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Mostrando postagens de Junho 13, 2010

Matizes do amor e outros matizes

Marizes do amor e outros matizes é um blog do movimento literário Imparcialismo

http://matizesdoamor.blogspot.com/

Depois da Industrialização, Na Essência Ainda Somos os Mesmos...

Queimamos sutiã em praça pública
Deixamos ser flagradas sem calcinha,
Dançamos com o Deus do vinho,
Fumamos igual atriz de cinema, as femmes fatales,
Compramos a idéia de mulher livre.
Enlouquecemos ao som de Jimi Hendrix e Jame Joplim,
Dançamos nuas e alucinadas de LSD
Conquistamos o melhor lugar ao Sol,
Somos executivas e Representantes Internacionais
Conquistamos a liberdade sexual
E a Presidência da República.
Fomos hippie nos anos sessenta,
Na ditadura militar fomos o pão e o circo do governo
Que liberou a bunda e a pornochanchada
E calou a voz desse povo.
Somos mulheres imitando homem,
E deles pegamos tudo que não presta,
Sua sexualidade desassociada do amor,
Sua bebedeira em portas de bares,
Sua sujeira na linguagem,
Seus desaforos, sua ostentação e orgulhos machistas.
O que não sabemos imitar do homem
É sua famosa cumplicidade masculina,
Eles melhor compreendem seus pensamentos
E sua sordidez na alma, por isso são solidários um com os outros.
Somos a felicidade do Capitalismo,

Muito pior que o desprezo é a indiferença

De tão miseráveis, não somos nem se quer excluídos.

Acima ou abaixo da linha do equador,
Certamente abaixo da linha da miséria,
Não somos os esquecidos,
Somos os que nunca foram lembrados,
Aqueles em que o grito nem se quer é sufocado,
Porque não temos força para um grito.
Aqueles que nem se quer são explorado,
Porque não temos nada para ser tomado,
Somos esses da miséria inútil.
De tão miseráveis, não somos nem se quer excluídos.
Nosso gemido de dor é abafado,
Por nossa própria fraqueza.
Não incomodamos ninguém
Porque nem se quer existimos
O suficiente para incomodar.
Não temos o luxo de ser classificados
Em qualquer classe social,
Somos aqueles sem estatísticas,
Somos aqueles que nem se quer são desprezados;
Para que fossemos desprezados
Seria preciso antes que fossemos vistos.
Não somos aqueles que é ignorado,
Não nos olham com indiferença,
Simplesmente não somos nem se quer olhados.
Não somos o Jeca Tatu de Monteiro Lobato,
Porque esse é ao menos um classificado,
Somos esses incap…

Literaturas, blog do Movimento Literário Imparcialismo - J.Nunez

LITERATURAS é um blog, ou seja um espaço para a literatura imparcialista de J.Nunez

Movimento Literário Imparcialismo O propósito desse Movimento é criar o novo contexto para a literatura, para assim formar a literatura para o novo contexto; a literatura que seja a leitura do homem contemporâneo, com seus medos, suas aflições, suas dúvidas, seus pensamentos, seus sentimentos, seus conflitos, suas condutas, sendo assim, a Literatura Imparcialista busca a arte objetiva.

O Imparcialismo: Um novo caminho para a literatura

Um novo caminho para a literatura
A poesia globalizada, o multiculturalismo e a imparcialidade nas obras literárias é um novo caminho que se abre para a literatura, os poetas que buscam a poesia que faça uma leitura do homem contemporâneo estão nesse caminho que se abriu com a Era da Informação.
O estudo do novo contexto é a base para a realização desse novo caminho para a literatura. O novo contexto para a literatura não é mais regionalista, e não se prende a uma cultura determinada, a nova poesia é globalizada, multiculturalista, imparcial, assim, apropriada para a nossa Era da informação. Os artistas contemporâneos, não importa que expressão artística utiliza, não podem esperar pelo fim do Modernismo Brasileiro ou mesmo mundial, porque esse é medido pelo avanço tecnológico, pelo progresso da sociedade industrializada e pelo capitalismo que não terá um fim, podemos observar sem esforço que o homem tomou um caminho sem volta rumo a sua autodestruição, Ela anda de mão dada com a de…

Poesia Amizade: Com Você eu Aprendi...

Com Você eu Aprendi...

Com você descobri muito mais de mim mesmo,
Com você eu aprendi não só a sorrir,
Mas também a chorar e sofrer por amor.
Com você aprendi que o sacrifício e a lágrima
Fortalecem a alma e madurecem o espírito.
Foi te conhecendo que descobri
O quanto você é melhor do que eu,
O quanto sou exigente com os outros
E o quanto eu cobro de mim mesmo.
Com você aprendi a esquecer o mal
Que outras pessoas me causaram
E a lembrar o bem que elas se dispuserem a fazer por mim.
Com você aprendi a dar um sorriso a quem precisa
E uma palavra de apoio e gratidão nos momentos difíceis.
Com você eu aprendi a pedir a Deus
Coragem nós momento que tive medo,
E agradecer a ele o fruto do meu trabalho.
Com você eu aprendi que os amigos torcem pelo nosso sucesso
E que aquele que chamamos de inimigo,
Cabe ele o papel de nos fazer melhores.
Com você eu aprendi a respeitar as opiniões contrarias,
Porque as nossas verdades são etapas do caminho.
Com você eu aprendi que o tempo, que nem se que…

Manual para fazer filhos

Mendel fazia o coito das flores,
A ciência manipula o genoma
E faz filhos sem penetração libidinosa,
Uma espécie de concepção sem pecados original.
Podemos configurar um filho ao nosso gosto:
Pegando os genes dos seus olhos azuis,
Os cabelos loiros de minha avó,
O dinamismo de um parente meu,
As sobrancelhas de uma tia,
Os pés delicados de minha bisavó,
As pernas longas é finas da tia Clotilde,
Podemos assim romper com a igreja Católica,
Romper com a lei do Karma coletivo,
Esquecer minha impotência sexual,
Quebrar com o ciclo doenças hereditárias
E o que passar despercebido, podemos
Consertar com a terapia genética
Que toca no gene especifico.
Para fazer um filho precisamos do nossomapa genético,
Para assim configurá-lo ao nosso gosto.
Confesso que tenho medo, ainda não somos muito bons
Nesta brincadeira de sermos Deus,
Tenho medo de errar na dose e fazer o Chupa-Cabra,
Ou qualquer coisa assim incompreensível.

Salomão Alcantra
J.Nunez

Poesia imparcialista

Objetos

Se toda mulher é Capitu modernista,
Se toda mulher é viúva negra,
Ela que não foge a regra,
Chegou linda, toda vestida de preto,
Lançou seu olhar em linha reta
Que fatalmente transpassou me o peito
E se estendeu até o infinito.
Nem se quer pensei em resistir.
Logo vi que ela gostava mesmo
É de homem vaidoso ou metrosexual.
Sou homem para saciar seus desejos,
Elas precisam de meu instinto animal,
Sonho de consumo, sou seu capricho.
Eu vendo sapatos na avenida central.
Ela é presidente de uma multinacional,
E precisa de um homem objeto
Que não incomoda com o sucesso,
De mulher rica, livre e poderosa.

Eu, homem objeto; ela mulher incompleta.

Meia luz ou luz de vela,
Iniciava o ritual da viúva negra.
Quis cortejá-la com palavras vazias,
Ela mandou que calasse a boca,
Depois pediu que vestisse de cowboy
Para que assim parecesse mais viril,
Depois lhe serviu um coquetel
Disse que ele tinha pouca potencia
Para seu desejo de mulher fatal
Não houve cerimônia para o desfecho,
Ela jogo…

Autor e Obra

Não Confunda Autor e obra, Qualidade e Público.

O autor de uma obra literário seja ela do gênero poema, conto, romance etc recebe críticas que são um tanto estranhas para ele autor. Muitas destas críticas surgi da inocência de quem leu a obra e confundiu a obra com o autor.
Outro erro muito comum é quando julgam a qualidade de um escritor a partir de um único texto, antes de tudo é necessário levar em consideração o público para o qual esse escritor direciona sua obra e os seus objetivos quanto escritor.
Aceitamos perfeitamente a música comercial, sabemos distinguir Chico Buarque de qualquer cantor que vai na onda do momento. É preciso aprender distinguir as obras literárias de seu autor e ainda perceber os seus propósitos quanto escritor, afinal vivemos o tempo da obra comercial, da música comercial, da religião comercial, do padre comercial etc.
Outra crítica muito comum parte de pessoas que são capazes de confundir literatura com vida real e muitas vezes busca na obra literária re…

As Possibilidades de Ser Eu

Mesmo sendo eu, o mesmo todos os dias, amanheci constituído de uma maneira diferente á outros dias.
Sem heterônimo Pessoano, amanheci trabalhador braçal de feira, e com ânsias de vômito.
Sem heterônimo Pessoano tenho este olhar para além da solidez e da abstração de sentimentos superfícies, tenho este sentimento ditoso e digno, tenho esta baixeza moral como qualquer sifilítico,tenho este olhar escorrido em sentimentos tão meus e tão humanos.
Estou na multidão como qualquer outro que esta na multidão, sou esta sensação impudica nos ares das ruas, nos olhos que se cruzam, e nos corpos que se enroscam com seus espectros de sentimentos e colocam o amor á prova, e deixam os ares poluídos de libido que meus sentidos apurados respiram.
Sem heterônimo Pessoano tenho um olhar para o hermetismo, para o Cristo crucificado acima de minha cama, para os Santos dos altares, e para o pentagrama acima da porta de nosso quarto.
Sem heterônimo Pessoano, este Ser que habita em minha alma, põe-me este sen…

Movimento Literário Comtemporâneo

Movimento Literário Imparcialista Comtemporâneo

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Movimento Literário Imparcialismo

O propósito desse Movimento é criar o novo contexto para a literatura, para assim formar a literatura para o novo contexto; a literatura que seja a leitura do homem contemporâneo, com seus medos, suas aflições, suas dúvidas, seus pensamentos, seus sentimentos, seus conflitos, suas condutas, sendo assim, a Literatura Imparcialista busca a arte objetiva.

http://literaturaimparcialista.blogspost.com

J.Nunez

J.Nuñez: Movimiento Literario Imparcialismo

Imagem
J.Nuñez, Movimiento Literario Imparcialismo
En la literatura, actualmente ocupada en escribir una literatura que hace la lectura del hombre contemporáneo, esta poesía es llamada El Imparcialismo: Literatura para el nuevo contexto. Entre las muchas caracteristicas del imparcialismo, destaco que son escritos por cuatorse poetas
J.Nuñez


Poeta graduado en las letras, escribe en varios sitios en la Internet, tiene algunos poemas publicados en libros, participó en algunos eventos culturales en la ciudad de Marília ? SP Brasil, donde vive y trabaja.
En la literatura, actualmente ocupada en escribir una literatura que hace la lectura del hombre contemporáneo, esta poesía es llamada El Imparcialismo: Literatura para el nuevo contexto. Entre las muchas caracteristicas del imparcialismo, destaco que son escritos por cuatorse poetas o seudónimos, de modo que hace posible la creación de un movimiento literario y la diferenciación de sus diversas tendencias y el estilo literario, otras caracte…

Poesia Pós-Modernismo

Há um grande preconceito quanto falamos de poetas contemporâneos, esse preconceito é resultado da quantidade gigantesca de pessoas que escrevem poesia e essa quantidade está sendo confundida com falta de qualidade.Esse julgamento está totalmente equivocado, porque há muitos poetas de qualidade dessa multidão de poetas, e a qualidade é equivalente a quantidade.
O que ocorre nesse momento é resultado da democratização do conhecimento, do globalismo cultural, do sincretismo, do acesso a informação, do acesso a leitura, do acesso a cultura, do letramento e a alfabetização. Se alguém disser que muito do que se escreve hoje na poesia é uma colagem de tudo que foi escrito antes, que muito do que se escreve hoje não passa de associações de frases feitas que é resultado das leituras de poesia feitas por esses poetas da atualidade, certamente não discordarei. O que eu não posso concordar com é a generalização, essa é capaz de nos cegar, nos impossibilita de ver as novas tendências que podem vi…

Multiculturalismo

Saulo Menezes Castro poeta da integração com à natureza, da ciência sem cálculos e da filosofia sem teses e teorias. Poeta do envolvimento e da dança com os átomos, poeta da fusão do homem consigo mesmo, da individualidade, da consciência de existir e da integração com o universo. O homem é apenas uma pequena parte, um único membro desse corpo infinito e universal. Saulo Menezes Castro é um poeta holístico, essa idéia de integração com o universo não é um conceito da filosofia ou da psicomotricidade, na cultura indígena, asiática, africana em outras culturas que não seja essa que é basicamente cristianismo e capitalismo, a holística sempre existiu. Os índios é um exemplo dessa idéia de integração, seus deuses da árvore, seu deuses da chuva, seus deuses dos animais etc, sempre foram vistos pela cultura cristão como tolices, ignorâncias etc. Agora que estamos rumo ao uma catástrofe ambiental, podemos afirmar que a cultura do índio é a nossa salvação mas provável, e não o cristianismo qu…

De que lado você está

Estamos numa guerra,
Eu preciso saber de que lado você está.
Não existe mais esse negócio
De um pé aqui e o outro lá.
Se você é cidadão de bem,
Se você cuida da segurança pública,
Se você cuida da saúde de seu semelhante,
Se você educa e forma cidadãos,
Se você é homem da política,
Se você é profissional de biblioteca,
Se você é atendente de loja,
Se você é motorista e transporta vidas,
Se você é cozinheiro,
Se você é açougueiro,
Se você é caseiro,
Se você é pedreiro,
Se você é coveiro,
Se você é feirante,
Se você é pintor de parede,
Molador de canivete,
Se você é estudante,
Se você ainda é caixeiro viajante,
Se você é vendedor ambulante,
Se você é cacique,
Se você é ajudante,
Se você é caminhoneiro,
Se você é padeiro,
Se você é letreiro,
Se você é leiteiro,
Se você é faxineiro,
Se você é bombeiro,
Se você é passeador de cachorro,
Se você é mensageiro,
Se você é jardineiro,
Se você é sapateiro
Se você é chaveiro,
Se você é vaqueiro,
Se você é artista,
Se você é jornalista,
Se você é f…

Poesia é Coisa da Burguesia

“Poesia é coisa da elite”, “poesia é para a burguesia” coisas ridículas assim se houve por ai.
Se a poesia pertence à elite é porque ela realmente tem uma função, ou será que os que estão no poder vão nos dar a carne para roer o osso.
Se a poesia é coisa de burguês, nos os IMPARCIALISTAS, seremos Prometeu e roubaremos o fogo dos deuses.
Se literaturas em geral pertencem à burguesia é sinal de que ela é uma arma eficaz,
Um meio de desenvolvimento, descobertas, análises, entretenimento, estudo e aprendizado, a poesia torna possível dizer o indizível, decifrar a alma dos homens, a poesia pode nos levar ao desenvolvimento intelectual e espiritual. Dante Alighieri subiu aos céus e desceu aos infernos com sua poesia. Vale lembrar que o poeta e o filósofo são os visionários da sociedade, são as antenas do mundo, se a elite dá ouvido essas vozes é porque são eles que antecipam o futuro, são eles que pensam o que ninguém ainda pensou.
Nos os pobres materialmente, e mais pobres ainda de alma e…

O operário que leu Carl Marx

ESTATÍSTICA É O QUE EU VEJO PELAS RUAS

Estatística é o que vejo pelas ruas,
Pelas praças da cidade, nos hospitais,
Nas filas de desempregados,
Nas catástrofes que a televisão amansa,
Na estupidez de sermos um povo,
Nas sutilezas de governo,
Nas bobagens que cultuamos,
Nas verdades escondidas,
Nas exclusões sociais, culturais e políticas.
Eu que não sou excluído, nem se quer pertenço
A este ou aquele grupo, sou aquele sujeito fora do lugar.
Um metalúrgico filho de evangélicos, um metido e poeta e filosofo,
Um estúpido, um desclassificado...
Sou aquele insuportável que não diz verdades ou mentiras,
Diz o que vê... e isso é imparcialismo.
E o que vejo é uma mentira contada a milênios e adequada
Ao tempo em que é narrada.
As mentiras e os pretextos de salvação e civilização que cristianismo espalhou pelo mundo, foram elaborados para roubar terras, exterminar culturas, escravizar povos nativos...
Agora esse povo “civilizado” continua a mesma mentiras com outros pretextos adaptados a …

José Nunes Pereiras, poeta das dores clássicas

Cais de Partida

O sopro daquele vento matutino
Desviou para sempre o nosso destino.
A primeira onda de uma maré cheia,
Apagou para sempre seus passos na areia.

O mar inconstante da praia te leva,
O vento errante me deixa a deriva,
O tempo lentamente me oxida,
Deixado aqui, no cais de tua partida.

O mar inconseqüente , que tudo arrasta,
Não arrasta do meu peito esta paixão.
O vento incoerente que tudo desbasta,

Não desbasta o amor neste coração.
O tempo consistente, que tudo oxida
Me consumiu, no cais de tua partida.

Itapema 29/12/2006

JOSÉ NUNES PEREIRA
J.NUNEZ

Literatura contemporânea

Botão de Amarílis


Sobre o altar da igreja,
Sobre o caule fálico,
Um botão de Amarílis,
Flor dos bons sonhos.

Ela é esse botão na ponta do caule,
Ela é imagem de adoração.
Ela escorre sobre meu corpo,
Deixando a cor e o perfume de camomila
De seus cabelos macios,
Coisa que inebria pelo sentido do cheiro.

Ela desabrocha na ponta do caule,
Ela e deixa o pólen o vento.
E o perfume Ma Chérie Jeans,
Lembrança suave do seu cheiro.
A amor não morre nem adormece,
Nem morre o caule, nem morre a flor,
Tudo contínua em forma de rizoma,
Outra vez o caule fálico e a flor de Amarílis.

Josias Maciel

J.Nunez
O Imparcialismo

Josias Maciel é o poeta do homem idealizado, o poeta da potência, da virilidade, da regeneração do homem desmoralizado, desmotivado pelo sexo fácil e casual. Neste poeta encontramos a mulher com suas qualidades e virtudes naturais e não uma imitação do homem que é naturalmente vil. É o poeta das regenerações, da fertilidade, da virilidade sem magismo, da potência, da pureza s…

contextualização e intertextualidade

FOTOCONTEXTO NA LITERATURA IMPARCIALISTA:

É a intertextualidade e a contextualização da imagem com o texto, essa maneira de realizar a literatura é reflexo da tecnologia que atualmente busca resumir em um único objeto de consumo múltiplas funções ( celular que é maquina fotográfica, radio, computador etc) é também o reflexo da nova didática com base na lingüística, que busca as muitas possibilidades de leituras e as múltiplas possibilidades de expressão e linguagem.
FOTOCONTEXTO NA LITERATURA IMPARCIALISTA:
É a intertextualidade e a contextualização da imagem com o texto, essa maneira de realizar a literatura é reflexo da tecnologia que atualmente busca resumir em um único objeto de consumo múltiplas funções ( celular que é maquina fotográfica, radio, computador etc) é também o reflexo da nova didática com base na lingüística, que busca as muitas possibilidades de leituras e as múltiplas possibilidades de expressão e linguagem.
A contextualização e a intertextualidade na Literatura …

O fim da família como a conhecemos

A Destruição da Familia

A industrialização e o consumismo são os causadores da destruição do planeta, e também é o causador da destruição da família, nossos filhos são reflexos dessa cultura com base no consumo.
Apesar de todos os nossos esforços,
Nossos filhos são vítimas dessa nova ordem mundial,
E a educação que busca formar cidadãos para o exercício da cidadania e das virtudes humanas, perdeu para a cultura baseada apenas no consumo e no prazer individual e imediato.
O mais grave dessa formação é o fato de essa geração não ter idéias,
Não ter participação política, é uma geração perdida em consumos de produtos que trouxeram a ilusão de progresso, ilusão sim, basta observar que os valores que realmente trazem o progresso material são os mesmos de sempre, terras e propriedades,
Produtos como celulares, computadores, dvs e muitos outros são a ilusão de progresso da sociedade moderna, basta observar que há barracos em favelas que possuem tvs e outros aparelhos são mais caros que o bar…

A Descaracterização do homem moderno

COM BASE NO POEMA A SINA DAS AMANTES


A poesia do Poeta Imparcialista Hermínio Vasconcelos busca realizar uma análise psicológica desse homem contemporâneo com o mesmo comportamento dos homens de outros tempos antes da industrialização é dos avanços tecnológicos.
A mulher em seu poema é a mesma, sendo mulher para se casar e ter filhos ou sendo mulher que realiza os caprichos sexuais desse homem, que nesse aspecto sexual tem se mostrados atemporal.
A mulher ainda é a mesma mulher, presa a sua própria condição biológica e psicológica, presa à própria condição humana, a própria necessidade de ter filhos, marido, amigos e parentes.
A esposa desse poema não representa muito o nosso tempo, mas sim o desejo e a conduta apropriada a nossa condição biológica, espiritual e psicológica.
Essa esposa é muito bem definida, ela não é uma descaracterização da idéia que formamos sobre a mulher. Descaracterização que se dá através de conceitos que buscam justificar as condutas humanas e visam dignifi…

Industrialização, capitalismo e consumo

o capitalismo é cínico e pouco se importa com as ideologias,


A mulher não é somente livre economicamente e socialmente, ela é muito mais que isso, é inteligente, participativa, filosofa, poeta e pensam uma nova sociedade. Essa mulher evoluída em todo os sentidos e também degenerada em todos os sentidos, incomoda o sexo masculino e o deixa insegura para se relacionar com essa mulher, seja socialmente, seja intimamente. Essa mulher que pensa e participa conscientemente da sociedade são muito atraentes para os homens que amam a cultura o intelecto e a inteligência.
A liberdade dessa mulher só não e mais digna porque é espelhada na liberdade do homem que chama de liberdade de seus instintos mais baixos, seus vícios e suas depravações sexuais, quando a liberdade parte de uma alma livre de sua própria inconsciência.
Essa liberdade com base em nossas índoles negativas e deficiências morais e éticas são daninhas para a existência do sexo masculino, e mais nociva ainda para o sexo feminino que…

A desconstrução da arte a desconstrução do homem

A desconstrução da arte / J.Nunez


Um louco no hospício afirmando que ele é Napoleão, não o faz um Napoleão, essa insistente em afirmar que ele é Napoleão, apenas nos dá mais razão para que o olhamos como um louco que afirma se Napoleão.
Um urinol não é arte só porque Marcel Duchamp afirmou que tudo é arte se a considerarmos arte. Quando consideramos que um urinol é arte passamos a descaracterizar e a desconfigurar a arte. Essa desconstrução da arte através de teoria que contextualiza objeto, desclassifica e descaracteriza com malabarismos teóricos absurdos, é de fato um destruição de tudo que está estabelecido, ignorando os milhões de ano que a humanidade precisou para atingir o grau de evolução de conhecimento que vemos nos grande Mestres da arte. Considerar um urinol obra de arte é fazer se de louco, compara-lo a Monalisa estão, é o cúmulo da estupidez teórica. Os malabarismos teóricos não fazem de um urinol arte, se assim fosse podia tornar a mosca uma vaca, e comer a mosca e não…

Contextualizações da literatura

Ingratidão

O mundo desfez por mim
Seus sonhos e sua ingratidão,
Fez você voltar assim
Com lágrimas nos olhos pedindo perdão

Você foi embora para viver
Outra vida, outro amor,
Ingrata, sonhou demais,
Mas o mundo te fez sofrer
Por isso voltou, mesmo sem querer,
Pois sua intenção era não voltar jamais...

Eu até te perdoei sem rancor
Pois ainda não morre
Meu antigo amor
Mas não posso te aceitar,
Sabendo que você si perdeu,
que voltou, mas já me esqueceu.



José Nunes Pereira poeta das dores clássicas, em sua poesia o homem é o mesmo e padece das mesmas dores que padeceram nossos antepassados, poeta da tristeza dos amores impossiveis, poetas das partidas, das perdas e dos sentimentos que machucam, das classicas dores de cotovelo. Nesse poeta somos mais humanos e sofremos de amor, esse poeta revela que em nosso interior, apesar do modernismo e do sexo casual e dos relacionamentos desassociados de sentimentos, no fundo de nossa almas somos os mesmos e padecemos de amores impossiveis. O se…

O que é felicidade...

“Mortificais, portanto, para sempre os vossos membros terrestres:”
Carta aos Colossenses (cap 3 ver, 5)

O que é felicidade se não querer que as coisa funcionam ao nosso modo.
O filósofo Sêneca disse que somos muito otimistas,
Quando pensamos que tudo deve se adequar a nosso favor,
Certamente esse otimismo vem de nosso egocentrismo.
Hora!..Precisamos aceitar que se as coisas não dão certo
É porque em todo os acontecimentos a uma possibilidade de dar errado,
É simples assim, é apenas lei de causa e efeito.
Quando alguém diz que está possuído de ira,
Diz a verdade, está realmente possesso de si mesmo.
Cansamos de ver homens no transito ficarem possuídos pela ira,
Essa ira surge desse otimismo do egocentrismo de que fala o filosofo Sêneca,
De desejo constante de que as coisas caminhem a nosso favor.
Se digo estou possesso, é porque estou possesso de mim mesmo,
Muitas vezes possesso de demônios que eu desconheço.
O que são demônios se não a manifestação do mal em mim,
Se digo que o sujeit…

O PAI DA MENINA PIANISTA

Nada mais hipócrita que a eliminação da hipocrisia."
(Friedrich Nietzsche)

Na praça publica um homem
Vende a salvação aos berros,
Bem, na verdade não é salvação
Que se vende atualmente,
O produto certo é prosperidade felicidade.
Duas esquina depois,
As meninas vendem a perdição de seus corpos,
Vende com olhares e gestos provocantes.
Salvação deveria ser engarrafada
E com rótulo igual ao meu whisky.
A menina diz que por alguns trocados
Diz que sou um animal.
Concordo com ela sou um animal abatido.
Um homem sai de cabeça abaixada
Para que o chapéu encubra seu rosto,
É um hipócrita, gosto muito dos hipócritas,
Porque são elas que conservam
A ordem e a moral e deixam a depravação
Longe das portas de suas casas,
Onde sua filha toda piano.
Gosto muito dos homens religiosos
Porque são eles os responsáveis
Por manter a ordem do mundo,
E a imundície de seus corações
Bem longe dos olhos de seus irmãos.

Hermínio Vasconcelos
J.Nunez
Jogos de Pervertidos


Ir embora, desta vez
Numa madrugada silenciosa e fria
Ou fazer jogos de pervertidos,
Fazer amor com o inimigo,
Talvez não seja esta a melhor solução
Para nosso caso de amor.
Esconder á aliança entre os anéis
Inventar outro sonho louco de amor,
Ou de propósito fazer se livre,
Talvez não seja está a melhor solução
Para o nosso caso de amor.


Ir embora, desta vez
Embaixo de uma chuva fina,
Ou desfigurar as palavras
Antes ditas com tanto sentimento
Talvez não seja está a melhor solução
Para o nosso caso de amor.
Deixe á chuva passar,
Deixe que ela esfrie e acalme nossos instintos,
Assim você não terá o trabalhar de voltar,
Como tantas outras vezes que você foi embora.
O tempo me ensinou à ciência de viver,
Mesmo que a custo de muito sofrimento.
O melhor a fazer é rever a nosso história,
Olhar em seus olhos e recomeçar
Todas as manhãs a nossa caminhada.

Salomao Alcantra

J.Nunez

A METAFÍSICA

A METAFÍSICA IMPARCIALISTA

O TEMPLO DA MORTE

Na cidade espectral, procuro por um templo,
A senhora com uma delicadeza de avô e mãe,
Indicou-me o templo da morte,
Indicou-me um velho sacerdote
Sujo de alma e corpo...,
O sacerdote me indicou uma casa,
Da qual eu me lembrava...
Quem me atendeu nesta casa,
Foi um jovem que não quis dizer onde estava o templo,
Por mais que eu apelasse...
Abandonei a casa quando avistei algumas jovens,
Contra as quais pensei que podia usar
Alguns artifícios e apelações,
Sem esforço, sem resistência alguma,
Elas me indicaram o caminho
Para o templo da morte.
O caminho embrenhou-se em um bosque
Com ares dantesco, o caminho embocou,
Numa extensa valeta de mais o menos
Três palmos e meio, ou seja,
A metade de uma cova...
A valeta provavelmente levava ao templo da morte.
Caminhei por ela,
Até que senti minhas pernas travarem,
Apesar da valeta ainda possuir a mesma largura.
Pensei em desistir de chegar ao templo da morte,
Mas olhei acima da valeta, havia um camin…

O Imparcialista

Salomão Alcantra é o mais imparcial

Salomão Alcantra poeta da crueldade consigo mesmo e com a sociedade em geral, da crueldade imparcial e da auto análise.
Neste poeta não há crítica, e sim relatos e constatações imparciais, nele ainda vemos qualidade ocidentais como: objetividade e praticidade. O poeta segue a imparcialidade jornalistica e a ética de nossa era da informação que se exige em nossa era da informação.
Sua franqueza, crueldade, IMPARCIALIDADE e força vem seu lema: encarar-se a frio.
Os Poemas para Gente Suja é um exemplo das caracteristicas desse poeta.
Aqui escrevo um poema com um poucos dessas caracteristicas:


Ornamentos

Trouxe rosas vermelhas

E um verso doce e emprestado

Do poeta Francisco Medeiros :

“O acaso deixou para nós dois a noite mais linda que houvera.”

Meu verso não é tão clichê .

Se eu falar de amor

Será sem figuras de linguagem,

Será sem metáforas,

Será um pouco mais diet.

Meu amor é na verdade

Uma tormenta entre as pernas,

Um olhar guloso e incontido,

O fim do modernismo

De que céu estamos falando!
Apesar do céu ter amanhecido azul na cidade de Marília,
Definitivamente é o fim dos tempos,
haja igreja para tanto gente desejando o céu...
já não pasta o clima agora os cientistas
dizem que um meteoro pode colidir com a terra em 2014
Um céu como recompensa é o que espero,
mas que céu é esse,
se o céu do qual eu tenho direito é patronizado pelo cristianismo
com um felicidade e um monotonia insuportavel.
Como podemos patronizar o céu e a felicidade,
se o nosso céu é um inferno.
O meu céu não pode ser igual ao de todo mundo,
Cá entre nós, queremos ir para o céu, mesmo que seja esse cristão,
com tudo que nós condena ao inferno, não conseguimos desapagar..
O céu de um carnavalesco deveria ser feito
de mulatas rebolando eternamente e samba a eternidade inteira,
o céu de um banqueiro deveria ser de muito dinheiro e muito,
mas muito consumo,
o céu da socialite não pode ser igual ao meu,
eu não suportaria tanta superficilidade,
e ela não suportaria todas…

Quem são os meninos e meninas que marcam brigas pela internet

Filhos da Industrialização


São os filhos da industrialização que terceirizou a educação de nossos filhos,
São os sem voz nessa sociedade que os defende tanto que rouba delas sua individualidade, rouba deles o seu papel de individuo em formação, rouba deles a escola da vida, rouba deles o crescimento, as virtudes, as responsabilidades humanas e social, e as responsabilidades por seus próprios atos. Essa e a geração dos adolescentes que possuem responsabilidades apenas em teorias, porque na prática são os seus pais que respondem por eles.
Essa geração só não e considerada indivíduos em formação quando se trata de suas liberdades sexuais e sua sexualidade imatura e perigosa, porque os deixa desmotivado para o exercício da vida. Isso porque o sexo é o fator que motiva o homem em suas conquistas.

São os filhos dos pais sem tempo para seus filhos, ou de pais que tem a ilusão de que são pais presentes só pelo fato de irem nas reuniões escolares de seus filhos ou olhar para o rosto de seus fi…

A Arte que não imita a vida

O Imparcialismo vai na contramão da concepção clássica de arte
Na literatura imparcialista não existe o terno auto-ajuda porque na literatura imparcialista todos os genêros literários estão em função do homem e de seu auto-desifrar, seu auto-conhecimento. Essa é a literatura em função do homem e não apenas em função da arte, nesse sentido a literatura imparcialista vai na contramão da concepção clássica da arte, que é a arte uma imitação da vida, a literatura imparcialista não imita a vida, nem mesmo faz patrões e ideais de beleza inatingiveis como ocorre na concepção clássica da arte.
A literatura imparcialista parte do homem para ele mesmo e nele permanece buscando decifra-lo a si mesmo, diagnostica-lo para que esse homem caminhe para o auto-conhecimento.
o ideal de ser é uma ilusão que não permite ao homem conhecer a si mesmo como ele é sem os ornamentos da arte.
Na literatura imparcialista o homem é o que é, e desse estado de lucidez de ser o homem não é mais um ideal de ser, e si…

Por amar demais...

o Crime de Salomé

Antes que a porta batesse
As minhas costas, e você saísse
Dizendo o seu último adeus,
Numa tempestade de sentimentos,
Num acesso de fúria, perdi toda
A minha conhecida compostura,
Entre gritos de desabafo
E palavras irracionais,
Praguejei o teu nome,
Varri com os braços os objetos sobre a mesa,
Tudo foi ao chão,
Vidros, pratos, moveis, quadros
Tudo foi ao chão,
Descabelei, rasguei cartas,
Fotos e tudo que lembrava nós dois,
Tudo que foi as tuas pegadas no meu caminho,
Lamentei o sonho perdido,
Desejei a você, toda a infelicidade possível,
Depois cai no centro na sala
Num choro desesperado,
Depois cai no centro da sala
Exausta, assassina e suicida.
Quando as lágrimas secaram,
E me restou apenas sentimentos incontidos,
Levantei-me cambaleante,
Embriaguei-me de vinho ou sangue
E dancei no centro da sala
Feito Salomé enlouquecida.
Não existi por um instante,
Acordei com o Sol da manhã,
Que atravessou a vidraça e deu na minha cara,
E com uma borboleta, num vôo displice…

O Poder da mulher está em seu próprio corpo

POEMA PARA GENTE SUJA ( V )


Há muitas formas de mentiras, porém a mentira
Clássica acontece entre os sexos.
Os homens mentem sabendo que mentem,
As mulheres sabem que são mentiras,
Mas preferem acreditar, e assim todo mundo ganha;
Os homens e mulheres atingem seus objetivos.
As mulheres fazem que acreditam porque elas
Precisam mais de ilusões que os homens,
Por isso elas se pintam, contudo o poder das mulheres
É muito mais real que o poder dos homens,
Isso porque o poder da mulher está mais em seu corpo
E em sua condição de ser mulher com todos atributos,
Enquanto que o poder do homem
Está em boa porcentagem em sua condição social,
E um pouco no que ele é como pessoa.
Não importa o sexo, ambos são demasiadamente idealista no amor,
Ambos possuem um ideal de homem e um ideal de mulher,
Esse ideal está sujeito a condição social
E cultural e a idade em ambos os sexos.
Os menos inocentes, os que não são virgens na alma
Sabem que o ideal é apenas uma idéia sobre qualquer coisa
E a idéia n…

Literatura para a Era da Informação

Literatura para a Era da Informação,

O IMPARCIALISMO: literatura para o novo contexto tem como objetivo criar a literatura que seja a leitura do homem contemporâneo, com todas suas dores, aflições, medos dúvidas, conflitos, alegrias, sensações, comportamentos, sentimentos e pensamentos.O Imparcialismo é a poesia para a Era da Informação, para um novo contexto histórico em que um cidadão negro chegou ao poder nos Estados Unidos, para esse tempo em que há uma democratização do conhecimento, para esse de sincretismo, para esse tempo de multiculturalismo e globalização,para a mulher emancipada poderosa e engajada, para esse tempo de sexo fácil descompromissado com o coração, para esse tempo em o homem é degenerado, desmotivado pelo sexo fácil, desorientado e conflituoso, para esse tempo em que a mulher tem o poder e liberdade mas ainda assim é pressa na própria condição de ser mulher, para uma geração desorientada, sem regras e limites, para esse tempo de aquecimento global, conseqüênci…

A Métrica, a temática, a forma e a estética do poema Imparcialista

A Serpente e o Cisne Branco

Ela também têm pálpebras,
Mas não se engane,
Ele é uma cobra,
Com todo os atributos...
Ela não tem veneno
Mas não se engane
Ela é uma cobra,
Ela serpenteia para seduzir,
Se enrosca para esmagar,
E engole sem mastigar...

O Homens ainda e o mesmo, oscila entre santas e libertinas.

Outra me promete amor,
Amor de cisne branco,
Amor de vida inteira,
Somos dois, somos um
Vivendo em dois corpos.
Nos amamos assim: carnalmente
Sem saciar o amor,
fogo não apaga fogo,
E adormecemos assim:
Um dentro do outro.

Octávio Guerra
J.Nunez
O IMPARCIALISMO

Análise do Poema
A métrica imparcialista é exposta nesses versos desse poema, nele a métrica é feita com a mesma quantidade de palavras em todos os versos, e a quantidade desses versos resulta em um número impar, sendo duas estrofes compostas por versos pares mais o verso imparcial que somado as duas estrofes torna a quantidade de versos impar . O verso impar ou imparcial abrange o ponto de vista das duas estrofes.