ou reproduzindo no cinema a violência
Nas favelas e nas grandes cidades brasileiras,
Até quando vamos ficar usado o nosso país como colônia a ser explorada,
A violência, a pobreza e o tráfico de drogas e a nossa realidade
Está sendo usada como produto de consumo
Para brasileiros e o mundo ver.
Esses produtos brasileiros e cinematográficos
Servem apenas para difamar nosso país...
É claro que vão dizer que isso é apenas contar historia ou ficção com base na realidade,
Com essas saídas irresponsáveis
Perduramos todos os males sociais.
Está na hora de começarmos a fazer filmes que dignifica nossa brasilidade.

Octavio guerra
J.Nunez

Sacolas plásticas, símbolo capitalista

Confesso: sou viciado em sacolas plásticas,
Sou mais um que polui esse mundo com plástico,
Não somos a era do ferro,
Não somos a era do ouro,
Somos a era do plástico e do silicone, é lógico!
Plásticos de recursos não se renovam
Plásticos centenários, plásticos não se reciclam
Plásticos nos carros onde não aquece,
Plásticos dos móveis,
Plásticos nos eletrodomésticos
Plásticos nesse computador,
Plásticos, plásticas, botox e silicone em tudo.
O plástico é o símbolo do consumismo,
É o símbolo silencioso do capitalismo,
É a expressão máxima dessa sociedade irresponsável
Que vi o estante, e o estante é sempre o consumo
E a compra de alguma coisa...
Sacola plástica sufoca,
Isso já foi demonstrado pelo Capitão Nascimento em Tropa de elite
A sacola plástica é a publicidade barata
Que está saído muito caro para a humanidade...
Morremos e o plástico não se decompõe,
Morreremos ou o plástico nos matará sufocados pela sacola plástica,
Igual o Capitão Nascimento em tropa de elite.

Salomão Alcantra
J.Nunez

Trabalhos gestão de pessoas e gestão de negócios. CHÃO DE FÁBRICA

Chão de fábrica

A indústria precisa rever esse conceito e essa expressão preconceituoso e grosseiro, a famosa chão de fabrica. O que se denomina chão fabrica hoje são os filhos e netos dos primeiros operários brasileiros, filhos e netos dos nordestinos e dos trabalhadores rurais que foram trabalhar na indústria. Esses netos e filhos desses primeiros operários são profissionais que estão preparados ou estão se preparando para outros mercados de trabalhos, muitos desses operários que são chamados hoje de chão de fábrica são profissionais, que em alguns casos possuem muito mais qualificação que seu superiores que estão na mesma empresa a três décadas . É natural que ocorra nas empresas, principalmente no chão de fábrica tantos pedidos de demissão, é normal que esses operários filhos e netos do primeiros operários não aceite trabalhar no chão de fábrica, também é normal que não trabalhem no mesmo ritmo que seus pais e avós, afinal, esses novos operários são profissionais que muitas vezes estão preparados para outros mercados de trabalhos com melhor renumeração e mais dignidade e que não está sujeito a essa expressão grosseira, chão de fábrica.
O que leva alguns profissionais preparados para outros mercados de trabalhos ao chão de fábrica, é a concorrência criada por tantos profissionais preparados em tantos outros mercados de trabalho. Esse operários que buscam refugio no chão de fabrica são operários passageiros que estão ali enquanto pagam seus estudos, passem em concursos ou entre no mercado de trabalho no qual esse profissional especializou.
Esses fatores mostram que é preciso mudar esse conceito de chão de fábrica, perceber que muitos dos que chamamos funcionários de chão de fabrica estão muito mais preparados que seus superiores que estão ali na mesma empresa a três décadas.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

A indisciplina e do desinteresse dos alunos pela escola...

A educação nesse contexto contemporâneo em que a tecnologia foi vulgarizada pelo capitalismo e pelo consumismo, esse tempo de celulares computadores e outras tecnologias, roubou do aluno a consciência de que esse mundo virtual não é necessariamente uma extensão da vida, da realidade profissional e do mercado de trabalho pós ensino médio.
A vida, a realidade profissional e o mercado possuem uma relação primitiva e direta com todas as matérias escolas. É necessário que o aluno tome consciência que esse mundo virtual não é necessariamente uma extensão do mercado de trabalho, é necessária que o aluno compreenda que toda as tecnologias acessíveis nesse tempo de capitalismo e consumismo é uma extensão de todos os conhecimentos adquiridos na escola, aprofundado e aperfeiçoado nas faculdades. Para que o aluno compreenda essa relação o professor deve realizar aulas multidisciplinares mostrando aos alunos o conhecimento, a ciência e a evolução desse mesmo conhecimento para que a tecnologia chegasse a esse grau de evolução. A tecnologia não é o consumo e tecnologia em si mesma, a tecnologia é um acumulo de conhecimentos e de muitas pontes entre esses conhecimentos que proporcionou ao homem moderno esse avanço cientifico e tecnológico.
Tenho observado que o aluno de todas as séries escolares vivem subconscientemente em um mundo virtual que não é desassociado da realidade profissional e do mercado de trabalho. A tecnologia quando vista como uma extensão da vida, ela deixa de ter começo e evolução e assim desmotiva o conhecimento e a descoberta porque ela é em si mesma a vida, quando na realidade a tecnologia não é a vida e nem mesmo é a extensão dela, a tecnologia é na realidade fruto do conhecimento e das descobertas que os homens acumularam durante a sua evolução. A vida esta totalmente desassociada da tecnologia, e isso se pode provar se retrocedermos a uma época em que não havia esse avanço e a vida continuava a mesma vida, o que ocorre nesse tempo em que vivemos é uma identificação com o contexto histórico contemporâneo onde confundimos a vida com a virtualidade da vida. Certamente esse é um dos fatores da indisciplina e do desinteresse dos alunos pela escola e pelo conhecimento, é urgente que a escola ensino ao aluno que por de trás de todos as tecnologias esta o conhecimento que se inicia na escola, e esse conhecimento é o próprio mercado de trabalho.

J.Nunez

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Literatura Contemporâneo Pós Modernista

Há um grande preconceito quando falamos de poetas contemporâneos, esse preconceito é resultado da quantidade gigantesca de pessoas que escrevem poesia e essa quantidade está sendo confundida com falta de qualidade.Esse julgamento está totalmente equivocado, porque há muitos poetas de qualidade dessa multidão de poetas, e a qualidade é equivalente a quantidade.
O que ocorre nesse momento é resultado da democratização do conhecimento, do globalismo cultural, do sincretismo, do acesso à informação, do acesso a leitura, do acesso a cultura, do letramento e a alfabetização. Se alguém disser que muito do que se escreve hoje na poesia é uma colagem de tudo que foi escrito antes, que muito do que se escreve hoje não passa de associações de frases feitas que é resultado das leituras de poesia feitas por esses poetas da atualidade, certamente não discordarei. O que eu não posso concordar é com a generalização, essa é capaz de nos cegar, nos impossibilita de ver as novas tendências que podem vir a surgir na poesia.
O acesso as culturas, a informação, ao conhecimento não pode ser confundido com vivencia, com índole, com formação de caráter, com mudanças internas, a democratização da informação e do conhecimento, são fatores externos ao individuo, a realidade é bem oposta do que  parece, a verdade é que somos carentes de rituais de vida, de vivencia física em sintonia com a vida interior. Não vivemos o conhecimento porque a vida nos pesa muito, e a busca pela estabilidade social é um fator mais muito mais significante que o conhecimento, um exemplo disso são aqueles que desejam levar uma vida mais Zen e são engolidos pela realidade capitalista. A única verdade que eu sei, é que a vida como ela está configurada, as coisas como estão estabelecidas, se parece com um chão que não nos permite parar, se pararmos o vida nos engole, e esse engolir quer dizer que estaremos fora dos benefícios e dos bens de consumo que a sociedade produz, é muito pior que isso, se pararmos, estaremos sem os recursos básicos para a vida, porque tudo é capitalizado.
A poesia Imparcialista busca a leitura dessa realidade, leitura desse homem contemporâneo, e assim realiza algo que seja diferenciado e com outras temáticas distante do que foi escrito até o momento, em alguns casos, a poesia Imparcialista parece se aproximar da poesia escrita por poetas anteriores e consagrados, mas essa aproximação é feito com consciência, isso se nota na poesia de Jose Nunes Pereira, COM SEUS SENTIMENTOS CLÁSSICOS  esses sentimentos que não mudaram por mais moderninhos que pareçamos, esse sentimento clássico do qual fala o poeta são as dores do amor, as dores de cotovelo que sentimos muito antes de sermos homens da caverna.

J.Nunez

Movimento Literario Imparcialismo

Não pense em aliviar minha solidão...

Silêncio
http://matizesdoamor.blogspot.com/

Não pense em aliviar minha solidão,
Não perturbe meu silêncio com suas palavras.
Este meu olhar não esconde mistério,
Nem é segredo o silêncio no meu rosto,
Do mesmo modo que à noite sem estrelas
Não oculta nada que não sabemos,
É apenas minha maneira de ser.
Se há silencios está nesse caminho
Que me levara ao silêncio,
Mas certamente você não está disposta a escutar.
Pode ficar, mas, por favor, fique em silêncio,
Feito estes objetos que ornamentam a estante.
Não fique procurando sentimentos
Na superfície do meu olhar,
A desilusão me fez leviano e desfrutável,
Feito a brisa da manhã,
Por isso deixo que você fique.
Querer que você me escute...,
Que você ria do que eu falo,
É uma vaidade que não sei mais.
Se nada mudar, talvez de tempo
De você me conhecer,
Se você ficar em silêncio
Vou escorrer dentro do seu corpo,
Depois vazarei pelos seus poros feito o suor
Que molha sua pele.
Vou te olhar por dentro, vou despir sua alma,
Para saber quem é você.
Não fale nada, deixe que o silêncio
Acrescente mistérios..

Hemínio Vasconcelos
J.Nunez
http://matizesdoamor.blogspot.com/

A mulher emancipada

Menu

É claro que não haverá o tinir do aço das espadas,
O zunir das balas de revolveres
Nem mesmo uma gota de sangue será derramada,
Ela apenas esticará o braço e com um dedo apontará
Quem de nós dois ela quer para esta noite.
Sou uma das opções, sou o herói picaresco,
O mais humanos dos tipos de homem.
O outro faz o tipo politicamente correto,
Tem cara de super-herói Americano
E moral patética de super-herói americano.
Talvez ela esteja mesmo é a fim de apanhar está noite,
Ela escolheu outro que não estava no jogo,
Outro que não estava no seu cardápio de mulher realizada.
Talvez ela está mesmo é a fim de apanhar está noite;
Escolheu um sujeito tatuado e cheio de banditismo,
Talvez ele tenha dotes, ou é bem dotado,
Sabe Deus!

Abílio Santana
j.Nunez

Armas do governo e coisas de entorpecer

Meus olhos caem sobre o cacto
Planta fálica e espinhosa num canto da sala.
Planta sem a delicadeza que vejo nas rosas
Da mulher ao lado.
Meus olhos cafeinados
Não encontram o sono dos justos
E me deixaram na madrugada
Sobre a claridade do televisor
Numa terça de carnaval.
As mulatas que sambam são armas do governo,
É coisa de embebedar multidão.
As chacretes também foram arma do governo
Em um tempo de liberação sexual
E repressão ao pensamento e a inteligência.
A mulata que samba
É coisa de entorpecer os sentidos.
Quero ler um livro nessa noite de carnaval
Do mesmo modo que Nietzsche
Tocou piano no bordel.

Hermínio Vasconcelos
J.Nunez

domingo, 22 de agosto de 2010

Os três estados físicos do amor

Eu te amava de maneira sólida
Você foi se distanciando,
A vida te levou por outros caminhos
Estão o amor se tornou menos denso
E passei a te amor de maneira liquida.
Depois de tanto tempo distante
Confesso que ainda te amo,
Mas de maneira tão dispersa
Que diria que te amo quase que gasosa.
É certo que o amor muda de estados físicos
Porém nunca morre,
Se o acaso trouxer você de volta
Voltarei a te amor solidamente
E a sofrer densamente...

José Nunes Pereira
J.Nunez

Postagem em destaque

O Imparcialismo: O Ciclo de Saturno

O Imparcialismo que começou a ser escrito em 2006 E  revelado em 2008. Foi à leitura do fim de um período, Iniciado pós-guerras, tempos...

O Novo Contexto Para a Literatura Contemporânea

MOVIMENTO IMPARCIALISTA