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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

O Amor na Poesia Contemporânea

Sem os pudores de amar em segredo...


Ela não me olhou, não me viu e não quis,

Eu simplesmente não existi.

Eu a vi, eu a quero...

Eu a amo biologicamente falando,

Por tudo que não fez...

Eu a amo por tudo que não sei sobre ela,

Eu a amo sem os pudores de amar em segredo,

Eu a amo com tudo que ela possui e eu não posso comprar,

Eu amo descaradamente feito um tarado...

Eu a quero sem querer nada mais que a querer e pronto,

Eu a amo com poluções noturnas feito padres celibatários,

Eu a amo feito empregado de última categoria

Que espia a filha de patrão que não é para seu bico,

Eu a amo feito velhas virgens e beatas

Que amam rapazotes na puberdade,

Eu a amo sem propósitos

Ou sonhos de amor que não sejam erótico...

Eu digo que é amor não porque não há palavras

Para esse sentimento libidinoso,

Eu digo que a amo porque o amor dignifica tudo que é sujo...

E estritamente sexual...

Eu amo igual a você, humanamente...

Abdias de Carvalho

J.Nunez

Análise o Poema Imparcialista

O Poema Imparcialista Sem os pudores de amar em segredo... É uma leitura dos amores contemporâneos em que o sexo sem compromisso sentimental é fruto da liberdade sexual conquistada pelas mulheres e desfrutada bestialmente pelo homem, dentro desse contexto socioeconômico e sociocultural contemporâneo resultantes dos avanços da ciência e da industrialização que levou essa mulher para o mercado de trabalho e a moldou para seus fins...consumo e criação de mercados de consumo...

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